Paraná
Governador parabeniza Teatro Lala Schneider pelos 30 anos de história
Um dos mais importantes espaços culturais do Paraná, o Teatro Lala Schneider completa 30 anos em abril deste ano. O local também é considerado um dos principais formadores de novos artistas do País, revelando atores e atrizes de renome nacional.
“É um momento de muita alegria para a cultura paranaense, porque o nosso Teatro Lala Schneider completa 30 anos de história. A cultura paranaense cresceu muito neste período, muito por conta de tudo que foi produzido e apresentado neste teatro, formando grandes profissionais para o teatro, televisão e comunicação em geral. Por isso, quero parabenizar os funcionários, colaboradores, artistas e o João Luiz Fiani, que é um grande empreendedor da arte paranaense”, afirmou o governador.
O Teatro Lala Schneider fica no Centro de Curitiba, construído em um antigo galpão que hoje abriga salas de espetáculo que recebem dezenas de peças ao ano. O espaço é um dos principais teatros independentes do Brasil e o primeiro do Paraná.
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O local também é batizado em homenagem a uma das maiores atrizes da história do teatro brasileiro. Lala Schneider era paranaense, de Irati, no Centro-Sul do Estado.
Lala trabalhou também na televisão e no cinema, além de ter atuado também como diretora e professora de interpretação. “Levar o nome da madrinha do teatro paranaense, uma das atrizes mais importantes do País, só engrandece a história deste teatro”, disse Ratinho Junior.
Fonte: Governo PR
Paraná
Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro
O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.
Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César
Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.
A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.
Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.
Processo 0016498-43.2025.8.16.0013
Notícia anterior:
26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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