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Policial rodoviário federal morre quase três anos após sofrer grave acidente que o deixou acamado no Paraná

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Huanderson morreu quase três anos após acidente que o deixou acamado no PR — Foto: Sindicato PRF/PR

Morreu neste domingo (29) o policial rodoviário federal Huanderson de Araújo dos Santos, 47 anos, quase três anos após sofrer um grave acidenteque o deixou acamado.

Em 25 de janeiro de 2022, ele e outro colega transitavam na BR-158 em Marquinho, na região central do Paraná, com uma viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF) quando se envolveram em um acidente com uma caminhonete, que vinha no sentido contrário.

Com o impacto da batida, a viatura capotou. Huanderson ficou gravemente ferido e foi encaminhado a um hospital de Cascavel, no oeste do Paraná, onde vive a família.

Ele permaneceu internado por um mês, sendo a maior parte do período em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), segundo o Sindicato Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Paraná.

Após a alta, ele ficou acamado devido a sequelas não detalhadas, causadas pelo impacto da batida. Huanderson deixa a esposa e dois filhos.

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Acidente ocorreu em 25 de janeiro de 2022  — Foto: Foto Autorizada/Adan Guerra dos Santos

Acidente ocorreu em 25 de janeiro de 2022 — Foto: Foto Autorizada/Adan Guerra dos Santos

Sindicato da PRF e PRF lamentam morte

Huanderson trabalhava na Delegacia da PRF de Cascavel e também era diretor do sindicato da PRF na região a época do acidente. A instituição lamentou a morte do profissional.

“Foi sempre um exemplo como amigo, profissional e pai de família. Aos amigos e familiares manifestamos nossas sinceras condolências e desejamos que Deus ofereça o conforto necessário neste momento de dor”

“Vá em paz, irmão. Que seu caminho seja repleto de luz. Um dia a gente se vê novamente”, disse o sindicato em nota em uma rede social.

 

A PRF informou que o policial entrou na corporação em 2012 e trabalhou até janeiro de 2022 na corporação, quando sofreu o acidente.

“A PRF manifesta solidariedade e destina o sincero desejo de que Deus dê conforto aos familiares, amigos e colegas neste momento de luto”, disse a PRF em nota.

Até esta publicação não haviam informações sobre o sepultamento de Huanderson.

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Paraná

Em Paranaguá, Gaeco denuncia 15 pessoas por organização criminosa com atuação no Litoral, e quatro alvos, incluindo o líder foragido, tiveram prisão decretada

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O núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia contra 15 pessoas por integrarem uma organização criminosa com atuação no Litoral do estado, voltada especificamente para o tráfico de drogas. A denúncia foi recebida pelo Judiciário e tramita na 1ª Vara Criminal da comarca. A partir de requerimento formulado pelo Gaeco, o Judiciário deferiu a decretação da prisão preventiva de quatro desses denunciados, que foram presos nos últimos dias.

Áudio do Promotor de Justiça Edson Ricardo Scolari Filho

Entre os denunciados que tiveram a prisão preventiva decretada, está o líder da organização criminosa, que figurava na lista dos criminosos mais procurados do Brasil. De acordo com os autos do procedimento investigatório, ele comandava o esquema ilícito a distância, emitindo ordens para seus subordinados em Paranaguá enquanto residia em outros estados, operando sob identidades falsas para fugir da Justiça. Ele foi preso recentemente pela Polícia Civil do Paraná no estado do Espírito Santo, onde usava documentos falsos.

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As investigações demonstraram que as identidades falsas adotadas pelo líder foram criadas com o auxílio direto de uma então escrevente de um cartório no Maranhão, que também integra a lista dos 15 denunciados.

Além do líder da organização, os outros três alvos com mandados de prisão preventiva expedidos exerciam funções de alto escalão na estrutura ilícita, sendo responsáveis pela administração financeira, pela logística de armazenamento dos entorpecentes e pela supervisão de pontos de comercialização na cidade de Paranaguá.

Os envolvidos na ação penal responderão por diversos delitos, como constituição de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, falsificação de documento público, uso de documento falso e posse irregular de munição.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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