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Mês da Mulher: Biblioteca Pública promove encontro de escritoras na próxima terça-feira

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A Biblioteca Pública do Paraná recebe na próxima terça-feira (12) um encontro entre as escritoras Ana Suy e Liana Ferraz. O evento, promovido pelo clube de assinatura Amora Livros, marca o Mês da Mulher e tem o objetivo de amplificar a voz das mulheres na sociedade.

A partir das 17h30, acontece o lançamento do livro “Um Prefácio para Olivia Guerra”, de Liana Ferraz, além de sessão de autógrafos e venda de outros títulos das autoras convidadas. Logo após, às 18h30, Ana Suy e Liana Ferraz conversam sobre Psicanálise e Literatura, com mediação da psicanalista Juliane Kravetz. O evento, gratuito, acontece no Hall Térreo e não é necessário fazer inscrição.

“Acreditamos que ler as histórias escritas por mulheres do nosso tempo é uma forma de entendermos que há outras formas de existir no mundo e isso é fundamental para promover a igualdade de gêneros”, diz Fernanda Ávila, uma das sócias da Amora. 

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Ana Suy é psicanalista, professora, doutora em Pesquisa e Clínica em Psicanálise pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e autora de diversos livros, entre eles “Não Pise no Meu Vazio” (Planeta, 2023) e “A Gente Mira no Amor e Acerta na Solidão” (Paidós, 2022), que já vendeu mais de 100 mil exemplares.

Liana Ferraz é atriz, escritora e doutora em Artes da Cena pela UNICAMP com pós-doutoramento pela ECA/USP e membro do corpo docente permanente da Escola Superior de Artes Célia Helena, onde atua como professora de expressão vocal e orientadora do Mestrado Profissional em Artes da Cena. Tem quatro livros publicados: “Elas Estão Quietinhas” (2016), “Sede de me Beber Inteira” (Planeta, 2022) e o recém-lançado “Um prefácio para Olivia Guerra”. Também coordena o Grupo Escrita Matinal. 

Serviço:

Lançamento do livro “Um Prefácio para Olivia Guerra”, de Liana Ferraz 

Sessão de autógrafos com Ana Suy e Liana Ferraz, com mediação de Juliane Kravetz.

Data: 12 de março, terça-feira

Horário: 17h30 

Local: Hall térreo – Rua Cândido Lopes, 133 – Curitiba – PR

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Entrada gratuita

Livros que estarão à venda:

“A Gente Mira no Amor e Acerta na Solidão” (Ana Suy, Editora Planeta)

“As Cabanas Que o Amor Faz em Nós” (Ana Suy, Editora Patuá) 

“A Corda Que Sai do Útero” (Ana Suy, Editora Patuá) 

“Não Pise no Meu Vazio”  (Ana Suy, Editora Planeta)

“Um Prefácio Para Olivia Guerra” (Liana Ferraz, Editora Harper Collins) 

“Sede de Me Beber Inteira” (Liana Ferraz, Editora Planeta) 

Conversa sobre Literatura e Psicanálise, com Ana Suy e Liana Ferraz 

Data: 12 de março, terça-feira

Horário: 18h30 às 20h

Local: Hall térreo – Rua Cândido Lopes, 133 – Curitiba – PR

Entrada gratuita

Fonte: Governo PR

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Paraná

Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz

As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.

A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.

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Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.

Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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