Agro
Cibra une forças com Cubo Itaú para acelerar inovação e transformação digital no agronegócio
A Cibra, uma das maiores fabricantes de fertilizantes do Brasil, anunciou uma parceria estratégica com o Cubo Itaú, um dos principais ecossistemas de inovação da América Latina. A colaboração, que integra a companhia ao Cubo Agro, tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento de tecnologias voltadas ao campo e fortalecer a conexão entre o agronegócio e o ambiente das startups.
O movimento reforça o posicionamento da Cibra como uma empresa de vanguarda no setor e amplia sua atuação no universo da inovação aberta, ao lado de grandes nomes como CNH Industrial, Corteva, Itaú BBA, São Martinho e Suzano.
Conexão com startups e foco em desafios reais do agro
Com a nova parceria, a Cibra passa a atuar ativamente dentro do Cubo, promovendo a integração entre desafios reais do agronegócio e oportunidades de inovação tecnológica.
Entre as ações previstas estão:
- Desafios de inovação aberta nas áreas de agro, logística e energia;
- Projetos-piloto rápidos, com duração de até seis meses;
- Parcerias de impacto escalável, voltadas à adoção de soluções tecnológicas no campo.
“Para nós, o Cubo é o ambiente ideal para gerar valor de verdade no agro. Queremos encurtar o caminho entre ideia e resultado, conectando startups e parceiros capazes de construir soluções com impacto imediato e potencial de escala”, explica Rafael França, diretor de Inovação e Novos Negócios da Cibra.
Segundo o executivo, a iniciativa reforça a estratégia da empresa de buscar inovação concreta e crescimento sustentável, criando oportunidades que tragam “dinheiro novo” e fortaleçam toda a cadeia produtiva do agronegócio.
Metas: pilotos estruturados e inovação em escala nacional
A Cibra planeja avaliar dezenas de startups do Cubo já no primeiro ano de parceria, iniciar pilotos estruturados e desenvolver ao menos um case de alcance nacional. A meta é tornar tangível o impacto da inovação aberta no curto prazo e demonstrar a viabilidade de novas tecnologias aplicadas à agricultura brasileira.
“O propósito é conectar o agro tradicional à nova economia digital, impulsionando a transição do setor para uma era de inovação colaborativa”, complementa França. “Queremos consolidar a Cibra como a companhia de fertilizantes mais inovadora do Brasil.”
Ecossistema do Cubo Itaú impulsiona startups e sustentabilidade
A entrada da Cibra no Cubo também contribui para fortalecer a presença de startups voltadas ao agronegócio e à sustentabilidade dentro do ecossistema. A parceria deve estimular conexões entre empresas, investidores, universidades e empreendedores, promovendo casos de sucesso que demonstram o papel da inovação aberta na modernização do agro.
De acordo com Filipe Guimarães, head de Relacionamento com Corporações e Experiência do Cubo Itaú, a chegada da Cibra “representa uma expansão importante da comunidade no agro, abrindo novas oportunidades para startups que buscam aplicar tecnologia no campo, com acesso à expertise de uma empresa consolidada e à sua rede de atuação”.
O Cubo Itaú é reconhecido por conectar grandes empresas e startups em diversos segmentos. Somente em 2024, as startups do ecossistema registraram um faturamento estimado em R$ 10 bilhões, crescimento de 40% em relação a 2023, e foram responsáveis por mais de 27 mil empregos gerados em toda a América Latina.
Cibra mantém histórico de pioneirismo no setor agrícola
Nos últimos anos, a Cibra vem consolidando sua imagem como uma das empresas mais inovadoras do agronegócio brasileiro.
Foi a primeira fabricante de fertilizantes do país a lançar um e-commerce próprio, o CibraStore, e em 2024 apresentou o Jarilo, uma plataforma digital gratuita voltada à gestão e conectividade no campo.
Entre 2022 e 2024, a empresa investiu cerca de R$ 1 milhão em projetos de inovação, com foco em transformação digital, sustentabilidade e preservação ambiental.
Essas iniciativas reforçam o compromisso da companhia com um modelo de agronegócio mais eficiente, colaborativo e sustentável.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Manejo integrado pode reduzir perdas por geadas no trigo do Sul, alerta Vittia
A adoção de manejo integrado nas lavouras de trigo do Sul do Brasil pode ser decisiva para reduzir perdas causadas por geadas e outros eventos climáticos típicos do inverno. A avaliação é da Vittia, que defende o uso combinado de fertilizantes foliares, bioestimulantes e soluções biológicas como forma de fortalecer as plantas e ampliar sua capacidade de tolerar o estresse térmico.
