Paraná
Com apoio do Governo do Estado, Toledo inaugura banco de alimentos municipal
O município de Toledo, no Oeste do Paraná, é o primeiro a ter um banco de alimentos em parceria com o Governo do Estado. Ele foi inaugurado nesta segunda-feira (1º) no Jardim São Francisco, ao lado do restaurante popular do bairro. Os outros cinco bancos do Estado ficam nas unidades da Companhia de Abastecimento do Paraná (Ceasa) em Curitiba, Cascavel, Londrina, Maringá e Foz do Iguaçu.
“Parabenizo o esforço da equipe local por construírem aqui soluções, articulações para aproveitamento de comida, pois o nosso principal trabalho é gerar oportunidade para que todos consigam ter alimento”, disse o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. “Toledo tem relevância e é referência em segurança alimentar com seus oito restaurantes populares, cozinha-escola e agora com o banco de alimentos”.
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Conselho Monetário Nacional autoriza produtores a renegociar dívidas do crédito rural
O convênio entre a Seab e a prefeitura totaliza R$ 1.146.766,25, dos quais R$ 1.088.248,62 oriundos do Governo do Estado e R$ 58.517,63 do município. As obras começaram em julho do ano passado e foram concluídas em 26 de fevereiro. A instalação conta com três barracões reformados e adequados pela Prefeitura de Toledo.
O primeiro é dedicado à Central de Recebimento. “Vamos realizar a coleta de alimentos excedentes doados por produtores, varejistas ou outras fontes que, caso não fossem recolhidos, iriam ser descartados”, disse o diretor de Segurança Alimentar e Nutricional do município, Luiz Bazei. A expectativa é arrecadar de 150 a 200 toneladas ao mês.
O segundo barracão será a Central de Processamento. No terceiro, que ainda está em construção, será instalada uma unidade para desidratação de alimentos. Com isso ganha em durabilidade e facilita a armazenagem. Os alimentos serão utilizados nos restaurantes populares, panificadora social, além de distribuídos em unidades socioassistenciais.
Também irão para a Cozinha-Escola, promovendo a educação alimentar e nutricional. O espaço é utilizado para cursos profissionalizantes, com foco no aproveitamento total dos alimentos.
“O nosso banco de alimentos será um pouco diferenciado devido à parceria com o Governo do Estado e queremos, junto com o núcleo regional da Seab, atender as cidades vizinhas”, afirmou Bazei. “Queremos melhorar a qualidade de vida através de uma boa alimentação, e esse é nosso papel fundamental”.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”
No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.
Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).
Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).
A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.
Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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