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Paraná

PMPR e PF apreendem 3,5 toneladas de maconha e fuzis em Icaraíma

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A Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron), em ação integrada com o Batalhão de Polícia Ambiental (BPMA) e o Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal (Nepom), apreendeu aproximadamente 3,5 toneladas de maconha e quatro fuzis, nesta terça-feira (9), em Icaraíma, no Noroeste, nas proximidades do Rio Paraná. A operação resultou na prisão de um homem e causou um prejuízo estimado ao crime organizado de R$ 7,3 milhões.

As equipes faziam diligências em região rural com foco no combate aos crimes transfronteiriços quando perceberam intensa movimentação de veículos e embarcações entrando em uma propriedade. Diante da suspeita, os policiais realizaram a aproximação e interromperam uma operação criminosa que estava em andamento no local.

Durante as buscas, foram encontrados os entorpecentes já embalados para transporte. Além da droga, foram apreendidos quatro fuzis calibre 7,62 e uma pistola calibre 9 mm. Houve também a apreensão de três veículos e duas embarcações utilizados na logística do tráfico de drogas e armas.

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“Essa ação integrada demonstra a importância da presença das forças de segurança na região de fronteira, interrompendo operações de organizações criminosas. Conseguimos evitar que drogas, armas e outros ilícitos sigam para o interior do Paraná e de outras regiões do país, reduzindo a capacidade de abastecimento do crime e prevenindo novos delitos”, explica o major Éldison Martins do Prado, comandante do BPFron.

Um homem de 22 anos, que atuava na guarda e movimentação do material ilícito, foi preso em flagrante.

Todo o entorpecente, armamento, embarcações, veículos e o detido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal de Guaíra para os procedimentos de polícia judiciária.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná e órgãos de fiscalização visitam propriedades rurais e estabelecimentos agrícolas em operação de combate a crimes ambientais no estado

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O Ministério Público do Paraná, em conjunto com diversos órgãos ambientais e das forças de segurança, realizou nesta semana, de 14 a 17 de abril, a Operação Estoque Limpo II, voltada a combater crimes ambientais no estado. A força-tarefa fiscalizou a destinação de embalagens vazias e as condições de armazenamento e utilização de produtos irregulares ou ilícitos, inclusive de origem contrabandeada, em desacordo com a legislação ambiental, visando prevenir a contaminação do solo e da água e eventuais riscos à saúde pública. Os alvos foram propriedades rurais e estabelecimentos agrícolas em Boa Esperança, Campina da Lagoa, Goioerê, Moreira Sales, Quarto Centenário, Rancho Alegre D’Oeste, Ubiratã e Juranda, municípios no Centro Ocidental do estado.

Acesse álbum com fotos da Operação

A operação mobilizou equipes do Núcleo de Campo Mourão do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema), do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente (unidade do MPPR), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), do Instituto Água e Terra (IAT) e da Polícia Militar.

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Resultados – Nos quatro dias de diligências, as equipes fiscalizaram 45 propriedades e três estabelecimentos comerciais do ramo agropecuário, sendo identificadas irregularidades relacionadas ao acondicionamento de embalagem vazias em 21 propriedades. Foram lavrados 47 termos de fiscalização e cinco autos de infração, sendo também expedido um auto de prisão em flagrante pelo crime de produção, armazenamento e transporte de agrotóxicos ou produtos de controle ambiental não registrados ou não autorizados. Além disso, 1.162,7 litros de agrotóxicos impróprios para uso foram retirados de circulação. Em três propriedades, foram localizados animais domésticos em situação de vulnerabilidade, sendo também registrado um boletim de ocorrência por maus-tratos a animais.

Um dos casos de maior gravidade ocorreu no município de Quarto Centenário, onde foi constatado o descarte inadequado de embalagens vazias de agrotóxicos, muitas delas depositadas a céu aberto diretamente sobre solo permeável, além de outras armazenadas em “big bags”, também expostas ao tempo e em contato direto com o solo, com risco de contaminação ambiental.

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Verificou-se ainda a reutilização indevida dessas embalagens para alimentação de animais, prática proibida pelas normas sanitárias e ambientais devido ao risco de intoxicação. Outra irregularidade apurada foi a queima de embalagens de agrotóxicos, incluindo um recipiente do produto estrangeiro B-Boxing, caracterizando não apenas descarte irregular, mas também uso de produto não registrado ou não autorizado. Em relação aos animais, foram encontrados seis cães e cinco gatos (sendo dois filhotes) em condições inadequadas que configuravam situação de maus-tratos, o que motivou o recolhimento por parte de organização não-governamental de Goioerê com atuação na área de proteção animal. Foram ainda localizadas cinco calopsitas mantidas em ambiente insalubre, sem acesso a alimentação e água.

As investigações prosseguirão, e os responsáveis pelas propriedades flagradas com irregularidades poderão responder criminalmente por crimes ambientais, como o armazenamento de substâncias tóxicas ilegais e maus-tratos contra animais.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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