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Exportações de soja devem atingir 3,77 milhões de toneladas em novembro, aponta levantamento

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Exportações de soja desaceleram em novembro

O line-up — programação oficial de embarques nos portos brasileiros — projeta a exportação de 3,772 milhões de toneladas de soja em grão para novembro de 2025, segundo levantamento da Safras & Mercado. O volume representa uma desaceleração em relação a outubro, quando foram embarcadas 6,398 milhões de toneladas, mas ainda mantém o ritmo elevado observado ao longo do ano.

Em setembro, o Brasil exportou 6,964 milhões de toneladas do grão. Já no mesmo mês de 2024, as exportações haviam totalizado 4,443 milhões de toneladas, mostrando que o país segue com desempenho superior ao do ano anterior.

Acumulado do ano ultrapassa 105 milhões de toneladas

Entre janeiro e novembro de 2025, o line-up projeta o embarque total de 105,404 milhões de toneladas de soja. No mesmo período de 2024, o volume foi de 95,590 milhões de toneladas, o que representa um avanço significativo nas exportações da oleaginosa brasileira, impulsionadas pela forte demanda internacional e pela competitividade do produto nacional.

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Exportações de arroz somam 172 mil toneladas até início de novembro

Além da soja, o arroz também tem movimentado os portos brasileiros. De acordo com dados da Agência Marítima Williams Brasil, foram programadas 157,472 mil toneladas de arroz para embarque entre 1º de outubro e 4 de novembro, pelo Porto de Rio Grande (RS).

Outras 15 mil toneladas devem ser exportadas pelo Porto de São Luís (MA), totalizando 172,472 mil toneladas programadas para o período.

O relatório considera tanto os navios já atracados quanto aqueles que aguardam autorização para embarque, reforçando o bom desempenho das exportações brasileiras de grãos no último trimestre do ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar deve oscilar com tensão no Oriente Médio e indicadores econômicos dos EUA, aponta análise da StoneX

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O mercado de câmbio deve permanecer volátil nos próximos dias, com o dólar influenciado por dois fatores principais: a instabilidade geopolítica no Oriente Médio e a divulgação de novos indicadores econômicos nos Estados Unidos. A avaliação é da consultoria StoneX, que destaca um cenário externo ainda incerto e com impacto direto sobre o apetite global ao risco.

As oscilações recentes refletem a combinação de notícias divergentes sobre as negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã. Enquanto parte do mercado observa sinais de possível avanço nas conversas, outro segmento acompanha com cautela a persistência das tensões na região, o que mantém a volatilidade elevada nos mercados financeiros internacionais.

Tensão geopolítica sustenta volatilidade e influencia busca por ativos seguros

A instabilidade no Oriente Médio continua sendo um dos principais vetores de influência sobre o comportamento dos investidores. Em momentos de maior tensão, cresce a busca por ativos considerados mais seguros, como o dólar norte-americano, o que tende a fortalecer a moeda no cenário global.

Por outro lado, eventuais avanços diplomáticos podem reduzir a aversão ao risco e abrir espaço para ajustes nas cotações cambiais, com reflexos diretos sobre moedas emergentes e mercados de commodities.

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Inflação nos EUA segue acima da meta do Federal Reserve

Nos Estados Unidos, a atenção do mercado também está voltada para os indicadores de inflação. O Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE), métrica de referência para o Federal Reserve, registrou alta de 3,3% no acumulado de 12 meses.

O resultado permanece significativamente acima da meta de 2% perseguida pela autoridade monetária norte-americana, reforçando a percepção de cautela em relação aos próximos passos da política de juros.

Dados econômicos reforçam expectativa sobre juros americanos

Além da inflação, o mercado acompanha de perto os indicadores de emprego e atividade econômica nos Estados Unidos. Dados mais fortes podem sustentar a expectativa de manutenção de juros elevados por mais tempo, o que tende a favorecer o dólar.

Em contrapartida, sinais de desaceleração econômica poderiam aumentar as apostas em cortes de juros pelo Federal Reserve, reduzindo a pressão de valorização da moeda norte-americana e ampliando a volatilidade no mercado cambial global.

O cenário segue, portanto, dependente da evolução simultânea dos riscos geopolíticos e dos fundamentos econômicos dos Estados Unidos, que continuam ditando o ritmo do dólar no mercado internacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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