Paraná
Governo do Paraná autoriza a promoção de mais 300 policiais civis
O governador Carlos Massa Ratinho Júnior anunciou nesta semana a promoção de 300 servidores da Polícia Civil do Paraná (PCPR). O beneficia, com aumento de remuneração, 164 agentes de polícia judiciária, 131 delegados de polícia e 5 papiloscopistas policiais, todos do Quadro Próprio da Polícia Civil (QPPC).
O impacto mensal da medida é de R$ 361.072,51 a partir da folha de pagamentos de novembro. Esta é a segunda promoção de 2025. Em junho, foi anunciada uma das maiores promoções da história da corporação, com 2.118 profissionais beneficiados.
Com investigações eficientes que previnem o cometimento de crimes ou que aumentam o índice de solução dos casos, os policiais civis têm um papel fundamental no combate à criminalidade do Estado. Em 2023, a PCPR atingiu um índice de solução de homicídios de 83%, valor que foi superado no ano seguinte, chegando a marca histórica de 97%.
O delegado-geral da PCPR, Silvio Jacob Rockembach, lembrou que desde 2019 a Polícia Civil do Paraná vem ampliando a sua capacidade investigativa e entregando agilidade, eficiência e respostas à população. Para ele, isso é reflexo de uma instituição valorizada e com profissionais motivados.
“Nossos policiais têm à disposição o que há de melhor no mundo em termos de tecnologia e estrutura para trabalhar. Esses investimentos, somados à valorização da carreira e à contratação de mais profissionais a cada ano, levam a Polícia Civil a entregar índices de solução de crimes que são referência para todo o País.”
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NOVOS INVESTIMENTOS – Em 2025, o Governo do Estado contratou 686 novos policiais civis. No mês de agosto, 560 novos servidores tomaram posse e iniciaram o curso de formação, marcando a maior contratação da história da PCPR. Antes deles, em janeiro, 126 policiais foram incorporados e em maio passaram a atuar em comarcas de todo o Paraná.
O impacto financeiro estimado com as contratações em 2025 é de cerca de R$ 43,9 milhões, sendo que o custo anual será de R$ 108,6 milhões. O investimento é possível graças ao bom momento econômico do Estado que possibilitou que o orçamento da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) quase dobrasse, saindo de R$ 3,8 bilhões para R$ 7 bilhões neste ano.
Até então, a maior contratação para a PCPR havia sido em 2022, quando 400 agentes tomaram posse, o que garantiu a presença de delegados em todas as 161 comarcas do Estado. Durante toda a gestão do governador Ratinho Junior, iniciada em 2019, foram incorporados 1.624 novos policiais civis, sendo 1.217 agentes de polícia judiciária, 285 delegados e 122 papiloscopistas.
Além dos novos profissionais, o Governo do Estado tem investido em equipamentos de ponta para as forças de segurança. Em fevereiro, a PCPR recebeu 27 aparelhos de última geração para a detecção de impressões digitais em cenas de crime, facilitando o processo de esclarecimento dos casos. Adquiridos por R$ 11,4 milhões, eles garantem o que há de mais moderno no mundo neste segmento, colocando os policiais civis do Paraná na vanguarda desse tipo de perícia em nível nacional.
Em setembro, foram destinados R$ 116 milhões em equipamentos para ampliar a capacidade operacional e modernizar a segurança pública. Na ocasião, a Polícia Civil recebeu três sistemas de captação de imagens através de paredes, 45 óculos de visão noturna, uma caixa de ajuste de foco, 45 identificadores de tropas, 79 magnificadores e 79 designadores laser. Os equipamentos serão empregados em operações especiais e de alto risco.
Fonte: Governo PR
Paraná
Professor de jiu-jitsu de Faxinal denunciado pelo Ministério Público do Paraná é condenado a 13 anos, 3 meses e 22 dias de prisão por estupro de vulnerável
Um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná em Faxinal, no Norte Central do estado, pelo crime de estupro de vulnerável foi condenado a 13 anos, 3 meses e 22 dias de prisão em regime fechado. Os fatos denunciados ocorreram entre julho e agosto de 2025, quando a vítima, de apenas 12 anos de idade, era aluna de jiu-jitsu do autor.
Áudio do promotor de Justiça Gabriel Thomaz da Silva
De acordo com as apurações, durante uma aula, a vítima se queixou de dores no joelho a um dos professores, momento em que o acusado, que era líder na academia, aproveitando-se da posição de autoridade que possuía entre os alunos, praticou atos libidinosos contra a vítima – ele a tocou indevidamente, sob o pretexto de massagear seu joelho. Após o ocorrido, ele passou a enviar mensagens de cunho sexual à jovem por meio de aplicativo de mensagens, inclusive com a intenção de marcar um encontro. Ao tomar conhecimento dos fatos, o pai da ofendida levou o caso às autoridades policiais, sendo requerida e concedida a prisão preventiva do professor, que seguirá detido para o cumprimento da pena.
Além da pena de prisão, o réu também foi condenado ao pagamento de R$ 5 mil de indenização por danos morais causados à vítima. O MPPR recorrerá da decisão buscando o aumento da pena.
Processo 2141-48.2025.8.16.0081
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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