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Governador participa da inauguração do Residencial Laguna di Valência em Londrina

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta quarta-feira (24) da inauguração do Residencial Laguna di Valência em Londrina, no Norte. O condomínio é composto por 144 apartamentos, dos quais 73 contaram com subsídios do Governo do Estado para custeio parcial ou integral do valor de entrada aos compradores.

Os aportes, de R$ 15 mil por família, totalizaram quase R$ 1,1 milhão de investimento por meio do programa Casa Fácil Paraná, coordenado pela Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar). O público beneficiado é formado por pessoas com renda familiar mensal de até três salários mínimos.

Segundo o governador, o Casa Fácil Paraná se tornou uma referência nacional quando se trata de habitação popular. “Já tivemos representantes de 14 estados no Paraná para aprenderem e replicarem o programa, já que ele resolve um dos principais entraves das famílias para adquirirem uma casa própria, que é a dificuldade de bancar o custo de entrada do financiamento imobiliário”, disse. “Os investimentos que estão sendo feitos em habitação também geraram cerca de 130 mil empregos na construção civil no Paraná, o que ajuda a economia do nosso Estado e aumenta a renda da população”, acrescentou Ratinho Junior.

Além dos subsídios estaduais, os novos proprietários contaram com descontos variáveis do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal. Os financiamentos, geridos pela Caixa Econômica Federal, podem ser quitados em até 30 anos com juros menores do que os praticados no mercado, além de possibilidade de uso do saldo do FGTS para quitar parte do valor financiado.

EMPREENDIMENTO – Construídos pela empresa MRV, os 144 apartamentos do Laguna di Valência são divididos em nove blocos de quatro andares. As plantas têm modelos padrão de 41 e 44 metros quadrados. Todas as unidades possuem dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.

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O empreendimento também oferece coleta de lixo seletiva, sistema de segurança, sistema de medição de água individualizada, espaço gourmet, bicicletário, churrasqueira e playground. O conjunto integra o Complexo Residencial Acquaville, formado por mais de 5 mil moradias no bairro Antares, região leste de Londrina, próximo ao câmpus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

Para o CEO da MRV, Eduardo Fischer, as contrapartidas do Governo do Estado são essenciais para o sucesso das políticas habitacionais no Paraná. “Ela é fundamental porque habilita as famílias com menor renda a comprarem seus imóveis já que os bancos não podem financiar 100% do imóvel devido à legislação”, explicou. “Ter um Estado que prioriza a habitação popular, investindo e criando mecanismos para que as famílias consigam adquirir imóveis nos encoraja a investir mais aqui no Paraná”, afirmou o executivo.

FUTURO MELHOR – O designer Nicolas Borini, de 23 anos, não escondeu a felicidade com a realização do sonho da casa própria tão jovem. Com um filho recém-nascido, ele considera que o apartamento significa uma garantia de um futuro melhor para a família. “A gente está muito feliz porque é um sonho fruto de muita luta, mas que também chegou muito cedo. De agora em diante é continuar investindo para ter mais qualidade de vida pra mim, a minha esposa e o meu filho”, comemorou.

A técnica de enfermagem Natália dos Santos Rios, de 27, é outra proprietária de um apartamento do Laguna di Valência e se diz ansiosa pela mudança. “O coração está disparado porque é a primeira vez que eu vou morar em um lugar que é meu, ter mais liberdade pra cuidar das minhas filhas e poder planejar o futuro delas com mais calma”.

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INVESTIMENTOS – Desde que foi criado por meio da aprovação de uma lei estadual, fixando-o como uma política permanente de Estado, o Casa Fácil Paraná já ajudou 67 mil famílias.

O presidente da Cohapar, Jorge Lange, enfatizou que Londrina é a cidade que mais recebeu recursos do programa até o momento. Os empreendimentos construídos ou em construção com a participação do Estado somam quase 13 mil unidades. Destas, 5.466 famílias já obtiveram aprovação do subsídio.

Devido ao sucesso do programa junto à população, municípios e construtoras, o governador determinou o aumento do subsídio de R$ 15 mil para R$ 20 mil por imóvel em novos projetos. A faixa de renda também foi ampliada para famílias que ganham até quatro salários mínimos ao mês.

“Na primeira etapa foram 30 mil casas e apartamentos que somaram um investimento de R$ 450 milhões. A rapidez com que o Estado conseguiu fazer o programa rodar fez com que o governador liberasse mais 40 mil unidades, totalizando mais R$ 800 milhões em recursos aportados até 2026”, explicou Lange.

Os interessados devem se cadastrar no site da Cohapar, onde também é possível conferir a lista completa de empreendimentos disponíveis em cada município, incluindo uma série de outras oportunidades na cidade de Londrina.

CASAS

Foto: Gabriel Rosa/AEN

PRESENÇAS – O evento contou com a participação do secretário estadual da Justiça e Cidadania, Santin Roveda; do prefeito de Londrina, Marcelo Belinati; do deputado estadual Tiago Amaral; do presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina, Alex Canziani; e do presidente da Associação dos Municípios do Médio Paranapanema (Amepar) e prefeito de Arapongas, Sérgio Onofre.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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