Com a chegada do período mais frio do ano, produtores da região Sul enfrentam desafios recorrentes relacionados a baixas temperaturas, excesso de umidade e ocorrência de geadas, fatores que podem comprometer tanto a produtividade quanto a qualidade dos grãos.
Produção de trigo projetada em 6,38 milhões de toneladas na safra 2026
De acordo com estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção brasileira de trigo na safra 2026 deve atingir cerca de 6,38 milhões de toneladas. A área cultivada, por sua vez, tende a recuar para aproximadamente 2,14 milhões de hectares, o que reforça a necessidade de maior eficiência produtiva e redução de perdas no campo.
Nesse contexto, o manejo adequado da lavoura passa a ser um fator estratégico para proteger o investimento do produtor rural, especialmente em um cenário de margens mais apertadas e maior exposição ao risco climático.
Geada é um dos principais riscos da cultura do trigo
Segundo a Vittia, a geada está entre os principais fatores de risco para a cultura do trigo no Brasil, podendo impactar diferentes fases de desenvolvimento da planta.
O coordenador de Desenvolvimento de Mercado da empresa para a Região Sul, Gustavo Rubim, destaca que o planejamento antecipado é essencial para reduzir os impactos das baixas temperaturas.
“Mesmo em um inverno sob influência do El Niño, o produtor não deve descuidar do risco de geadas, sendo fundamental adotar estratégias de manejo bem definidas para reduzir possíveis impactos sobre o desenvolvimento e a produtividade das plantas”, afirma.
Além do frio intenso, Rubim ressalta que o período de inverno também traz outros desafios, como excesso de umidade, maior pressão de doenças e limitações operacionais no campo.
Manejo integrado é fundamental para reduzir riscos climáticos
De acordo com a Vittia, a combinação de práticas de manejo é determinante para aumentar a resiliência das lavouras. Entre as principais estratégias estão:
Principais pilares do manejo integrado:
- Manejo adequado do solo
- Nutrição equilibrada das plantas
- Controle fitossanitário eficiente
- Uso de soluções biológicas
- Monitoramento climático constante
- Escolha correta da época de semeadura
- Cultivares adaptadas à região
Essas práticas ajudam a reduzir o risco de que fases críticas da cultura coincidam com períodos de maior incidência de geadas.
Impactos da geada variam conforme o estágio da cultura
A Vittia alerta que os danos provocados pelo frio intenso dependem diretamente do estágio fenológico do trigo no momento da ocorrência.
Fase vegetativa: danos geralmente limitados à queima de folhas e redução temporária do crescimento, com possibilidade de recuperação
Espigamento, florescimento e enchimento de grãos: riscos mais elevados, com possível esterilidade de espiguetas, falhas na formação dos grãos e redução da produtividade e qualidade
Nutrição foliar e bioestimulantes ajudam na recuperação das plantas
Entre as ferramentas recomendadas para mitigar os efeitos do estresse térmico estão fertilizantes foliares e bioestimulantes. Segundo a empresa, esses produtos atuam como suporte fisiológico, ajudando a manter as plantas mais nutridas e preparadas para enfrentar condições adversas.
Nutrientes como potássio, cálcio, magnésio e micronutrientes contribuem para o equilíbrio metabólico da planta. Já compostos como aminoácidos e extratos de algas auxiliam na recuperação após eventos de geada.
Além disso, os bioestimulantes estimulam mecanismos naturais de defesa, aumentando a atividade antioxidante e reduzindo danos celulares causados pelo frio.
Estratégia deve ser preventiva e integrada, reforça Vittia
Para a Vittia, o uso dessas tecnologias deve estar inserido em uma estratégia de manejo mais ampla, com foco preventivo e planejamento antecipado.
“Não é possível controlar o clima, mas contribuir para que a planta esteja mais equilibrada nutricionalmente antes do evento e tenha melhores condições de recuperação”, destacou Gustavo Rubim.
O cenário reforça a importância de tecnologias agrícolas e práticas integradas como ferramentas essenciais para reduzir riscos climáticos e garantir maior estabilidade produtiva no trigo cultivado na região Sul do Brasil.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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