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Paraná

Com investimento de R$ 10,4, milhões, Junta Comercial terá nova sede a partir de 2024

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A Junta Comercial do Paraná (Jucepar) terá uma nova sede própria a partir de 2024. A informação foi divulgada nesta terça-feira (28) pelo governador em exercício Darci Piana, o secretário da Indústria, Comércio e Serviços, Ricardo Barros, e o presidente do órgão estadual, Marcos Rigoni, após a conclusão do processo de aquisição de um prédio no Centro de Curitiba pelo valor de R$ 10,4 milhões em recursos próprios da instituição.

“A Junta Comercial do Paraná tem se destacado como uma das mais eficientes do País nos últimos anos, facilitando o processo daqueles que querem empreender em nosso Estado. A nova sede é um reconhecimento ao bom trabalho que vem sendo feito pela equipe e uma garantia da continuidade de melhoria dos processos com menos burocracia”, declarou Piana.

Atualmente, o prédio é utilizado pela Fundação Sanepar, que conforme acordo firmado com a Jucepar terá cinco meses para desocupação do imóvel. Com isso, a equipe da Junta Comercial deverá iniciar o processo de mudança em meados de maio do próximo ano. Nas próximas semanas, técnicos do órgão estadual visitarão as instalações para avaliar a necessidade de eventuais adaptações e reformas na estrutura existente.

A atual sede, localizada na Rua Barão do Serro Azul, funciona em um prédio da década de 50 que foi construído como supermercado do Exército e que precisou ser adaptado ao longo dos anos. Com o tempo, o espaço ficou insuficiente para a realidade da Jucepar, dificultando a sua modernização.

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Segundo o presidente da Junta Comercial, Marcos Rigoni, operação financeira, concluída na última sexta-feira (24), marca um avanço importante para a instituição. “A Junta Comercial do Paraná deu mais um grande passo na sua história vencedora. Fechamos o contrato de compra da nossa nova sede, que inauguraremos em breve”, comemorou.

“Essa mudança é relevante para a classe empresarial do Paraná, pois é na Junta Comercial onde ocorrem a abertura de novas empresas que contribuem com o desenvolvimento da economia estadual. Só temos a agradecer ao Governo do Estado e a toda a equipe da Jucepar que trabalharam neste processo”, concluiu Rigoni.

Após a mudança, a Junta passará a funcionar na Rua Ébano Pereira, 309, no Centro da Capital. O local funcionará como sede administrativa e para eventuais atendimentos aos clientes, já que atualmente quase todos os serviços da instituição também podem ser acessados de forma eletrônica.

“A nova sede da Jucepar dará mais conforto para os vogais e demais funcionários, mas especialmente aos usuários, que já podem fazer quase todos os processos online. O Paraná é o estado do Sul mais rápido na abertura de empresas e estamos indo muito bem nesse trabalho de digitalização dos processos. Com o decreto de baixo risco das atividades avançaremos mais ainda, com muitas empresas podendo obter alvará e fazer o registro na Junta online”, disse o secretário Ricardo Barros.

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MODERNIZAÇÃO – O investimento faz parte de um processo de modernização e regionalização dos serviços da Junta feito em parceria com prefeituras, associações comerciais e sindicatos. Entre as iniciativas, estão a abertura de novos escritórios regionais e investimentos em novas tecnologias com aquisição de equipamentos e softwares modernos para aumentar a velocidade, a eficiência e a segurança dos processos de abertura, transformações e baixas de empresas.

Em outubro, o Paraná reduziu em 16 minutos o tempo médio de abertura de empresa em relação a setembro, chegando a 13 horas e 38 minutos de prazo médio para registro de um novo negócio no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), mantendo a liderança na região Sul no que se refere a esse quesito.

Nos primeiros dez meses de 2023, o Estado teve um saldo positivo de 112.931 novas empresas. O número representa a diferença entre abertura de novos empreendimentos (241.594, com crescimento de 3,4% em relação ao mesmo período de 2022) e encerramento de empresas (128.663 no período).

