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Paraná

Nova edição do Cândido destaca a Coleção Afro da Biblioteca Pública do Paraná

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Com mais de 500 livros e pouco mais de seis meses de existência, a Estante Afro Maria Águeda é um dos grandes destaques entre as políticas de diversificação do acervo da Biblioteca Pública do Paraná (BPP), em iniciativa pioneira dentre os acervos públicos do País. Na reportagem especial do Cândido 148, de março, assinada por Cristine Pieske, a repórter define o acervo como um “símbolo da vitória contra o esquecimento, da batalha ganha pelas palavras ao silêncio”.

Além da indicação de livros da Estante, traz também um breve perfil de Maria Águeda, personalidade afro-curitibana que dá nome à coleção.

No contexto dos 60 anos do golpe militar, completados neste mês de março, a nova edição do Cândido também marca o início da série Mulheres contra a Ditadura, com textos sobre mulheres que se notabilizaram pela trajetória política antagônica à Ditadura Militar brasileira (1964-1985). A primeira homenageada é Teresa Urban, ativista e jornalista paranaense referência no jornalismo ambiental, com texto assinado por Gunther Furtado, seu filho.

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O jornal também publica a entrevista de Luiz Felipe Cunha com Susy Freitas, autora manauara que acaba de estrear na prosa com o livro de contos Madnaus, pela editora Reformatório. Na Seção de Literatura, “Náufrago”, conto de Nuno Félix da Costa, e poemas de Mariana Basílio escritos entre 2014 e 2024 que abordam o refúgio, o desastre e a territorialidade.

No especial Nicolau, o Cândido dá sobrevida à reportagem “As Guerreiras do Contestado”, de Adélia Maria Lopes, publicado em 1990, sobre as mulheres da Guerra do Contestado, conflito motivado pela disputa de terras entre Paraná e Santa Catarina na segunda década do século XX que deixou mais de 10 mil mortos. Nos visuais, fotografias de Márcio Bortoloto. A capa é de Rimon Guimarães.

Serviço:

Jornal Cândido nº 148 – Março de 2024

Publicação de literatura editada desde 2011

Leia ou baixe no site candido.bpp.pr.gov.br

@candidobpp

Biblioteca Pública do Paraná (BPP)

Cândido Lopes, 133 – Centro 

(41) 3221-4900

@bibliotecapr

Horário de atendimento:

Segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h

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Sábados, das 8h30 às 13h

Fonte: Governo PR

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Paraná

Ministério Público do Paraná lança campanha #MundoSemBullying para escolas da rede pública estadual

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mundosembullying

O Ministério Público do Paraná lança a segunda edição da campanha #MundoSemBullying, que visa promover, entre os dias 3 e 13 de novembro, ações de conscientização contra o bullying e o cyberbullying em escolas da rede pública estadual. 

O objetivo da ação, voltada a estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, é incentivar o respeito e a empatia, orientar sobre canais de proteção e abordar a responsabilização pelas práticas. Promotores(as) e Procuradores(as) de Justiça irão realizar palestras nas unidades de ensino.

Alcance – Coordenada pelo Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Criança e do Adolescente e da Educação (CAOPCAE) do MPPR, a campanha alcançou em sua primeira edição, em 2025, 37.178 alunos de 277 escolas, em 184 municípios. A iniciativa contou com a participação de 136 Promotores(as) e Procuradores(as) de Justiça.

A Campanha #MundoSemBullying  é alusiva ao Dia Internacional contra a Violência e o Bullying na Escola, instituído pela Unesco na primeira quinta-feira de novembro, e, como novidade desta nova edição, contará com a parceria do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos.

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Considerando que a campanha será desenvolvida durante o Mês da Consciência Negra, a edição de 2026 também abordará, de forma transversal, o respeito à diversidade e o enfrentamento ao racismo, ao preconceito e à discriminação no ambiente escolar.

De acordo com a Promotora de Justiça Beatriz Spindler de Oliveira Leite, que atua no CAOPCAE, a iniciativa busca fortalecer a prevenção e a proteção dos estudantes: “Queremos que eles reconheçam o bullying, compreendam os danos que a prática provoca e saibam como buscar ajuda. A campanha também convida quem presencia essas situações a apoiar a vítima e procurar um adulto de confiança, fortalecendo o respeito às diferenças e o compromisso coletivo com uma escola acolhedora e segura”. 

Fonte: Ministério Público PR

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