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Apenas 8 horas: Paraná segue entre os estados mais rápidos do País na abertura de negócios

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O Paraná segue entre os estados mais ágeis do Brasil na abertura de empresas, com apenas 8 horas em agosto, de acordo com o Painel de Abertura de Empresas , divulgado nesta quarta-feira (3) pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar), órgão do Governo do Estado vinculado à Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços (Seic). No Brasil, o tempo médio foi de 1 dia e 2 horas (26 horas), ou seja, o tempo de abertura de uma empresa no Paraná foi 18 horas mais rápido. 

Os estados mais rápidos no mês foram Sergipe, com 5 horas e 37 minutos, e Piauí, com 6 horas e 56 minutos. Apesar da agilidade, ambos registraram volumes bem menores de novas empresas com 534 e 808, respectivamente. O Paraná contabilizou 6.626 aberturas, o que garante o terceiro lugar na posição nacional também em volume de processos. São Paulo (29.251) e Minas Gerais (8.793) também aparecem entre os primeiros na quantidade de processos.

Segundo o presidente da Jucepar, Marcos Rigoni, a manutenção do tempo em 8 horas mostra que a Junta Comercial, e as prefeituras e órgãos parceiros, estão trabalhando alinhados para diminuir burocracias. “Esse ritmo mostra a eficiência que o Paraná vem demonstrando. O importante é que o Estado tem conseguido manter uma trajetória de destaque nacional”, afirma. “Os bons resultados se devem à confiança dos empreendedores no nosso sistema, que comprova ser possível abrir uma empresa em menos de um dia, enquanto a média brasileira ainda ultrapassa 24 horas”.

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Em julho, o Paraná bateu recorde no tempo para abertura de empresas com média de 7 horas e 52 minutos, diferença de minutos em relação a agosto. Até então, o recorde era de abril de 2024, com uma média de 8 horas e 4 minutos. 

Na outra ponta do ranking, os estados com os maiores prazos para abertura de empresas em agosto foram Acre (62 horas e 6 minutos), Pará (57 horas e 13 minutos) e Mato Grosso (41 horas e 32 minutos). No Sul, Santa Catarina registrou 18 horas e 42 minutos e o Rio Grande do Sul, 18 horas e 34 minutos.

OUTROS INDICADORES – A chamada Viabilidade de Nome, que indica se a denominação pretendida pode ser registrada, subiu da sexta para a quinta posição em agilidade entre julho e agosto. O Estado ficou ainda com o sexto melhor tempo médio na Consulta de Viabilidade Total, que considera a soma da Viabilidade de Nome (sob responsabilidade das Juntas Comerciais ou OAB) e da Viabilidade Locacional (sob responsabilidade das prefeituras). Também garantiu o oitavo melhor tempo na Consulta de Viabilidade de Endereço e o terceiro lugar no Registro.

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No mês de agosto, o Paraná manteve o terceiro melhor Tempo Médio Registro,  com 1 hora e 22 minutos. Esse indicador leva em consideração o tempo de análise do processo na Junta Comercial (ou na OAB), desde a sua disponibilização para análise até o seu deferimento. Este tempo médio não exclui o tempo em que o processo fica em exigência, aguardando correção por parte do requerente. 

Fonte: Governo PR

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MPPR expede recomendação administrativa para conter atropelamento de animais silvestres em rodovias de Londrina e cobra medidas do Município e do DER-PR

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 20ª Promotoria de Justiça de Londrina, no Norte Central do estado, emitiu recomendação administrativa cobrando ações efetivas para cessar a mortandade de animais silvestres nas rodovias LA-003, conhecida como Mábio Gonçalves Palhano, e PR-538. Os trechos afetados margeiam o Parque Estadual Mata dos Godoy. O documento foi direcionado ao Município de Londrina, ao Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) e ao Instituto Água e Terra (IAT).

A medida é desdobramento de procedimento administrativo instaurado em 2022 pela Promotoria de Justiça. Um levantamento técnico apontou que, entre março de 2018 e janeiro de 2019, foram registrados 337 animais atropelados de 57 espécies diferentes naquelas vias e em outras rodovias da região. O estudo identificou seis pontos críticos de atropelamento, com medidas mitigatórias validadas pelo IAT.

Biodiversidade – A área é reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente como prioritária para a conservação da biodiversidade e abriga espécies ameaçadas de extinção. Entre os animais em risco, estão a anta, classificada como criticamente em perigo no estado do Paraná, e a onça-parda, classificada como vulnerável. Levantamentos recentes confirmaram a letalidade contínua nos trechos, com 18 animais atropelados entre novembro e dezembro de 2025, além da constatação de desgaste na sinalização existente em vistoria realizada em março de 2026.

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Além do dano ambiental, os atropelamentos representam risco à segurança dos motoristas. Dados do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual registraram 258 acidentes por atropelamento de animais em 2019 e 283 ocorrências em 2020, resultando em vítimas fatais e feridas.

Medidas – Entre as solicitações feitas ao Município de Londrina, estão o reforço da sinalização, a implantação de mecanismos permanentes de redução de velocidade e a elaboração de projeto executivo para a construção de passagem segura de fauna sobre o Ribeirão Três Bocas. Ao DER-PR, foi recomendada a redução da velocidade máxima de 60 km/h para 40 km/h nos trechos que cruzam o núcleo do parque, a instalação de radares fixos eletrônicos e a implantação de passagens de fauna e cercas direcionadoras. Por sua vez, o IAT deverá fiscalizar o cumprimento das medidas e analisar os projetos apresentados em até 30 dias.

Os destinatários têm 30 dias para responder por escrito sobre o acatamento da recomendação e devem apresentar cronogramas que prevejam a conclusão das obras em prazo não superior a 12 meses. O descumprimento poderá levar à adoção de medidas judiciais, com responsabilização civil por dano ambiental.

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Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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