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Política Nacional

Audiência pública discute invisibilidade do desaparecimento forçado; assista

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A Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados realizou audiência pública para debater melhorias na política nacional de busca por pessoas desaparecidas. O foco principal da reunião foi o desaparecimento forçado — uma prática ainda pouco conhecida no Brasil, mas que afeta milhares de famílias e carece de reconhecimento jurídico específico.

Simone Rodrigues, do Observatório Desenvolvimento de Pessoas da Universidade de Brasília, explicou que o desaparecimento forçado envolve a omissão ou o envolvimento direto de agentes do Estado. “O Brasil não possui um tipo penal específico para esse crime, o que o torna invisível aos olhos da justiça”, afirmou.

Projeto da Câmara
Bruna Martins Costa, da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, defendeu a aprovação do Projeto de Lei 6240/13, que prevê a inclusão do desaparecimento forçado no Código Penal como crime autônomo.

O texto aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça. “A proposta cria um tipo penal específico, ou seja, cria uma regra que prevê a punição por responsabilidades de ação do Estado que dá causa ao desaparecimento de pessoas”, explica o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que é relator do projeto.

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O presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Reimon (PT-RJ), que pediu a realização da audiência, lembrou que esse tipo de crime tem raízes no período da ditadura militar, quando pessoas eram sequestradas, torturadas e mortas sem que seus corpos fossem encontrados.

Da TV Câmara – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Saiba como consultar seu local de votação nas eleições de outubro

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Os eleitores de todo o país já podem consultar os locais de votação para as eleições de 2026. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro e o segundo, se houver, em 25 de outubro. A consulta é importante porque a Justiça Eleitoral pode alterar locais de votação entre uma eleição e outra, como aconteceu no Rio de Janeiro. Nesta terça-feira (4), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado anunciou a mudança de 66 zonas eleitorais.

A consulta pode ser feita na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na área de Serviços eleitorais, que fica no canto superior à direita, na opção “Local de votação”. É possível pesquisar o local de votação informando CPF, nome da mãe e data de nascimento ou acessando o sistema com o e-Título. Nesse caso, basta informar o CPF e o código gerado pelo aplicativo.

Além do local de votação, o portal permite consultar o número do título, verificar a situação eleitoral e confirmar a autenticidade de documentos emitidos pela Justiça Eleitoral.

Rio de Janeiro

As mudanças anunciadas pelo TRE do Rio de Janeiro afetam cerca de 188 mil eleitores em 20 municípios. Segundo o tribunal, a decisão foi tomada por motivos de segurança para evitar que a votação ocorra em locais dominados pelo crime organizado e classificados como de alto risco.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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