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Líder na Região Sul, Paraná gerou 43,9 mil empregos para mulheres de janeiro a setembro

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Com um saldo positivo de 43.955 vagas ocupadas por trabalhadoras de janeiro a setembro, o Paraná manteve a liderança no ranking de contratações de mulheres na Região Sul do país, de acordo com o Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Com esse desempenho, o Estado encerrou o período na quarta posição no ranking nacional de empregabilidade feminina, atrás somente de São Paulo (194.415), Minas Gerais (70.408) e Rio de Janeiro (46.676). 

O saldo de empregos ocupados por elas no Paraná nos nove meses representou 40% dos 109.636 encaixes registrados em toda Região Sul no período. Santa Catarina encerrou com 38.322 mulheres empregadas com carteira assinada, enquanto o Rio Grande do Sul encaixou 27.359 trabalhadoras em vagas de emprego.

Os setores que mais empregam mulheres nos nove primeiro meses do ano no Paraná foram os do Comércio (15.597), Serviços Administrativos (10.600), Técnicos (7.294), Ciências e Artes (6.333) e Produção de Bens e Serviços Industriais (5.349). 

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Mulheres com idade entre 18 e 29 anos foram responsáveis pela maior parte das contratações, com 27.587 postos de trabalho entre janeiro e setembro. Na sequência estão as jovens aprendizes, que ocuparam 10.398 vagas direcionadas a mulheres com idade até 17 anos. Trabalhadoras com idade entre 40 e 49 anos ocuparam 4.818 vagas com carteira assinada. Para as mulheres de 30 a 39 anos foram abertos 3.514 postos de trabalho.

Para o secretário de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes, o desempenho do Paraná em colocar mulheres no mercado de trabalho é fruto de uma série de ações pontuais adotadas no Estado para garantir oportunidades de emprego e renda para elas, independente da faixa etária.

“Ao longo de 2023, o Governo do Estado promoveu diversas ações de empregabilidade direcionadas ao preenchimento de vagas exclusivas para mulheres. Mutirões especiais ocorreram em todo o Estado de janeiro a setembro”, explicou o secretário. “Também há um grande esforço em direcioná-las aos inúmeros cursos gratuitos de qualificação profissional, ampliando as possibilidades de contratações para as vagas em que é exigida mão de obra qualificada”, destaca Moraes. 

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CIDADES – Os municípios paranaenses que mais empregaram mulheres no período de janeiro a setembro de 2023 foram Curitiba (5.834), Londrina (3.333), São José dos Pinhais (2.728), Maringá (2.063), Ponta Grossa (1.643), Toledo (1.405), Cascavel (1.260), Pinhais (1.234), Foz do Iguaçu (1.122) e Francisco Beltrão (900).

Fonte: Governo PR

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Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

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A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

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Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

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[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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