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PM aborda quase 50 mil pessoas e atende mais de 9 mil ocorrências durante os primeiros 48 dias da Operação Verão 2023/2024

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Desde o início da Operação Verão 2023/2024, ocorrida em 15 de dezembro do ano passado, até o dia 31 de janeiro deste ano, a Polícia Militar do Paraná (PMPR) demonstrou um aumento significativo no número de abordagens e fiscalizações em comparação a operação passada. As ações foram desencadeadas nos municípios da Costa Leste e da Costa Oeste que são abrangidos pela Operação Verão.

Com um esforço dedicado à segurança pública, a PM realizou 48.610 abordagens a pessoas e fiscalizou 22.431 veículos. Isso representa uma média de 1.012 pessoas e 467 veículos vistoriados por dia, refletindo um aumento de 23% e 50%, respectivamente, em relação ao mesmo período da Operação Verão anterior.

Estas diligências aumentaram em 11,5% o número de prisões (de 666 para 743), em 10,8% as apreensões de armas de fogo (de 37 para 41) e na recuperação de 20 veículos com alerta de furto/roubo.

Além disso, no que diz respeito ao trânsito, as estatísticas revelam que houve um aumento de 8,21% no número de pessoas detidas por embriaguez ao volante (de 280 para 303).

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Em uma importante investida contra o crime organizado, foram apreendidos quantidades substanciais de drogas ilícitas. Um total de 355,3 quilos de cocaína, 228,7 quilos de crack e impressionantes 9,079 toneladas de maconha foram retirados de circulação.

Nestes 48 dias de operação analisados no relatório, a PMPR atendeu 9.517 ocorrências, o que equivale a pouco mais de 198 atendimentos por dia.

Esses dados evidenciam o empenho da Polícia Militar em garantir a segurança pública e combater a criminalidade, mesmo durante períodos festivos e de alta movimentação de pessoas.

Comunicação Social da PMPR.

Fonte: Polícia Militar PR

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PCPR indicia madrasta por coautoria em feminicídio de adolescente em General Carneiro

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) indiciou uma mulher, de 35 anos, por coautoria no feminicídio de uma adolescente, de 15, e por fraude processual em General Carneiro, no Sul do Estado. O crime ocorreu no dia 26 de janeiro de 2025 e a conclusão do inquérito foi divulgada nesta semana.

A investigação teve início após o registro do desaparecimento da adolescente. No dia seguinte, a vítima foi localizada morta, apresentando sinais de estrangulamento no pescoço.
Durante as diligências, foram reunidas provas testemunhais, telemáticas, periciais e comportamentais que indicaram inconsistências na versão inicialmente apresentada pelos envolvidos. 

De acordo com o delegado da PCPR Thiers Andregotti, a adolescente, o pai adotivo e a madrasta retornaram juntos de uma confraternização realizada em Porto União, em Santa Catarina, horas antes do crime.
Após o retorno à residência da família, ocorreu uma discussão envolvendo a vítima e os investigados. A partir desse momento, teria sido construída uma falsa narrativa de desaparecimento para ocultar a dinâmica dos fatos.

“Três dias após o crime, o pai adotivo da adolescente morreu. Antes do falecimento, ele gravou um vídeo assumindo a autoria do homicídio e afirmando que a companheira não teria participação no caso. No entanto, a investigação identificou elementos que apontam para o possível envolvimento da mulher na prática criminosa e em ações posteriores destinadas a dificultar a apuração dos fatos”, completou o delegado. 

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Entre os elementos reunidos, estão análises de aparelhos celulares, imagens de monitoramento, mensagens extraídas de dispositivos eletrônicos e diligências relacionadas à suposta destruição de provas. Também foram periciados objetos recolhidos durante a investigação, alguns deles com vestígios de sangue humano.

Ao final do inquérito, a autoridade policial concluiu haver indícios suficientes de que a investigada teria concorrido para a prática do feminicídio, além de atuar na ocultação de elementos relevantes para a investigação. Ela foi indiciada por feminicídio em concurso de agentes e por fraude processual.

O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público para análise e adoção das medidas cabíveis. A investigada responde ao procedimento sob monitoramento eletrônico. 

DENÚNCIAS – A PCPR reforça o compromisso com a proteção de crianças, adolescentes e mulheres vítimas de violência.  Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.
Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

Fonte: PJC PR

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