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Paraná

Copel entrega seis novas subestações e beneficia 269,2 mil unidades consumidoras

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Neste mês de dezembro, a Copel está concluindo as obras de seis novas subestações de energia, das quais quatro na região Noroeste, uma no Norte e outra no Centro-Sul do Paraná. Os investimentos nessas unidades somam R$ 271,7 milhões para o benefício direto de 269 mil clientes.

“As subestações ancoram o sistema de distribuição e garantem o fornecimento de energia segura e eficiente a residências, comércios, indústrias e agroindústrias, no campo e nas cidades. Isso representa um importante suporte ao desenvolvimento econômico local e regional”, afirma o superintendente de Engenharia da Copel, Edison Ribeiro da Silva.

Entre o fim do ano passado e este ano são 19 novas subestações entregues pela companhia em diversas regiões do Paraná, com investimentos que superam R$ 596,1 milhões. Modernas e integradas à rede elétrica inteligente, as novas estruturas entregues neste ano reforçam a distribuição de energia, com qualidade e estabilidade, a cerca de 471,1 mil unidades consumidoras em municípios de todas as regiões paranaenses.   

ENTREGAS – Na região Noroeste, estão sendo entregues neste mês, as unidades de 138 mil Volts em Campo Mourão (SE Bandeira), para o benefício direto de 71,2 mil clientes; Cianorte (SE Atlântica) e Nova Londrina (SE Nova Londrina), para atender, respectivamente, a 68,6 mil e 48,2 mil clientes cada uma. E ainda a subestação Domício Gomes, com 34,5 mil Volts, na região de Porto São José, em São Pedro do Paraná, para o benefício de 3,7 mil clientes diretos.

Na região Norte, também neste mês, a Copel está finalizando as obras da subestação Jardim Figueira, em Apucarana, para o atendimento direto de 75,6 mil unidades consumidoras. A ativação completa da unidade será feita com a conclusão de obras de rede complementares que estão em andamento.

Construída próximo ao Núcleo Habitacional Papa João Paulo I, a nova infraestrutura de distribuição de energia irá operar em 138 mil volts de tensão. São benefícios da nova subestação: maior quantidade de energia disponível para o atendimento a novas ligações no suporte à atração de novos investimentos, e aumento do uso da energia pelos estabelecimentos já atendidos.   

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O novo empreendimento permitirá ainda a maior flexibilidade na operação das outras duas subestações existentes em Apucarana, beneficiando indiretamente outros municípios da região, como Jandaia do Sul, Arapongas e Califórnia. 

Na região Centro-Sul, em Ponta Grossa, a subestação Itaiacoca é outra que está sendo entregue neste mês. A nova unidade foi projetada para o atendimento de 1,7 mil unidades consumidoras do município.

PLANEJAMENTO – De acordo com a gerente executiva do Departamento de Construção de Linhas e Subestações da Copel, Graziella Costa Gonçalves, novas estruturas são planejadas e projetadas conforme a demanda dos municípios. 

“O aporte de recursos em obras de melhoria na rede distribuição de energia em todas as regiões do Estado faz parte do planejamento da companhia com foco nas demandas e no potencial de desenvolvimento das cidades paranaenses”, afirma a Graziela.

As subestações possibilitam a divisão dos circuitos existentes em trechos menores, tornando o fornecimento mais confiável, com menor risco de interrupções. Além disso, contribuem para o alívio do carregamento nas linhas de distribuição, permitindo que a rede acompanhe o crescimento urbano.

19 novas subestações em todo Paraná

SUDOESTE 

Vitorino (SE Vitorino / 34,5 mil Volts) para atender diretamente a 6,4 mil clientes. Investimentos de R$ 13,5 milhões da Copel.

Capanema (SE Barão de Capanema / 138 kV) para atender diretamente a 15 mil clientes. Investimentos de R$ 34 milhões.

Francisco Beltrão (SE Petrópolis / 138 kV) atendendo de forma direta a 21 mil clientes. Investimentos de R$ 39,5 milhões.

OESTE

Capitão Leônidas Marques (SE Capitão Leônidas Marques / 138 kV) para o benefício direto a 62 mil unidades consumidoras. Investimentos de R$ 51,6 milhões.

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São Miguel do Iguaçu (SE São Miguel do Iguaçu) atendendo diretamente a 23 mil unidades consumidoras. Investimentos de R$ 37,9 milhões.

NOROESTE

Campo Mourão (SE Bandeira / 138 kV) para o benefício direto de 71,2 mil clientes. Investimentos de R$ 59,2 milhões.

Cianorte (SE Atlântica / 138 kV) para atender a 68,6 mil clientes diretos. Investimentos de R$ 40,5 milhões.

Nova Londrina (SE Nova Londrina / 138 kV) para atender a 48,2 mil clientes de forma direta. Investimentos de R$ 75 milhões.

São Pedro do Paraná (SE Domício Gomes/Porto Meira/34,5 kV) para o benefício direto de 3,7 mil clientes. Investimentos de R$ 13 milhões.

Brasilândia do Sul (34,5 kV) para atender diretamente a 7,3 mil unidades consumidoras. Investimentos de R$ 6,8 milhões.

Santa Mônica (SE Aparecida/ 34,5 kV), para o atendimento direto a 2,5 mil clientes. com Investimentos de R$ 7,5 milhões.

Maringá (SE Morangueira / 138 kV) para o atendimento direto a cerca de 35 mil clientes. Investimentos de R$ 44 milhões. 

LESTE

Almirante Tamandaré (SE Minérios / 34,5 kV) para o atendimento de forma direta a 5,6 mil clientes. Investimentos de R$ 10,8 milhões. 

Balsa Nova (SE Purunã / 34,5 kV) para o benefício direto a 3,4 mil unidades consumidoras. Investimentos de R$ 10,7 milhões.

CENTRO SUL

Ponta Grossa (SE Itaiacoca / 34,5 kV) para o atendimento direto a 1,7 mil unidades consumidoras. Investimentos de R$ 8 milhões.

Mallet (SE Rio Claro do Sul / 34,5 kV) para o benefício direto de 5,4 mil unidades consumidoras. Investimentos de R$ 12 milhões.

Paula Freitas (SE Paula Freitas / 34,5 kV) para atender diretamente a 2,5 mil clientes. Investimentos de R$ 11,7 milhões.

Piraí do Sul (SE Piraí do Sul / 138 kV) para atender a 13 mil unidades consumidoras de forma direta. Investimentos de R$ 44,4 milhões.

NORTE

Apucarana (SE Jardim Figueira / 138 kV) para atender diretamente a 75,6 mil unidades consumidoras. Investimentos de R$ 76 milhões.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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