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Acolhimento turístico do Estado registra 49 mil atendimentos no Verão Maior Paraná

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A Secretaria de Estado do Turismo (Setu) realizou 49.238 atendimentos a moradores e visitantes durante o Verão Maior Paraná, ao longo de janeiro de 2026. As ações ocorreram em 11 postos fixos distribuídos pelo Litoral e pela região Noroeste, além de uma estrutura itinerante que percorreu outros 19 pontos em balneários e áreas de grande circulação, ampliando o acesso às informações turísticas e aos serviços do Estado.

Os espaços ofereceram orientação sobre atrativos, roteiros e deslocamentos, apoio ao visitante, empréstimo de guarda-sóis, atividades recreativas para famílias e aplicação da Pesquisa Verão Maior Paraná 2026, que trará dados sobre perfil dos visitantes, hábitos de consumo e avaliação dos serviços. O levantamento subsidia o planejamento das políticas públicas para o setor e terá seus resultados apresentados ainda em fevereiro de 2026.

Para o secretário de Estado do Turismo, Leonaldo Paranhos, a presença da equipe em diferentes frentes contribuiu para qualificar a experiência de quem escolheu o Paraná como destino. “Estar onde o veranista está faz toda a diferença. Foram mais de 49 mil atendimentos, com informação clara, acolhimento e serviços que dão segurança e conforto. O turismo começa no bom atendimento, e é isso que o Estado oferece ao longo de toda a temporada”, afirma.

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O atendimento foi realizado por servidores, coordenadores e acadêmicos bolsistas de Turismo, previamente capacitados sobre os destinos do Paraná, protocolos de recepção e coleta de dados. A atuação integrada permitiu ampliar a cobertura diária dos pontos fixos e reforçar as abordagens em áreas de maior fluxo.

O modelo itinerante foi um dos diferenciais da operação. A van da Setu levou orientação a balneários menores e locais mais afastados das estruturas principais, garantindo capilaridade ao serviço. Segundo o coordenador de Inovação da Setu, Paulo José Custódio, a estratégia aproxima o poder público do visitante. “O posto itinerante complementa os pontos fixos. É uma forma de  alcançar todo o litoral. Com o bom atendimento e a boa experiência procuramos gerar fluxo também para outros destinos no Paraná”, explicou.

Além da orientação, os postos contaram com jogos interativos, dinâmicas educativas e ações de divulgação dos destinos paranaenses, estimulando o interesse por outras regiões do Estado. As atividades ajudaram a atrair famílias e criar momentos de permanência nos espaços, facilitando o diálogo com o público.

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A estrutura foi aprovada pelos visitantes. O turista Jonatas Rodrigo de Santos, de Palmeira, destacou a organização do atendimento. “É uma estrutura completa, que atende todos os públicos e melhora a cada ano”, disse. Já Joelmir de Souza Dias, de Umuarama, ressaltou os investimentos no Litoral. “Dá para ver que o Governo investiu forte. Como turistas, a gente aproveita melhor quando tem orientação e apoio”, afirmou.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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