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Ideathon Paraná: alunos de Ponta Grossa apresentam ideias criativas em gestão pública

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Ponta Grossa recebeu a sexta e penúltima etapa do Ideathon Paraná, maior maratona de inovação estudantil do Estado, voltada a alunos das redes de ensino pública e privada. Durante os dois dias de evento, cerca de 100 estudantes do 6º, 7º e 8º ano do Ensino Fundamental II, e do 1º e 2º ano do Ensino Médio, puderam desenvolver e apresentar ideias para projetos voltados para gestão pública. 

O tema do Ideathon Paraná é “Cidades Inteligentes”, abordando gestão pública dentro dos tópicos de saúde, segurança, economia local, educação digital, cultura e modernização dos serviços públicos. A iniciativa é da Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), em parceria com a Agência Araucária, Sebrae/PR, Secretaria da Educação, Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Paraná (Sinepe-PR), e prefeituras. 

Em Ponta Grossa, a equipe Techduc foi a campeã da categoria Ensino Fundamental II, com o tema educação digital. Já na categoria Ensino Médio, a equipe vitoriosa foi a Gralha Blue, com o tema de segurança pública.

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A avaliação dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos é feita por especialistas em inovação designados pelo Sebrae-PR, definindo os vencedores. Eles recebem, além das medalhas, um curso de inovação e empreendedorismo do Sebrae/PR. 

A presidente da Agência de Inovação e Desenvolvimento de Ponta Grossa, Tônia Mansani, destacou a iniciativa do Estado com os municípios para fomentar a criatividade e inovação na educação. “É essa pedagogia, com metodologia ágil e resolução de problemas que gostamos de trabalhar com esses jovens. Que seja o primeiro de muitos”, disse.

A professora Luciana Aquiles Sleutjes, chefe de Núcleo Regional da Educação, também reforçou a importância dessa experiência para os alunos. “Para esses jovens foi uma oportunidade única para colocar a criatividade à prova. Queremos que a nossa cidade seja um exemplo de qualidade de vida. Eu tenho certeza que esses dias de maratona trouxeram muitas possibilidades para os estudantes”, afirma.

ÚLTIMA ETAPA – A sétima e última etapa do Ideathon Paraná acontece entre os dias 30 de novembro e 1º de dezembro, em Londrina, no Norte do Estado. As inscrições são gratuitas com limite máximo de 200 inscritos por município, sendo 100 por categoria. Confira mais informações AQUI.

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PREMIAÇÃO – Na primeira semana de dezembro serão anunciados os vencedores estaduais de cada categoria. O resultado será publicado no site da Secretaria de Inovação, Modernização e Transformação Digital e nas mídias sociais (@seiparana).

A avaliação será feita remotamente por uma comissão de jurados formada por representantes do Sebrae, Agência Araucária e Secretaria da Inovação. Além do curso de inovação e empreendedorismo do Sebrae, cada aluno das equipes campeãs irá receber um tablet como premiação final.

Fonte: Governo PR

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IAT faz dispersão de 700 mil sementes de palmito-juçara para restaurar a Mata Atlântica

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O Instituto Água e Terra (IAT) promoveu nesta quarta-feira (3) uma ação de restauração ambiental da Mata Atlântica por meio da dispersão aérea de 700 mil sementes de palmeira-juçara (Euterpe edulis) em diferentes pontos do Litoral do Paraná. A ação, coordenada pelo Centro de Operações Aéreas do órgão ambiental (COA-IAT), ocorreu em quatro Unidades de Conservação de Proteção Integral: Parque Estadual do Rio da Onça (Matinhos), Estação Ecológica de Guaraguaçu (Paranaguá), Parque Estadual do Boguaçu (Guaratuba) e Parque Estadual Pico do Marumbi (Morretes, Piraquara e Quatro Barras).

As sementes são oriundas de coletas próprias do IAT e doações realizadas por parceiros como o Instituto de Estudos Ambientais Mater Natura, o Instituto Juçara de Agroecologia e a Associação de Produtores Orgânicos de Quedas do Iguaçu Produzindo Vida (APOQI). A iniciativa contou também com o apoio do Distrito 4730 do Rotary Club.

“Essas áreas foram escolhidas pelos gestores das Unidades de Conservação em coordenadas onde foram registrados crimes ambientais, incluindo a extração ilegal da planta. Não é um lançamento aleatório, ele será monitorado posteriormente para verificar a eficácia da ação”, explica o diretor-presidente do IAT, José Volnei Bisognin.

Além de contribuir para a conservação e valorização da planta, considerada uma espécie ameaçada por causa da extração ilegal, a iniciativa tem um propósito educativo, procurando sensibilizar a população para importância ecológica da Mata Atlântica e da conservação das espécies nativas.

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“Queremos que as pessoas entendam a importância da preservação dessa espécie, que é fundamental para o ecossistema da Mata Atlântica. Nós temos 19 viveiros espalhados pelo Estado que podem fornecer mudas para a população. Queremos cada vez mais que as pessoas colaborem com o plantio em suas casas para contribuir com a melhoria da qualidade ambiental do Estado”, destaca Bisognin.

“É uma ação que planejamos executar novamente no futuro, uma iniciativa importante para a regeneração do meio ambiente que precisa ser repetida sempre”, complementa o chefe da regional do IAT no Litoral, Altamir Hacke.

CARACTERÍSTICAS – A palmeira Juçara (Euterpe edulis Martius) é típica da Floresta Atlântica do Brasil e áreas subjacentes. Ocorre desde o estado do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul. Como produtos da planta, além de frutos, dos quais se extrai uma saborosa polpa, está o famoso palmito-juçara, exaustivamente explorado. Devido ao extrativismo predatório de seu palmito, passou a ser considerada oficialmente uma espécie em risco de extinção.

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Os frutos planta são muito consumidos por dezenas de espécies de aves e de mamíferos. Tucanos, jacutingas, jacus, sábias e arapongas são os principais dispersores das sementes. Já as cutias, antas, catetos e esquilos, entre outros animais, se alimentam das suas sementes e frutos.

“Buscamos com essa iniciativa o ressurgimento do palmito-juçara no Litoral do Paraná. Isso sim é pensar no meio ambiente, uma visão de futuro para a Mata Atlântica”, diz o governador do Distrito 4730 do Rotary, Marcelo Passos.

A germinação da semente do palmito-juçara é lenta e heterogênea. Por ser uma espécie plenamente adaptada a condições de sub-bosque (vegetação de baixa estatura que cresce em nível abaixo da floresta), forma com facilidade um denso banco de sementes, ficando no aguardo de condições favoráveis de luz e umidade para seu crescimento.

A juçara atinge uma altura de 10 metros a 20 metros e demora por volta de seis anos para chegar ao estágio reprodutivo. Tendo em vista essas características, a dispersão aérea de sementes é uma alternativa viável para intensificar a presença dessa árvore nos remanescentes de Mata Atlântica do Litoral paranaense.

Fonte: Governo PR

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