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Viaje Paraná mostra resultados e atrativos a agentes de viagens que atuam em home office

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O Viaje Paraná apresentou nesta quinta-feira (16) sua atuação como órgão de promoção do turismo estadual, e também os resultados deste trabalho, a 78 agentes de viagens de Curitiba e Região Metropolitana que atuam no sistema home office (trabalho remoto). O encontro ocorreu em Curitiba.

Os agentes são parte de um grupo que atua no formato home office, chamado Home Office Tour. Eles passaram a trabalhar neste sistema especialmente quando o turismo foi severamente impactado pela pandemia da Covid-19 – quando muitos escritórios físicos de agências de viagens fecharam as portas.

O objetivo dos encontros presenciais é justamente promover uma troca de experiências e conhecer destinos e produtos que podem integrar a prateleira de vendas desses profissionais.

“O Paraná é um Estado muito rico e diversificado em questão de turismo. Para esses agentes, que são de Curitiba, buscamos mostrar nossa atuação e destinos que talvez não conheçam ainda e não oferecem aos seus clientes”, destacou a diretora-presidente interina do Viaje Paraná, Patrícia Gusso.

Executivo de vendas do turismo, Altaíde Pereira Rodrigues organiza esses encontros presenciais com os mais de 1.200 agentes de viagens que integram o Home Office Tour. De acordo com ele, é uma forma de troca de experiências e vivência, visando o estreitamento de relações comerciais para vender os produtos turísticos.

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“O mercado paranaense é uma riqueza imensa para que os agentes possam ter em sua prateleira de vendas. O Paraná, além da encantadora de Foz do Iguaçu, tem todo um interior para se vender, no turismo agro, de negócios, aventura, entre outros. Eu estou curioso para conhecer Prudentópolis, Carambeí, o turismo religioso do Interior, e isso é fruto desses encontros que a gente vem fazendo e da participação do Viaje Paraná mostrando esses produtos”, destacou.

Este é o terceiro encontro que o Viaje Paraná participa com agentes de viagens do Home Office Tour. Os outros aconteceram nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. As ações fazem parte de uma série de eventos de capacitações que o órgão de promoção do turismo participa para mostrar destinos e produtos paraenses aos profissionais de diversas operadoras de turismo.

Desde 2024, cerca de 22 mil profissionais já foram impactados com as apresentações do Viaje Paraná em eventos nacionais e internacionais.

PARCERIA QUE RENDE – Muitos agentes de turismo presentes no encontro do Home Office Tour já participaram de eventos em estandes viabilizados pelo Viaje Paraná. É o caso da empresária Fernanda Baltar, proprietária da Agência Lafuga Viagens, que também atua como guia de turismo.

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“Participei do estande do Viaje Paraná em um evento em Minas Gerais e também no Uruguai, na Rodada de Negócios promovida pelo Viaje. Foi uma experiência muito legal e deu para fazer muitos contatos. Turismo a gente não faz sozinho, precisamos sempre de parcerias e essa parceria tem nos rendido bons frutos”, disse.

Como resultado do evento no Uruguai, Fernanda vai trazer um grupo de dez pessoas para o turismo de lazer no Paraná nos meses de fevereiro e março do ano que vem. “Propus fazer passeios aqui em Curitiba e também no Litoral, como a Ilha do Mel. Para finalizar, levarei o grupo para os Campos Gerais, no Buraco do Padre”, completou.

Fonte: Governo PR

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IAT faz dispersão de 700 mil sementes de palmito-juçara para restaurar a Mata Atlântica

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O Instituto Água e Terra (IAT) promoveu nesta quarta-feira (3) uma ação de restauração ambiental da Mata Atlântica por meio da dispersão aérea de 700 mil sementes de palmeira-juçara (Euterpe edulis) em diferentes pontos do Litoral do Paraná. A ação, coordenada pelo Centro de Operações Aéreas do órgão ambiental (COA-IAT), ocorreu em quatro Unidades de Conservação de Proteção Integral: Parque Estadual do Rio da Onça (Matinhos), Estação Ecológica de Guaraguaçu (Paranaguá), Parque Estadual do Boguaçu (Guaratuba) e Parque Estadual Pico do Marumbi (Morretes, Piraquara e Quatro Barras).

As sementes são oriundas de coletas próprias do IAT e doações realizadas por parceiros como o Instituto de Estudos Ambientais Mater Natura, o Instituto Juçara de Agroecologia e a Associação de Produtores Orgânicos de Quedas do Iguaçu Produzindo Vida (APOQI). A iniciativa contou também com o apoio do Distrito 4730 do Rotary Club.

“Essas áreas foram escolhidas pelos gestores das Unidades de Conservação em coordenadas onde foram registrados crimes ambientais, incluindo a extração ilegal da planta. Não é um lançamento aleatório, ele será monitorado posteriormente para verificar a eficácia da ação”, explica o diretor-presidente do IAT, José Volnei Bisognin.

Além de contribuir para a conservação e valorização da planta, considerada uma espécie ameaçada por causa da extração ilegal, a iniciativa tem um propósito educativo, procurando sensibilizar a população para importância ecológica da Mata Atlântica e da conservação das espécies nativas.

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“Queremos que as pessoas entendam a importância da preservação dessa espécie, que é fundamental para o ecossistema da Mata Atlântica. Nós temos 19 viveiros espalhados pelo Estado que podem fornecer mudas para a população. Queremos cada vez mais que as pessoas colaborem com o plantio em suas casas para contribuir com a melhoria da qualidade ambiental do Estado”, destaca Bisognin.

“É uma ação que planejamos executar novamente no futuro, uma iniciativa importante para a regeneração do meio ambiente que precisa ser repetida sempre”, complementa o chefe da regional do IAT no Litoral, Altamir Hacke.

CARACTERÍSTICAS – A palmeira Juçara (Euterpe edulis Martius) é típica da Floresta Atlântica do Brasil e áreas subjacentes. Ocorre desde o estado do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul. Como produtos da planta, além de frutos, dos quais se extrai uma saborosa polpa, está o famoso palmito-juçara, exaustivamente explorado. Devido ao extrativismo predatório de seu palmito, passou a ser considerada oficialmente uma espécie em risco de extinção.

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Os frutos planta são muito consumidos por dezenas de espécies de aves e de mamíferos. Tucanos, jacutingas, jacus, sábias e arapongas são os principais dispersores das sementes. Já as cutias, antas, catetos e esquilos, entre outros animais, se alimentam das suas sementes e frutos.

“Buscamos com essa iniciativa o ressurgimento do palmito-juçara no Litoral do Paraná. Isso sim é pensar no meio ambiente, uma visão de futuro para a Mata Atlântica”, diz o governador do Distrito 4730 do Rotary, Marcelo Passos.

A germinação da semente do palmito-juçara é lenta e heterogênea. Por ser uma espécie plenamente adaptada a condições de sub-bosque (vegetação de baixa estatura que cresce em nível abaixo da floresta), forma com facilidade um denso banco de sementes, ficando no aguardo de condições favoráveis de luz e umidade para seu crescimento.

A juçara atinge uma altura de 10 metros a 20 metros e demora por volta de seis anos para chegar ao estágio reprodutivo. Tendo em vista essas características, a dispersão aérea de sementes é uma alternativa viável para intensificar a presença dessa árvore nos remanescentes de Mata Atlântica do Litoral paranaense.

Fonte: Governo PR

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