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Dólar retrai e Ibovespa se firma impulsionado por expectativas externas e declarações domésticas

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O dólar abriu esta quarta-feira em queda, com a moeda sendo cotada a cerca de R$ 5,27 no início do pregão — refletindo o recuo da véspera e o fortalecimento de expectativas sobre o encerramento da paralisação parcial do governo dos EUA. Já o índice Ibovespa deu início à sessão com estabilidade, alinhado ao bom humor externo e à atenção local.

Segundo dados de mercado, o dólar vinha sendo cotado em aproximadamente R$ 5,2751.

Cenário externo favorece o real e as ações brasileiras

O recuo da moeda americana ocorre em meio à expectativa de solução para o impasse fiscal nos EUA, o que reduz o apetite por dólar como porto-seguro. No Brasil, ficam em destaque tanto indicadores econômicos quanto manifestações do Banco Central do Brasil, via seu diretor de política cambial Galípolo — cujas falas acenderam o radar dos investidores para possíveis intervenções ou sinalizações macroeconômicas.

Acumulados recentes: câmbio e bolsa brasileira
  • Dólar (USD/BRL): Apesar da leve queda hoje, segue com acumulações negativas de ~-1,99% no mês e ~-14,68% no ano.
  • Ibovespa: Segundo a última atualização, o índice operava em torno de 157.749 pontos, com variação mensal positiva (~+5,49%) e retorno anual em torno de +31,15%.
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O que observar nos próximos dias

Evolução do processo de “shutdown” nos Estados Unidos e seu impacto no fluxo de capitais internacionais.

Próximas declarações ou decisões do Banco Central brasileiro, que podem influenciar tanto a taxa de câmbio quanto a estratégia de juros.

Dados domésticos de inflação, atividade econômica e câmbio que possam alterar o cenário para o real e para o mercado acionário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Escolha de variedades de soja eleva produtividade e impulsiona resultados no campo brasileiro

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A busca por maior produtividade e estabilidade nas lavouras de soja tem levado produtores brasileiros a repensarem a importância da escolha de sementes e da genética no desempenho das culturas. Em regiões do Sul do país, como no Paraná, agricultores já relatam ganhos expressivos após a adoção de variedades de alta performance associadas a manejo técnico mais preciso.

A experiência de produtores rurais está sendo apresentada na websérie “Vozes da Mudança”, da Golden Harvest, marca de sementes da Syngenta, que destaca histórias reais de evolução produtiva a partir da introdução de novas cultivares no campo.

Genética e manejo técnico elevam potencial produtivo da soja

No município de Maringá (PR), o agricultor Cleber Veroneze Filho enfrentava desafios recorrentes ligados à instabilidade climática, como veranicos prolongados e variações de temperatura que impactavam diretamente a rentabilidade da produção.

Mesmo em uma região de solo considerado fértil e altamente produtivo, o produtor buscava alternativas para reduzir riscos e aumentar a previsibilidade da safra.

Com a adoção da variedade GH2564I2X, da Golden Harvest, Veroneze relata melhorias no vigor inicial das plantas, maior adaptabilidade às condições climáticas e desempenho consistente até o momento da colheita.

Segundo o produtor, a lavoura apresentou uniformidade na maturação e resultados acima do esperado mesmo diante de adversidades climáticas.

“Mesmo com essas adversidades, o resultado foi muito interessante. A variedade mostrou estabilidade e alto potencial produtivo”, afirmou. Ele também projeta ampliar a área cultivada com a genética na próxima safra para avaliar o comportamento em maior escala.

Adaptação regional garante ganhos expressivos em produtividade

Em São Jerônimo da Serra (PR), outro exemplo reforça o impacto da escolha correta de cultivares. O agricultor André Luiz Machado, com experiência de seis safras na produção de soja, destaca a importância dos testes contínuos de novas variedades para adaptação às condições locais.

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Na propriedade, a cultivar 2463I2X apresentou desempenho superior em relação às médias históricas da fazenda, especialmente em uma safra marcada por chuvas regulares, porém de baixa intensidade.

O resultado alcançado chegou a 176 sacas por alqueire (equivalente a 2,42 hectares), acima da média de 140 sacas registrada em ciclos anteriores.

Segundo o produtor, a estabilidade da cultivar foi determinante para o desempenho, especialmente em uma região marcada por desafios como altitude elevada e estresses climáticos.

Sanidade da lavoura e resistência a doenças são diferenciais

Além da produtividade, fatores agronômicos como sanidade vegetal e resistência a doenças também influenciaram os resultados observados no campo.

A região apresenta histórico de ocorrência de problemas fitossanitários como mofo branco, ferrugem e oídio, além de risco de acamamento das plantas em função das condições climáticas locais.

De acordo com o produtor, a cultivar utilizada apresentou bom comportamento frente a esses desafios, mantendo estrutura adequada, estabilidade foliar e boa formação de vagens mesmo sob condições de estresse hídrico.

Genética avançada reforça estratégia do agronegócio brasileiro

Para a Syngenta, os resultados obtidos pelos produtores reforçam o papel estratégico da genética de sementes no aumento da produtividade e na sustentabilidade da produção agrícola.

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Segundo o diretor comercial da Golden Harvest no Brasil, Ricardo Formentini, a combinação entre pesquisa, desenvolvimento tecnológico e proximidade com o produtor rural é fundamental para o avanço do setor.

“A genética de ponta, aliada ao suporte técnico e à troca de conhecimento com os agricultores, é o que sustenta a evolução da agricultura brasileira. Nosso objetivo é oferecer materiais que permitam ao produtor produzir mais e melhor”, destaca.

A iniciativa reforça a tendência de modernização das lavouras brasileiras, onde a escolha de cultivares adequadas ao ambiente produtivo se torna cada vez mais decisiva para o desempenho econômico e agronômico das propriedades rurais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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