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Greve de caminhoneiros tem baixa adesão e não causa bloqueios nas rodovias federais

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Sem engajamento, mobilização não afeta o tráfego

A greve nacional convocada por parte dos caminhoneiros para esta quinta-feira (4/12) não afetou o fluxo de veículos nas rodovias federais. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), até as 8h da manhã não havia registro de bloqueios ou interdições em trechos sob sua responsabilidade — inclusive nas regiões do Distrito Federal e entorno, historicamente sensíveis a paralisações.

Falta de adesão mesmo nos estados mais visados

O movimento, que tinha como foco principal a Região Sudeste e especialmente o estado de São Paulo, não teve adesão significativa nem mesmo nos locais tradicionalmente mais mobilizados. Não houve notificações formais de bloqueios em nenhuma parte do país, o que reforça o baixo engajamento da categoria na manifestação desta quinta.

Reivindicações seguem, mas sem pressão nas estradas

Segundo representantes da categoria, como o senhor Francisco Burgardt, do sindicato Sindicam-SP (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens de Ourinhos), o protesto foi protocolado corretamente junto ao governo federal no início da semana. As demandas incluem a criação de um modelo de estabilidade contratual para caminhoneiros autônomos, a revisão do marco regulatório para o transporte rodoviário de cargas e o reconhecimento da aposentadoria especial após 25 anos de trabalho, desde que comprovados por documentos fiscais ou contribuições.

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Apesar do planejamento formal, a ausência de adesão expressiva impediu qualquer paralisação efetiva — o que reduz o impacto imediato das reivindicações sobre o tráfego e a logística no país.

O que motivou o recuo dos caminhoneiros

Fontes ouvidas pela reportagem indicam que a falta de mobilização pode estar relacionada à incerteza sobre a resposta governamental, aos riscos financeiros envolvidos na paralisação e à dispersão de grupos que inicialmente aderiram ao movimento. Essa combinação resultou em um engajamento insuficiente para forçar bloqueios de estradas, deixando a mobilização com efeito praticamente nulo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ministro André de Paula participa de ato simbólico de exportação de uvas com oportunidades abertas pelo Acordo Mercosul-União Europeia

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, participou, nesta sexta-feira (22), em Petrolina (PE), de ato simbólico de exportação de carga de uvas amparada pela entrada em vigor do Acordo Mercosul–União Europeia. A ação ocorreu durante visita ao packing house da Fazenda Argofruta, no Vale do São Francisco, e marcou o registro da carga destinada ao mercado europeu com tarifa zero.

Durante o ato, o ministro destacou a importância do acordo comercial para ampliar a competitividade da fruticultura brasileira e fortalecer a presença dos produtos nacionais no mercado internacional.

“Estamos concluindo um momento que considero histórico. Esta carreta segue para o Porto de Suape levando a primeira carga de contêineres de uvas do Vale do São Francisco com tarifa zero. Isso representa mais competitividade para o nosso produto e, consequentemente, um retorno ainda maior para os nossos produtores”, comemorou André de Paula.

O ato simbolizou o potencial de ampliação das exportações da fruticultura brasileira, especialmente para produtores e exportadores do Nordeste, região que concentra um dos principais polos de produção irrigada e de exportação de frutas frescas do país.

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O ministro ressaltou ainda a relevância do mercado europeu para a fruticultura do Vale do São Francisco e os impactos positivos do acordo para o setor. “Quando levamos em conta que cerca de 75% das uvas exportadas pelo Vale têm como destino o mercado europeu, percebemos a dimensão desse momento. É uma grande celebração, porque este acordo marca definitivamente a história da produção e da exportação de frutas da região”, destacou.

André de Paula também enfatizou os avanços obtidos pelo Brasil na abertura de mercados internacionais para os produtos agropecuários brasileiros. Desde 2023, o país contabiliza 616 aberturas de mercado em 88 destinos internacionais.

“Esse ato simboliza a força e a competitividade da fruticultura brasileira no mercado internacional. O acordo entre Mercosul e União Europeia representa novas oportunidades para os produtores brasileiros e reforça o trabalho realizado pelo Mapa para ampliar a presença do agro brasileiro no exterior”, afirmou o ministro.

O presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, destacou a atuação conjunta entre a ApexBrasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o governo federal na consolidação do acordo e no fortalecimento das exportações da fruticultura brasileira. “Hoje vemos, na prática, o resultado desse trabalho integrado, com a saída do primeiro contêiner de uvas do Vale do São Francisco com tarifa zero para o mercado europeu. Isso demonstra que o acordo já está gerando oportunidades concretas para os produtores brasileiros e ampliando a competitividade da nossa fruticultura no mercado internacional”, disse.

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Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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