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Agritech apresenta nova geração de tratores na Agrishow 2026 e celebra 25 anos com foco em inovação para agricultura familiar

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A Agritech apresenta sua nova geração de tratores durante a Agrishow 2026, realizada em Ribeirão Preto (SP), entre os dias 27 de abril e 1º de maio. A participação marca também a celebração dos 25 anos da empresa, que reforça sua atuação voltada à agricultura familiar.

Na feira, a companhia apresenta uma evolução de sua linha de equipamentos compactos, desenvolvidos para atender às necessidades do produtor rural, com mais tecnologia, conforto e eficiência operacional.

Novos tratores AGT-75 Compacto e 1185 Compacto chegam com mais tecnologia e eficiência

Entre os principais lançamentos estão os modelos AGT-75 Compacto e 1185 Compacto, ambos disponíveis nas versões com e sem cabine. Os novos tratores trazem um conjunto de melhorias em design, desempenho e operação.

Segundo o gerente de Vendas e Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, os modelos chegam com design renovado, nova padronização de cores e aprimoramentos que melhoram a experiência do operador.

Entre as novidades estão:

  • Painel digital
  • Novo eixo dianteiro
  • Aumento de 25% na capacidade do tanque de combustível

As melhorias ampliam a autonomia das máquinas no campo e reforçam a eficiência operacional.

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Conforto e funcionalidade para o operador no campo

Os novos modelos também incorporam soluções voltadas ao dia a dia do operador rural, com foco em praticidade e segurança durante o trabalho.

Entre os itens adicionados estão:

  • Tomada elétrica de 7 pinos (12V)
  • Faróis de trabalho e iluminação auxiliar em LED
  • Caixa de ferramentas ampliada
  • Suporte para celular
  • Entradas USB e USB-C

No conjunto técnico, os tratores mantêm características já consolidadas da marca, como o motor Perkins de 75 cv no AGT-75 e o motor Yanmar Turbo de 82 cv no modelo 1185.

Os equipamentos contam ainda com transmissão de 24 velocidades com reversor e redutor, tomada de força econômica e proporcional, comando duplo e válvula de fluxo contínuo.

Agritech reforça foco em soluções práticas para pequenos e médios produtores

Para a empresa, o objetivo vai além do lançamento de novos produtos, com foco em soluções que atendam de forma prática o cotidiano do produtor rural.

Segundo a Agritech, a nova geração de tratores representa a continuidade de um trabalho desenvolvido ao longo dos 25 anos da marca, com foco em tecnologia acessível e funcional no campo.

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Novo AGT 25 Cabinado amplia portfólio com foco em pequenas propriedades

Outro destaque apresentado na Agrishow 2026 é o AGT 25 Cabinado, que amplia o portfólio da empresa com foco em conforto e desempenho em pequenas propriedades e culturas de espaçamento reduzido.

O modelo compacto é equipado com motor Mitsubishi de 3 cilindros, com potência de 24 cv ou 25 cv, transmissão de 9 marchas à frente e 3 à ré, além de tomada de força nas opções 540 e 1000 RPM.

Agritech reforça compromisso com agricultura familiar e inovação no campo

A Agritech destaca que mantém seu compromisso com a agricultura familiar, segmento no qual consolidou sua atuação ao longo dos anos.

A empresa afirma que segue desenvolvendo soluções voltadas à evolução do produtor rural, contribuindo para ganhos de produtividade, eficiência operacional e melhoria da qualidade de vida no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Arroz hoje: mercado trava com custos em alta e expectativa por leilões do governo no Brasil

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O mercado de arroz hoje no Brasil opera em ritmo cauteloso, especialmente no Rio Grande do Sul, principal estado produtor. A combinação de custos elevados, dificuldades no repasse de preços e ожидativa por leilões governamentais tem travado as negociações e dividido agentes ao longo da cadeia.

Levantamento do Cepea aponta que o cenário atual é marcado por incertezas, com compradores e vendedores adotando estratégias distintas diante das condições de mercado.

Mercado externo: demanda sem força decisiva no curto prazo

No cenário internacional, o arroz não apresenta, neste momento, um vetor suficientemente forte para destravar o mercado interno brasileiro. Apesar de alguma estabilidade nas exportações, o fluxo externo não tem sido capaz de compensar as dificuldades domésticas de formação de preços.

Com isso, o comportamento do mercado segue mais dependente de fatores internos, especialmente políticas de apoio à comercialização.

Mercado interno: negociações travadas e agentes divididos

No mercado doméstico, o ritmo de negócios segue lento. De um lado, indústrias buscam recompor estoques e, em alguns casos, elevam suas ofertas para atrair vendedores. De outro, parte dos compradores prefere aguardar definições sobre os leilões de apoio do governo antes de avançar nas aquisições.

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Entre os produtores, o comportamento também é heterogêneo:

  • Produtores com maior necessidade de caixa intensificam vendas no mercado spot
  • Outros optam por reter produto, insatisfeitos com os preços atuais
  • Parte do setor mantém foco na colheita, postergando negociações
Preços do arroz hoje: dificuldade de repasse pressiona mercado

Os preços do arroz em casca seguem pressionados pela dificuldade de repasse ao longo da cadeia. Atacado e varejo apresentam resistência a reajustes, limitando a margem de negociação da indústria e impactando diretamente o produtor.

Esse desalinhamento entre os elos da cadeia contribui para a lentidão nas transações e reforça o ambiente de cautela.

Indicadores: custos de produção seguem em alta

Outro fator relevante para o mercado de arroz hoje é a elevação dos custos de produção. Insumos mais caros continuam pressionando a rentabilidade do produtor, reduzindo o estímulo à comercialização em patamares considerados baixos.

Além disso, as condições climáticas também impactam o andamento da safra:

  • Chuvas em microrregiões do Rio Grande do Sul atrasam a colheita
  • Trabalhos no campo seguem de forma parcial
  • Atrasos atingem tanto o arroz quanto a soja
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Análise: leilões PEP e Pepro são decisivos para o mercado

A expectativa pela divulgação dos editais de leilões de apoio à comercialização — como PEP (Prêmio para Escoamento de Produto) e Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor) — é hoje o principal fator de influência sobre o mercado.

Esses mecanismos podem:

  • Garantir melhor remuneração ao produtor
  • Estimular o escoamento da produção
  • Reequilibrar a formação de preços

Enquanto não há definição oficial, o mercado tende a permanecer travado, com negociações pontuais e comportamento cauteloso.

Diante desse cenário, o arroz se mantém como uma commodity hoje sensível a políticas públicas e custos de produção, com tendência de volatilidade no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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