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MPPR em Guarapuava obtém no Judiciário condenação de proprietário de empresa investigada por golpes financeiros aplicados contra centenas de vítimas

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Em Guarapuava, no Centro Sul do estado, o Ministério Público do Paraná obteve no Judiciário a condenação, a 11 anos, 9 meses e 23 dias de prisão, o proprietário de uma empresa investigada por golpes financeiros aplicados contra centenas de vítimas. Os fatos foram apurados na Operação Damna, deflagrada em 2021 pelo MPPR.

Áudio do promotor de Justiça Eduardo Garcia Branco

A sentença, expedida pela 1ª Vara Criminal de Guarapuava no dia 22 de setembro, fixou, além da pena de prisão, a obrigação do pagamento de 217 dias-multa e o perdimento de diversos bens e valores apreendidos que, após o trânsito em julgado, serão destinados ao ressarcimento das vítimas.

Ele foi denunciado pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e agora condenado pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro (11 fatos) e falsidade ideológica. Os golpes denunciados foram aplicados contra 306 vítimas que representaram junto ao MPPR.

Promessas Enganosas – As apurações do Gaeco sobre o caso demonstraram que as empresas estabeleceram “esquemas ponzi”, causando prejuízos milionários a centenas de pessoas. As vítimas eram atraídas com a promessa de investimentos de alta rentabilidade em operações na bolsa de valores (lucros de 4% a 12% ao mês), supostamente sem qualquer risco. Por meio de auditorias, o Ministério Público demonstrou que, na verdade, as empresas apresentavam prejuízos milionários em operações de day trade (tipo de negociação utilizado no mercado financeiro). Todas as vítimas foram informadas sobre o número das respectivas ações penais, que estão em trâmite perante a 1ª Vara Criminal de Guarapuava.

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Esquema Ponzi – Diferente da pirâmide financeira, esse sistema funciona sem a captação em cadeia de recursos, ou seja, o suposto investidor (vítima) não precisa angariar outros para a manutenção do golpe. A captação de investidores fica a cargo do idealizador do esquema ou seus associados. Nesses casos, os criminosos induzem o investidor em erro, prometendo grandes rentabilidades sobre o capital investido, mas, na verdade, as remunerações mensais das vítimas são pagas com os valores dos novos clientes cooptados.

Da decisão de primeiro grau, cabe recurso. O Ministério Público vai recorrer buscando o aumento da pena privativa de liberdade aplicada.

Processo 0021813-37.2021.8.16.0031

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Paraná

PMPR apreende mais de 660 quilos de maconha e peças de fuzis na Região Metropolitana de Curitiba

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A Polícia Militar do Paraná (PMPR) apreendeu na manhã deste domingo (14) mais de 660 quilos de maconha, peças de armamento de uso restrito e prendeu três homens durante uma ação na Região Metropolitana de Curitiba.

A ocorrência teve início após equipes policiais receberem informações sobre um veículo Hyundai Creta que estaria transportando ilícitos. Durante a abordagem, realizada com apoio de equipes do 13º Batalhão de Polícia Militar, dois homens foram presos e constatou-se que o automóvel circulava com sinais de clonagem.

No decorrer das diligências, os abordados informaram que a carga transportada havia sido transferida para um caminhão na região de Fazenda Rio Grande. Com base nas informações, equipes do Batalhão de Polícia de Rondas Ostensivas de Natureza Especial (BPRONE) deslocaram-se até o local indicado e localizaram o veículo estacionado em um terreno.

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Durante a vistoria no compartimento de carga, os policiais encontraram aproximadamente 660 quilos de maconha, cerca de 2,8 quilos de haxixe e diversas peças de armamento compatíveis com fuzis calibre 7,62, em quantidade suficiente para a montagem de pelo menos quatro armas, além de componentes sobressalentes.

Além dos entorpecentes e das peças de armamento, um terceiro homem foi detido durante a ação. A ocorrência segue em andamento e está sendo apresentada à Polícia Civil para os procedimentos de polícia judiciária cabíveis.

Fonte: Governo PR

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