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Ceasa Paraná recebe prêmio por ações de conscientização ambiental

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A Ceasa Paraná, pertencente ao Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, foi uma das 21 empresas nacionais a receber o Prêmio Consciência Ambiental / Immensitá, que incentiva projetos nas empresas que se destacam em sustentabilidade junto ao meio ambiente. A premiação aconteceu nesta quinta-feira, 27 de julho, no Espaço Immensitá, em São Paulo.

As atividades realizadas junto ao programa social Banco de Alimentos – Comida Boa deram à empresa paranaense a terceira colocação na categoria  Pequenas e Médias Empresas, no tema “Consciência ambiental”. Foi o segundo prêmio conquistado pela Ceasa Paraná com programa. Em maio, o programa Banco de Alimentos Comida Boa, condecorado com o Prêmio Aster 2023 na categoria Responsabilidade Social, promovido pela Esic Business & Marketing School, instituição espanhola com unidade em Curitiba.

 “Estamos realizando várias ações de conscientização, melhor aproveitamento e racionalidade dos nossos trabalhos junto aos mercados atacadistas em que atuamos”, disse João Luiz Buso, diretor administrativo e financeiro da Ceasa Paraná, que recebeu o troféu de premiação em São Paulo. Ele enfatizou as parcerias com o Governo do Estado, e da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento – Seab. “Temos também a importante participação dos produtores e permissionários atacadistas das nossas cinco unidades da Ceasa no Estado, de Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu, que também participam diretamente dessas ações, que conquistam reconhecimento nacional”, afirma João Luiz Buso.

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O Banco de Alimentos faz o aproveitamento, em média por mês, de 385 toneladas de produtos que seriam descartados. Outra atividade do programa é o processamento de 5.017 quilos (média mensal) de produtos. Esses produtos são repassados depois, também, para as 301 entidades sociais cadastradas junto ao programa.

Além deste programa, a Ceasa também tem adotado na área ambiental atividades para geração de energia.Na unidade de Curitiba estão instalados três Ecopontos que fazem, em média por dia, o aproveitamento entre 20 e 30 toneladas de resíduos orgânicos. Depois de classificados e armazenados em caçambas esses resíduos são transportados para biodigestão, na CS Bio Energia.

GESTÃO AMBIENTAL – No dia 17 de julho, a unidade de Curitiba da Ceasa Paraná tornou-se a primeira do Brasil a receber a certificação ISO 14001, que atesta sistemas de gestão ambiental, concedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O certificado de conformidade com as normas, emitido pelo Instituto de Tecnologia do Paraná – Tecpar,é válido pela gestão de instalações para comercialização de flores, frutas, legumes e verduras. 

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Fonte: Governo PR

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Ministro André Mendonça faz palestra magna na abertura do Encontro Nacional do Cira 2026

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi o responsável pela palestra magna na abertura do Encontro Nacional CIRA 2026 – Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos, nesta sexta-feira, 14 de agosto, no Ministério Público de São Paulo. Autor do prefácio do livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, lançado durante o evento, Mendonça tratou dos critérios para quantificar o dano, o enriquecimento ilícito e o produto de atividades criminosas.

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Em uma exposição de caráter técnico, o ministro discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedido de ressarcimento ou perdimento. Citou, entre outros exemplos, a Operação Sanguessuga e situações envolvendo gestores públicos em casos de fraude, para mostrar que a identificação do dano nem sempre pode ser reduzida a uma simples correspondência entre o valor contratado e o prejuízo causado.

A palestra dialoga diretamente com o prefácio assinado pelo ministro André Mendonça, sendo um dos temas centrais da coletânea os desafios jurídicos e práticos para investigar a criminalidade econômica, responsabilizar seus autores e recuperar valores decorrentes de atividades ilícitas.

André Mendonça discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedidos de ressarcimento ou perdimento. Ao citar exemplos como a Operação Sanguessuga e casos envolvendo gestores públicos, destacou que a identificação do dano não pode ser reduzida, em todos os casos, à diferença entre o valor contratado e o prejuízo causado.

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O ministro chamou atenção para a necessidade de distinguir produto da atividade ilícita, dano e enriquecimento ilícito. Segundo a abordagem apresentada, essa diferenciação é necessária para definir os valores que podem ser objeto de recuperação de ativos em casos de corrupção e improbidade administrativa.

Mendonça também apresentou referências do direito comparado, citando a legislação dos Estados Unidos, como o Civil Asset Forfeiture Reform Act (CAFRA), de 2000, e o Fraud Enforcement and Recovery Act (FERA), de 2009. Na experiência italiana, abordou o Decreto Legislativo nº 231/2001 e decisões da Corte de Cassação relacionadas à definição do produto obtido com a prática ilícita.

No ordenamento brasileiro, a análise passou pelo Código Penal, pela Lei de Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Improbidade Administrativa e pela Convenção de Mérida.

Ao final, o ministro destacou a necessidade de critérios técnicos para a definição dos valores e do apoio das áreas da administração pública responsáveis pela receita. A adoção de uma metodologia mais precisa, segundo Mendonça, pode contribuir para dar maior segurança às investigações, às apurações e às decisões judiciais.

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Livro sobre crimes contra a ordem econômica e tributária é lançado durante Encontro Nacional do Cira 2026

Na sequência da programação, foi lançado o livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, coordenado pelo Procurador-Geral de Justiça, Francisco Zanicotti, e pelo promotor de Justiça Diego Gomes Castilho, ambos do Ministério Público do Paraná. Publicada em 2026 pela Editora Tirant Lo Blanch, a obra reúne estudos de especialistas sobre diferentes aspectos do direito penal econômico.

 A publicação tem 340 páginas e reúne artigos sobre investigação e responsabilização por crimes econômicos e tributários. Entre os temas estão a análise probatória em delitos financeiros complexos, fraudes estruturadas, empresas de fachada, recuperação de ativos e sonegação fiscal.

A coletânea também aborda a aplicação da Lei Anticorrupção, a individualização e a dosimetria da pena em crimes tributários e os limites da responsabilização penal de empresários e administradores.

Fonte: Ministério Público PR

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