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Programa do DER/PR para estudar 201 interseções em rodovias tem resultado final

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), publicou o resultado final da licitação do Programa Conexões Seguras, que vai avaliar 201 interseções em rodovias estaduais quanto à necessidade de obras para melhorar a trafegabilidade e segurança viária.

O programa terá duas etapas, com prazo de execução total de 24 meses. Na primeira serão realizados os estudos das 201 interseções, identificando pontos críticos de segurança, inclinações acentuadas, geometria inadequada e outros fatores que prejudiquem a trafegabilidade e segurança viária do local.

Na segunda etapa serão elaborados anteprojetos de engenharia, embasados pelo material produzido na primeira. Eles vão propor soluções como aumento da capacidade de tráfego (incluindo vias marginais e acostamentos), implantação de passeios e ciclovias, correção de nível nas vias de acesso, e mesmo a substituição de interseção em nível por obras de arte especiais como viadutos e trincheiras.

Confira neste link a localização de cada interseção do programa.

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O programa está dividido em cinco lotes, cada um correspondendo a uma superintendência regional do DER/PR. Como não houve recurso quanto ao resultado anterior, ficaram confirmados os seguintes vencedores: Consórcio Geplan-Top-Pro nos lotes 01 e 02; Consórcio Estratégica/Planep nos lotes 03 e 04; e Consórcio Arkcap no lote 05.

A próxima etapa é a homologação do resultado, seguida pelos trâmites internos para assinatura dos cinco contratos.

O investimento no Programa Conexões Seguras deve totalizar R$ 10.633.147,23, com o resultado compondo um banco de anteprojetos que serão utilizados na futura licitação de obras.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado

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O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.

O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.

“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.

Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.

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A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.

Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.

ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.

A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.

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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.

Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.

Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15

Fonte: Governo PR

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