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Educação

MEC promove primeiro encontro nacional da CPOP

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O Ministério da Educação (MEC) promoveu nesta segunda-feira, 8 de dezembro, o primeiro dia do 1º Encontro Nacional da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP). A rede oferta suporte técnico e financeiro a cursinhos populares de todo o país com o intuito de promover a preparação de estudantes socialmente vulnerabilizados para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), visando seu ingresso na educação superior.  

Esse foi o primeiro encontro dos cursinhos contemplados pela política em 2025 e seu objetivo é garantir o fortalecimento da CPOP, a interlocução e a troca de experiência entre as organizações por meio de debates sobre práticas de educação popular. As atividades continuam na terça-feira, 9 de dezembro.  

O secretário-executivo do MEC, Leonardo Barchini, explicou que a iniciativa nasceu com a missão de oferecer oportunidades para o jovem de periferia e de baixa renda se preparar para o Enem com todo o suporte necessário: material didático adequado, bolsa de estudo e professores remunerados. “A CPOP veio para ficar. Ela não só não vai acabar, como a gente vai expandi-la ano que vem, porque a gente quer que todas as cidades brasileiras tenham um cursinho popular com o apoio do Ministério da Educação”, afirmou.  

Leia mais:  Participantes se preparam para a Prova Nacional Docente

Sua colega na pasta, a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), Zara Figueiredo, endossou a necessidade se estabelecer os cursinhos populares como política de Estado: “Precisamos pensar como é que os cursinhos populares encontrarão lugar dentro do Plano Nacional de Educação [PNE]. Nosso grande desafio é chegar ao consenso de como fazer uma política de Estado sem renunciar uma participação popular genuína”. 

Além dos representantes do MEC, a mesa de abertura do encontro contou ainda com as presenças da reitora da Universidade de Brasília, Rozana Naves; do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República Guilherme Boulos; e da senadora Teresa Leitão (PT-PE). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Carteira Nacional Docente do Brasil: saiba como emitir o documento

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Professores das redes pública e privada de ensino de todo o país que ainda não emitiram a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) podem solicitar gratuitamente o documento digital, que visa reconhecer oficialmente os profissionais do magistério e ampliar o acesso às políticas de valorização da carreira docente. Desde outubro de 2025, quando a emissão foi disponibilizada, já foram expedidas 860 mil carteiras.  

Com validade de dez anos em todo o território nacional, a CNDB integra o programa Mais Professores para o Brasil e reúne, em um único documento, a identificação profissional do docente e o acesso a benefícios exclusivos oferecidos pelo programa e por instituições parceiras, como descontos em atividades culturais e educacionais. 

Podem solicitar a CNDB professores em exercício com vínculo ativo em instituições de ensino reconhecidas, públicas ou privadas, da educação infantil ao ensino superior. Para emitir a carteira, é necessário possuir CPF regular junto à Receita Federal e cadastro ativo no e-Social realizado pela instituição empregadora. 

O documento funciona como identificação oficial, conferindo mais praticidade e segurança aos profissionais da educação. 

Como emitir a CNDB: 

A emissão é simples, gratuita e realizada de forma totalmente digital.  

  • O professor deve acessar a plataforma oficial do programa Mais Professores, utilizando uma conta Gov.br
  • Após o login, o sistema verifica automaticamente os critérios de elegibilidade, além de apresentar os dados cadastrais e o vínculo com a instituição de ensino. 
  • Em seguida, basta conferir as informações, preencher os dados de contato, tirar uma fotografia na própria plataforma e concluir a solicitação.    
  • Depois da validação, a versão digital da carteira fica disponível para acesso. 
  • Após a emissão da versão digital da CNDB, os solicitantes receberão a versão física em até 90 dias. 
Leia mais:  MEC divulga dados de aprendizado em português

Caso seja identificada alguma divergência nas informações profissionais, o docente deverá solicitar a atualização dos dados junto à instituição de ensino onde mantém vínculo antes de concluir o processo. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE) 

Fonte: Ministério da Educação

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