Paraná
Segurança Pública inicia operação que intensifica o policiamento na RMC
A Secretaria da Segurança Pública do Paraná lançou nesta terça-feira (9) a Operação Cidade Segura que intensifica o policiamento ostensivo em cidades da Região Metropolitana de Curitiba. O lançamento foi no Parque Linear do Palmital, em Colombo, e marcou o início da ação, que acontece, também, em Almirante Tamandaré e Piraquara.
Policiais civis e militares atuarão em diversos pontos das cidades para promover maior segurança com ações preventivas e repressivas, utilizando patrulhamento aéreo e terrestre, com cães policiais, bloqueios de trânsito, abordagens e fiscalizações de veículos e pessoas. Toda a atividade da Operação Cidade Segura é acompanhada pelo Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR).
O secretário da Segurança Pública, Hudson Teixeira, explica que o objetivo da ação é aumentar, cada vez mais, a segurança do cidadão paranaense. “Vamos focar no policiamento ostensivo, unindo nossas forças com tecnologia e eficiência. Em 2023, tivemos uma redução significativa nos crimes violentos, o que se deve ao trabalho integrado das forças de segurança”, disse o secretário. “As operações deste ano estão sendo planejadas há meses para que possamos atingir resultados positivos”, afirmou. Elas fazem parte da Operação Vida, que tem o intuito de combater crimes violentos no Estado.
A ação envolve a colaboração entre diferentes órgãos de segurança pública e também incorpora tecnologia como uso de drones, monitoramento e atuação da polícia científica com equipamento de pesquisa para análises de drogas apreendidas. “Em Colombo, os índices de criminalidade têm caído bastante graças à ação integrada das forças de segurança”, comentou o prefeito Helder Luiz Lazarotto. “Essa iniciativa, com certeza vai trazer maior segurança para nossa população”, concluiu.
PRESENÇAS – Estiveram presentes no lançamento da operação o comandante-geral da Polícia Militar do Paraná, coronel Jefferson Silva; o delegado-chefe da Divisão de Polícia Metropolitana da Polícia Civil do Paraná, Fábio Amaro; o representante da Polícia Científica do Paraná, Alex Tavares; o chefe de segurança da Polícia Penal do Paraná, João Paulo Schlemper; e demais autoridades da região metropolitana de Curitiba.
Fonte: Governo PR
Paraná
Família de paciente que recebeu polilaminina destaca estrutura e agilidade do Estado
Os pais da jovem Ana Beatriz Cruz, que recebeu a aplicação da polilaminina no Hospital do Trabalhador, em Curitiba, entre a noite de terça-feira (16) e a madrugada desta quarta-feira (17), destacaram o apoio recebido do Governo do Estado durante o atendimento da filha na unidade hospitalar que é gerida pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e referência no atendimento de traumas.
Ana Beatriz está internada no Hospital do Trabalhador desde o último sábado (13), quando foi atingida por um galho de árvore enquanto passeava com a família em Curitiba. Ela deu entrada na unidade em estado gravíssimo, com risco iminente de morte.
A mãe, Vanessa Stubinski, contou que após o incidente, ficou em choque sem saber o que fazer. No primeiro momento, ligou para o ex-marido, que mora em São Paulo, em busca de apoio e também para ver se o plano de saúde de Ana cobriria o atendimento necessário. Mas não foi necessário, pois a jovem foi encaminhada ao Hospital do Trabalhador, com o atendimento realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). De imediato, Ana Beatriz passou por uma cirurgia.
“No sábado foi aquela sensação de achar que ela não ia conseguir sobreviver. Com fé, sabia que as coisas iriam acontecer. Eu fiquei desesperada e liguei para o pai dela, porque eu achava que não daria conta sozinha e também para ver a questão do plano de saúde. O plano de saúde dela nem atenderia aqui em Curitiba e não teríamos como levar para São Paulo e arcar com o custo que seria altíssimo”, explicou Vanessa. “Quando chegamos aqui, ela já foi encaminhada, atendida e em menos de 12 horas fez a cirurgia. Foi quando comecei a respirar aliviada, mas até que veio a constatação de que ela havia perdido o movimento das pernas”, completou.
Após isso, os médicos do HT comentaram com a família sobre o tratamento com a polilaminina, a unidade, inclusive, realizou a primeira aplicação da proteína em Curitiba no mês de março. Os médicos deram o apoio para que a família fizesse contato com a equipe de pesquisadores e realizasse o trâmite junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que Ana Beatriz pudesse receber o tratamento experimental. A polilaminina é uma terapia experimental desenvolvida por pesquisadores brasileiros para o tratamento de lesões medulares agudas. Ela é desenvolvida a partir da laminina, proteína que já existe no corpo humano e é encontrada em grande quantidade na placenta.
“O médico nos falou da proteína, que já havia sido aplicada aqui e que aqui era o melhor hospital para ela estar naquele momento na situação em que ela se encontrava. Tivemos o apoio do hospital e também o avião do Estado que foi buscar a equipe e a proteína. Achei incrível a prontidão em atender ela, fazer toda essa movimentação, a rapidez e eficiência no tempo hábil para aplicação da proteína. Só tenho a agradecer. Nossa expectativa está alta e a gente é muito grata ao hospital e ao Estado por ter prestado todo esse apoio para gente. Não ficamos desamparados em nenhum momento”, destacou Vanessa.
A mesma opinião tem o pai de Ana Beatriz, Tiago Cruz, que falou de todo atendimento recebido pelo Estado e assistência de todos os profissionais do Hospital do Trabalhador. “Os médicos explicaram certinho todo o procedimento, tivemos toda a assistência do hospital. Fiquei surpreso de forma positiva. Só temos a agradecer todo o apoio e ao próprio governador Ratinho Junior que liberou a aeronave. Fico bem grato por essa agilidade e atendimento”, disse.
POLILAMININA – A polilaminina é uma terapia experimental desenvolvida por pesquisadores brasileiros para o tratamento de lesões medulares agudas. O procedimento integra o Programa de Acesso Expandido (Uso Compassivo), autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), enquanto seguem os estudos clínicos para avaliação da segurança e da eficácia da substância. No Brasil, 87 pacientes já receberam a proteína, sendo 17 no Paraná.
Fonte: Governo PR
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