Paraná
Corpo de Bombeiros terá novo quartel em Curitiba para atender a Regional Tatuquara
O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) terá uma nova unidade em Curitiba para atender a Regional Tatuquara, que abrange os bairros do Tatuquara, Caximba e Campo de Santana. A iniciativa, passo importante para ampliar a segurança e a capacidade de resposta a emergências da corporação, é fruto de uma parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Curitiba, que cedeu um terreno de 3 mil metros quadrados para a implantação do quartel.
A Regional Tatuquara é uma das áreas que mais crescem na capital paranaense. De acordo com dados de 2022 do IBGE, a soma da população dos bairros Tatuquara, Caximba e Campo de Santana ultrapassa os 103 mil habitantes. Segundo a capitã Ana Paula Schibelbein, comandante da 1ª Companhia do 1º Batalhão do CBMPR, esse alto crescimento populacional somado ao grande número de ocupações irregulares na região aumenta a vulnerabilidade a incêndios e, consequentemente, a demanda por serviços de emergência.
Ela explica que, atualmente, os atendimentos na região são realizados pelos quartéis do Bairro Novo e da CIC, que somaram mais de 4 mil ocorrências em 2024, representando cerca de 23% de todo o acionamento do CBMPR em Curitiba. “A alta demanda, aliada ao trânsito intenso das vias de acesso, faz com que o tempo médio de chegada às ocorrências hoje, varie entre 17 e 35 minutos. Este novo quartel na região permitirá uma redução expressiva no tempo de resposta”, explica a capitã.
De acordo com ela, o padrão internacional recomendado de tempo de resposta é de até 10 minutos. Com a instalação do novo quartel regional, a projeção é que o CBMPR passe a atingir esse índice. “O impacto será direto na preservação de vidas e na redução de danos materiais. Estamos falando de deslocamentos muito menores, com uma resposta muito mais rápida e eficiente para quem mora na região”, destaca a comandante.
ESTRUTURA INTEGRADA E COMPLETA – A proposta é que a unidade seja planejada desde o início como uma estrutura completa, abrigando guarnição de combate a incêndio e equipe de atendimento pré-hospitalar do Siate. Isso aproxima o serviço da comunidade e fortalece o trabalho preventivo do CBMPR.
“A presença do quartel na região amplia o alcance das nossas ações educativas, melhora a cobertura operacional e garante maior capacidade de resposta em diferentes tipos de ocorrência”, afirma.
Com a cessão do terreno formalizada pela Prefeitura, o Governo do Estado inicia agora a fase de elaboração do projeto da obra. Em seguida, virão os trâmites de engenharia, estimativas orçamentárias e abertura do processo licitatório. Essas etapas definem o cronograma de início e conclusão das obras.
“Por envolver estudos técnicos, projeto executivo e licitação, ainda não existe um prazo fechado para a entrega da unidade. Mas o objetivo é que tudo avance com prioridade, devido à importância estratégica deste investimento para toda a região Sul de Curitiba”, reforça a capitã.
A cooperação entre o Governo do Paraná e a Prefeitura de Curitiba foi essencial para viabilizar o início do projeto. “Estou assinando a lei através da qual a Prefeitura de Curitiba cede um grande terreno na Regional Tatuquara ao Governo do Estado, que a partir de agora vai desenvolver um projeto para a instalação do posto do Corpo de Bombeiros. Hoje, nós não temos nenhum comando dentro da Regional do Tatuquara e com essa doação, nessa parceria que a Prefeitura tem com o Estado, vai ser viabilizado”, afirma o prefeito Eduardo Pimentel. .
Fonte: Governo PR
Paraná
Polícia Civil do Paraná realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para Polícia Judiciária. A formação, que teve foco em técnicas de imobilização e emprego de algemas, contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do País. O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e a Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).
Segundo o delegado-chefe do Tigre, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático policial.
Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária. “A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.
O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.
As instruções foram ministradas por policiais do Tigre, da PCPR, e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.
Os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.
A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão para outras forças de segurança pública no país.
“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.
Ele ressaltou, ainda, que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.
Fonte: Governo PR
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