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Denunciado e condenado por rachadinha em Curitiba, em coautoria com sua esposa, ex-vereadora, é preso após confirmação da sentença em 2ª instância

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Foi preso nesta quarta-feira, 10 de setembro, o marido de uma ex-vereadora de Curitiba (2017-2020) denunciado pelo Ministério Público do Paraná por participação em esquema de “rachadinha”. Ele e a então agente política exigiam parte dos salários de funcionários do gabinete da parlamentar.

A prisão, cujo mandado foi cumprido pelo Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), decorre da confirmação, em segunda instância, com trânsito em julgado, de sentença de condenação, publicada em 2022, pela prática dos crimes de concussão e peculato. A decisão fixou a pena definitiva em oito anos e quatro meses de reclusão, em regime fechado, além do pagamento de 40 dias-multa. A ex-vereadora, também condenada, cumpre a pena em regime semiaberto e foi intimada pelo Juízo no último mês para utilizar tornozeleira eletrônica.

A apuração dos fatos apontou que os crimes eram praticados a partir de cobranças diretas de percentual da remuneração dos servidores ou ainda pela aquisição de empréstimos consignados pelos funcionários, como condição para a manutenção dos cargos por eles ocupados. As investigações foram conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a partir do oferecimento da denúncia o caso foi acompanhado pela 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Curitiba.

Leia mais:  Mulher que matou a própria filha para ficar com a guarda do neto em Quatro Barras é condenada a 27 anos, 1 mês e 15 dias de prisão pelo Tribunal do Júri

Matéria anterior:

25/04/2022 – Ex-vereadora de Curitiba denunciada pelo Ministério Público por esquema de “rachadinha” é condenada a 41 anos e 5 meses de prisão

Ação Penal: 0014441-28.2020.8.16.0013
Execução:  4002363-32.2025.8.16.4321

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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