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Paraná

A pedido do MPPR, Judiciário determina o bloqueio de bens do prefeito de Porecatu e de outros réus no valor de R$ 180 mil por fraudes em licitações

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Atendendo pedido do Ministério Público do Paraná em ação civil pública, o Judiciário determinou liminarmente o bloqueio de bens do prefeito, do secretário municipal de Saúde e de um assessor de Planejamento de Porecatu, no Norte Central do estado, investigados por suspeita de fraude em licitações conduzidas pelo Município. A suspeita é de direcionamento de processos licitatórios para enriquecimento ilícito – também são requeridos na ação os particulares possivelmente beneficiados com a prática. O montante a ser bloqueado solidariamente entre os réus é de R$ 180 mil.

A ação por ato de improbidade administrativa é um desdobramento de investigações conduzidas pelo núcleo de Londrina do Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria), em conjunto com a 1ª Promotoria de Justiça de Porecatu e a Promotoria de Justiça de Faxinal, que identificaram a atuação do grupo em pelo menos 29 municípios do Paraná. A finalidade seria obter vantagem econômica a partir de fraudes em licitações, contratações diretas e desvios de recursos públicos nas administrações municipais.

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No caso de Porecatu, foi comprovado que, com o objetivo de direcionar a contratação de uma empresa específica em processos de 2020, o grupo atuou para promover a inexigibilidade de licitação, o que acarretou prejuízo ao erário, com “a criação de um objeto (software) que foi inutilizado, bem como criação de demanda para adquirir produtos de tecnologia e contrair novos gastos”, aponta a ação. A contratação indevida resultou no dispêndio R$ 245,8 mil de dinheiro público.

A ação civil tramita sob sigilo na Vara da Fazenda Pública de Porecatu.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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