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Agro

Expansão do Etanol de Milho Cria Novas Oportunidades para o Consumo no Brasil

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O mercado brasileiro de etanol vive um momento de transformação. Após anos de estabilidade na produção de cana-de-açúcar, a indústria de biocombustíveis passa por uma mudança estrutural: o etanol produzido a partir do milho emerge como novo protagonista. Enquanto a cana começa a priorizar a produção de açúcar, o milho assume um papel crescente no segmento de combustíveis renováveis.

Especialistas destacam que o principal desafio imediato é como absorver o excedente de oferta de etanol de milho no mercado interno, garantindo que a expansão do setor seja sustentável e lucrativa para os produtores.

Live “Conexão SCA Brasil” abordará desafios e oportunidades

Para debater o futuro do etanol de milho, a série de lives “Conexão SCA Brasil” realiza sua 17ª edição no dia 03 de novembro, transmitida ao vivo pelo YouTube e LinkedIn. O CEO da SCA Brasil, Martinho Seiiti Ono, receberá como convidado o presidente executivo da União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), Guilherme Nolasco.

Durante o evento, os executivos trarão um panorama completo da indústria de etanol de milho no Brasil, discutindo oportunidades de demanda, estratégias de consumo e medidas para equilibrar o setor, com foco na rentabilidade do produtor.

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Incentivo ao uso do etanol em veículos flex

Outro ponto central da live será a análise de políticas e estratégias para aumentar o uso do etanol na frota flex do país. Hoje, cerca de 80% das vendas de etanol concentram-se em seis estados — São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — que abrigam mais da metade (55%) da frota nacional de veículos flex.

Os especialistas devem discutir caminhos para expandir o consumo regionalmente, promovendo competitividade ao etanol hidratado e consolidando o milho como fonte estratégica de combustível renovável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Cacau oscila perto de US$ 4 mil por tonelada com atenção ao clima na África Ocidental

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O mercado internacional de cacau opera em um cenário de acomodação de preços, com as cotações se mantendo próximas da faixa de US$ 4 mil por tonelada. Após semanas de forte volatilidade, o ativo passa por um movimento de consolidação, influenciado principalmente por fatores climáticos nas principais regiões produtoras.

De acordo com análise da StoneX, o contrato CCN6 apresentou leve oscilação recente, saindo de US$ 3.895 por tonelada na última segunda-feira para US$ 3.831 por tonelada nesta semana, reforçando a tendência de estabilidade no curto prazo.

Clima segue como principal fator de atenção no mercado

O comportamento das cotações indica que o mercado aguarda novos gatilhos para definir uma direção mais clara para os preços. Entre os principais elementos de atenção está a evolução das condições climáticas na África Ocidental, especialmente diante da influência de padrões atmosféricos associados ao fenômeno El Niño.

Na Costa do Marfim e em Gana, responsáveis pela maior parte da produção global de cacau, as chuvas acima da média têm contribuído para manter bons níveis de umidade do solo. Esse cenário favorece o desenvolvimento da safra intermediária e sustenta, no curto prazo, a expectativa de produção considerada satisfatória.

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Excesso de chuvas já preocupa agentes do mercado

Apesar dos impactos positivos iniciais, o excesso de precipitações começa a gerar preocupação entre analistas e agentes do setor. As previsões climáticas indicam volumes entre 50 e 150 milímetros acima da média em algumas áreas produtoras nos próximos 15 dias.

Esse quadro pode trazer efeitos adversos para as lavouras, como aumento da incidência de doenças fúngicas, dificuldades operacionais no manejo agrícola e possíveis impactos na qualidade das amêndoas.

Mercado segue em compasso de espera

Com o cenário ainda indefinido, o mercado internacional de cacau permanece operando dentro de uma faixa estreita de preços, refletindo o equilíbrio temporário entre oferta e demanda.

Enquanto não surgem novos fatores capazes de alterar significativamente as expectativas, investidores e traders seguem monitorando de perto o avanço das chuvas na África Ocidental. Qualquer mudança mais relevante no quadro climático pode voltar a influenciar diretamente as cotações internacionais do cacau nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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