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Amep anuncia curso gratuito de geoprocessamento em parceria com a Escola de Gestão

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A Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), em conjunto com a Escola de Gestão, anunciou nesta terça-feira (02) o lançamento do curso de Introdução ao Geoprocessamento com QGIS. O QGIS é um software de Sistema de Informação Geográfica (SIG) de código aberto. É considerado uma ferramenta acessível e eficaz para análise geoespacial.

O curso, disponível na modalidade de Educação a Distância (EAD), abrangerá temas cruciais, como análise de dados georreferenciados, produção de mapas temáticos municipais e a aplicação de ferramentas de automatização para análises geoespaciais.

Dirigido inicialmente a servidores estaduais e técnicos municipais, o curso também está aberto a todos os cidadãos interessados em aprimorar suas habilidades em geoprocessamento.

O curso, ministrado pela arquiteta urbanista e mestra em Planejamento Urbano pela Universidade Federal do Paraná Anabelli Simões Peicho, servidora da Amep, já está totalmente gravado, permitindo aos participantes a flexibilidade de aprendizado de acordo com suas próprias programações.

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O diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, destacou especialmente a relevância do curso para a capacitação dos técnicos municipais, sublinhando seu papel vital no aprimoramento do planejamento urbano. “O curso representa uma oportunidade para capacitar os técnicos. O entendimento avançado dessas ferramentas é crucial para fortalecer o planejamento urbano, permitindo uma abordagem estratégica na gestão de nossas cidades”, comentou.

Para se inscrever no curso, os interessados devem realizar o cadastro na plataforma da Escola de Gestão do Paraná. O processo é simples e rápido, garantindo que os participantes estejam prontos para iniciar seu aprendizado imediatamente. O link para inscrição está disponível aqui.

Fonte: Governo PR

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MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”

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No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.

Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).

Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).

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A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.

Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.

Matéria anterior:

14/07/2026 – MPPR denuncia vereadora de Matinhos e seu marido, investigados por exigirem repasse de parte das diárias recebidas por assessores lotados em seu gabinete

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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