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Em Maringá, Gaeco cumpre mandado de busca e apreensão contra policial civil em operação que investiga crimes de extorsão, corrupção, lavagem de dinheiro e outros

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O Núcleo de Maringá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, cumpriu na manhã desta terça-feira, 9 de dezembro, um mandado de busca e apreensão no âmbito da Operação Quaestor, que apura a prática dos crimes de usura violenta, corrupção, extorsão majorada, violação de sigilo funcional qualificada e lavagem de dinheiro.

Áudio do promotor de Justiça Marcelo Alessandro Gobbato

A medida, expedida pela 2ª Vara Criminal de Maringá, no Noroeste do Estado, foi cumprida em Sarandi, em endereço ligado a um policial civil investigado. Durante o cumprimento da ordem judicial, que foi acompanhada por representante da Corregedoria da Polícia Civil, foram apreendidos itens de interesse da investigação.

Investigações – As apurações do caso tiveram início em abril de 2025, após o Gaeco de Maringá colher indícios de que um policial civil estaria envolvido com particulares em um esquema relacionado à cobrança violenta de dívidas com juros abusivos. Como parte da estratégia de cobrança, automóveis que se encontravam em posse de pessoas em débito com antigos proprietários vinham sendo apreendidos de modo arbitrário, mediante intimidação e uso indevido da função e de sistemas de consultas sigilosas da Secretaria de Segurança Pública do Paraná para obter dados confidenciais dos devedores.

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Com o cumprimento do mandado, as investigações terão prosseguimento, visando ao total esclarecimento dos fatos e à responsabilização de todos os envolvidos.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro

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A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:

O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.

O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.

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Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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