Paraná
“Contraponto”: espetáculo do Balé Guaíra finalista do prêmio APCA volta ao Guairão
O Balé Teatro Guaíra (BTG) volta nesta semana ao palco do Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, o Guairão, com o espetáculo “Contraponto”. A montagem, que vem conquistando reconhecimento dentro e fora do país, rendeu à companhia a primeira indicação de sua história ao Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), um dos mais importantes do país, na categoria Melhor Elenco.
A apresentação será no final de semana, nos dias 22 e 23 de novembro – sábado, às 20h30, e domingo, às 18h. Os ingressos, a preços populares de R$ 10 (meia-entrada) e R$ 20 (inteira), estão disponíveis no DiskIngressos e na bilheteria do Centro Cultural Teatro Guaíra.
“É uma alegria voltar para a nossa casa com um espetáculo que levou o nome do Paraná e do Teatro Guaíra para tão longe. A gente espera que o público aproveite essa oportunidade, porque este espetáculo representa um momento muito especial na trajetória da companhia”, afirma o diretor do Balé Teatro Guaíra, Luiz Fernando Bongiovanni.
PREMIAÇÃO NACIONAL – A indicação ao prêmio nacional da APCA marca um momento histórico para o Balé Teatro Guaíra, terceira companhia pública de dança mais antiga do Brasil, consolidando sua relevância no cenário da dança contemporânea. “É consequência de um trabalho coletivo, de uma equipe muito comprometida. A indicação é para os bailarinos, mas também para técnicos, professores, coreógrafos e todos que fazem parte dessa engrenagem”, destaca Bongiovanni.
Lançado em 2023, “Contraponto” reúne duas obras: “Anima – Imensidão Adentro”, de Alan Keller, e “Castelo”, de Alessandro Sousa Pereira. As duas coreografias foram sucesso de público e crítica desde a estreia, com temporadas esgotadas no Guairinha e apresentações em grandes palcos, como o Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo. A última apresentação do espetáculo aconteceu em outubro, no Festival de Dança de Londrina, no encerramento do evento.
Na primeira parte do espetáculo, “Anima” propõe uma imersão em um universo onírico e sensorial, convidando o público a refletir sobre o que nos anima de forma invisível, mas essencial. A coreografia incorpora elementos do teatro de formas animadas, com a criação de um boneco de três metros de altura, que se tornou um dos símbolos da montagem.
Já a coreografia “Castelo” faz um profundo estudo sobre os mecanismos de defesa construídos diante dos desafios do mundo contemporâneo. Em 2024, a obra foi destaque na abertura da Niterói Semana de Dança e foi levada ao Sommerballet, festival de verão do Teatro Bellevue, em Klampenborg, na Dinamarca, com seis apresentações aclamadas.
Neste ano, “Castelo” teve novo destaque internacional, sendo levada pela segunda vez à Dinamarca, após o sucesso em 2024. “Quando levamos ‘Castelo’ pela primeira vez, a recepção foi tão intensa que o festival pediu que voltássemos com a obra. Isso mostra o impacto e a qualidade artística do trabalho”, comenta Bongiovanni. Além da Dinamarca, a coreografia também foi apresentada em cinco cidades de Portugal no início do ano.
ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES – Contraponto” volta agora ao Guairão para duas sessões especiais, que devem estar entre as últimas oportunidades do público curitibano assistir à montagem, já que a companhia está se preparando o calendário de 2026, com uma renovação de repertório. “Devemos abrir o ano com o novo espetáculo “ Stol” e em julho devemos trazer uma nova montagem de “Giselle”, adiantou Bongiovanni. O calendário completo do Balé Teatro Guaíra de 2026 deve ser anunciado no início do próximo ano.
Serviço:
Balé Teatro Guaíra | Contraponto: “Anima – Imensidão Adentro” e “Castelo”
Datas: 22 e 23 de novembro de 2025
Horários: sábado, às 20h30, e domingo, às 18h
Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) | R. Conselheiro Laurindo, 175, Centro, Curitiba
Ingressos: R$ 10 (meia-entrada) e R$ 20 (inteira), à venda no DiskIngressos e na bilheteria do Teatro Guaíra
Classificação indicativa: 12 anos.
Fonte: Governo PR
Paraná
IAT proíbe temporariamente a pesca e uso da água na Represa do Capivari
O Instituto Água e Terra (IAT) publicou no Diário Oficial do Estado de quarta-feira (6) a que proíbe temporariamente a pesca, o consumo de pescado e o uso da água da Represa do Capivari para atividades recreativas, como banho e natação. A medida é em decorrência de um acidente ambiental ocorrido em 26 de abril na BR-116, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba.
O texto também veda o uso da água para dessedentação (saciar a sede) de animais e outras finalidades que possam representar risco à saúde, em um raio de dois quilômetros do local do acidente. A proibição é válida por 30 dias a partir da publicação da peça jurídica.
A decisão foi tomada de modo preventivo após o derramamento de tintas, vernizes e solventes classificados pela Organização das Nações Unidas como substâncias com potencial de contaminação do corpo hídrico e da biota aquática.
Segundo portaria assinada pelo diretor-presidente do IAT, José Volnei Bisognin, há risco de presença de hidrocarbonetos, compostos orgânicos voláteis (VOCs), BTEX e metais pesados na água e nos organismos aquáticos. A dispersão desses compostos no ambiente pode representar ameaça à saúde pública por meio do consumo de pescado contaminado.
RESTRIÇÃO TEMPORÁRIA – A restrição vale para todas as modalidades de pesca, incluindo profissional, amadora e de subsistência. A medida terá validade inicial de 30 dias, mas o prazo poderá ser prorrogado mediante avaliação técnica do órgão ambiental.
O acidente ocorreu após um caminhão sair da pista e cair na Represa do Capivari, no km 42 da BR-116, durante forte chuva. O veículo transportava carga de tintas e solventes. Parte do material atingiu o barranco e as águas da represa. Duas pessoas morreram.
Equipes do Corpo de Bombeiros do Paraná (CBMPR), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e órgãos ambientais atuaram no atendimento da ocorrência e nas ações de contenção ambiental logo após o acidente.
De acordo com o IAT, a medida segue os princípios da prevenção e da precaução previstos na Política Nacional do Meio Ambiente, além de resguardar a integridade dos ecossistemas aquáticos até a conclusão das análises laboratoriais da qualidade da água.
O descumprimento da portaria poderá resultar em sanções previstas na legislação ambiental vigente, incluindo penalidades administrativas e criminais.
Fonte: Governo PR
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