Fonte: Governo PR

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Estado homologa decreto que permite atendimento célere a Rio Bonito do Iguaçu por mais seis meses

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Seis meses após o tornado que atingiu a cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do Paraná, o Governo do Estado homologou nesta quinta-feira (7) um novo decreto de estado de calamidade pública para o município. O documento teve como base o parecer da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, com aval da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, e dá lugar ao antigo decreto, que tinha validade de 180 dias.

Válido pelo mesmo período, o novo decreto facilita as contratações para dar continuidade à reconstrução da cidade, que teve 90% de sua área urbana afetada pelo tornado. O documento também permite que o município acesse recursos estaduais e federais para esse trabalho, já que, sozinho, não consegue arcar com todas as despesas.

Além de atender as necessidades do município, o estado de calamidade pública permite a execução de despesas durante o período eleitoral. “A legislação eleitoral traz muitas restrições administrativas à União e ao Estado, que não podem implementar ações que envolvam a transferência de recursos, o que pode limitar a execução de obras no município. A lei eleitoral, porém, não impede o auxílio em situações emergenciais”, explicou o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig.

Segundo o parecer do órgão, mesmo com a mobilização de recursos e a adoção de medidas emergenciais desde a data do desastre, os impactos do evento persistem no município. Ainda há registro de danos em edificações públicas que prestam serviços essenciais e residências danificadas.

O documento diz ainda que há comprometimento dos serviços públicos, especialmente nas áreas de assistência social, educação e atendimento à população, além de prejuízos expressivos nos setores de agricultura, pecuária, comércio, indústria e serviços, com reflexos diretos na economia local. Soma-se a isso a ocorrência de danos ambientais relevantes, como a destruição de vegetação, áreas de preservação permanente e degradação de ecossistemas, além das dificuldades de acesso a algumas comunidades, principalmente na zona rural.

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HISTÓRICO – No dia 7 de novembro de 2025, Rio Bonito do Iguaçu foi atingido por um tornado com índice F3 na escala Fujita, recebendo essa classificação por conta dos danos e da intensidade dos ventos, que ultrapassaram 250 km/h. O evento atingiu cerca de 90% das residências e prédios comerciais da cidade e provocou cinco mortes.

O Governo do Estado montou uma força-tarefa para dar uma resposta rápida à população da cidade, com ações em diversas áreas. Já foram investidos mais de R$ 60 milhões na cidade. A prefeitura recebeu R$ 11,5 milhões do Fundo Estadual para Calamidades Públicas (Fecap) para a compra de materiais de construção e aquisição de ônibus escolares e pela Fomento Paraná foram R$ 18,6 milhões para empresas atingidas pelo tornado.

O governo também enviou projetos para a Assembleia Legislativa do Paraná para alterar as regras do Fecap, permitindo o repasse direto de recursos para famílias e empresas afetadas por desastres. O fundo também recebeu um aporte de R$ 50 milhões para auxiliar na reconstrução da cidade.

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O Fecap custeou, por exemplo, o programa Reconstrução, que liberou de R$ 20 mil a R$ 50 mil a mais de 830 famílias que tiveram suas residências destruídas ou danificadas pelo tornado. Esse valor pode ser utilizado na reconstrução das moradias e na compra de materiais de construção. Outra ação é o programa Superação, que prevê o pagamento de R$ 1 mil mensais por seis meses para auxiliar as famílias afetadas pelo desastre.

Até maio, o programa destinou R$ 10,9 milhões aos moradores, beneficiando 1.983 famílias: 1.369 receberam seis parcelas, 268 cinco parcelas e 346 quatro parcelas.

As empresas do município que também tiveram perdas materiais vão contar com uma subvenção do Estado por meio do Fecap, que vai destinar R$ 10 milhões a cerca de 300 empreendimentos de diferentes portes do comércio, prestadores de serviços e indústria.

Outras frentes de trabalho envolveram a reconstrução de prédios públicos danificados pelo tornado, como o Pronto Atendimento Municipal (PAM), unidades básicas de saúde, ginásio, escolas e o centro municipal de educação infantil, além da construção de moradias pré-fabricadas pela Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) – além das casas entregues, o Estado assinou um convênio de R$ 10,4 milhões com a cidade para a construção de mais 80 moradias.

Fonte: Governo PR

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