Paraná
Confira as datas dos atendimentos descentralizados nos bairros de Curitiba no mês de novembro
O Núcleo de Atendimento ao Cidadão e às Comunidades (NACC), unidade especializada do Ministério Público do Paraná, divulga as datas dos atendimentos descentralizados que serão realizados em novembro em Curitiba. Os agentes ministeriais estarão nos bairros Sítio Cercado, Campo Comprido, Cajuru, Caximba e Tatuquara.
O objetivo dos atendimentos descentralizados é ampliar a atuação do MPPR junto à sociedade, prestando orientação jurídica direta e facilitando à população o acesso à Justiça – sobretudo em áreas distantes dos centros urbanos e para pessoas em situação de vulnerabilidade, a quem a atuação do NACC é direcionada. Durante os atendimentos, a unidade indica os instrumentos legais adequados para o encaminhamento das necessidades de cada cidadão.
Nas datas agendadas, a população pode receber orientação jurídica e reivindicar direitos que podem estar sob risco ou violação – por exemplo, problemas urbanísticos, como ausência de iluminação pública e saneamento básico, impedimento de acesso a serviços públicos de saúde ou educação, questões de direito de família, como reconhecimento de paternidade, entre outras. Para o melhor direcionamento das demandas, a orientação é para que as pessoas que buscarem atendimento levem seus documentos pessoais, além de toda a documentação que tiverem sobre o tema em questão. Demandas que não fazem parte da competência do Ministério Público do Paraná serão direcionadas para os órgãos competentes.
Atendimento – Além do serviço descentralizado, o NACC mantém atendimento permanente à população, na sede do MPPR no Centro Cívico (Edifício Caetano Munhoz da Rocha, Rua Deputado Mário de Barros, 1.290 — Térreo), bem como pelos seguintes canais:
Telefones: (41) 3250-4883 e (41) 3250-4802
WhatsApp: (41) 3250-4835, (41) 3250-4982
E-mail: [email protected]
Confira datas, locais e horários do atendimento descentralizado do MPPR para o mês de novembro:
Atendimento nos bairros de Curitiba
novembro de 2023
Bairro Cajuru
Dia 09/11/2023 – 14h às 16h30
Local: Rua da Cidadania do Cajuru (Av. Prefeito Maurício Fruet, 2.150)
Bairro Campo Comprido
Dia 13/11/2023 – 14h às 16h30
Local: Associação de Moradores Jardim Santos Andrade (Rua Astolpho Nogueira, 83)
Bairro Caximba
Dia 24/11/2023 – 13h30 às 16h30
Local: Cras Caximba (Estrada Delegado Bruno de Almeida, 8.280)
Bairro Tatuquara
Dia 22/11/2023 – 14h às 16h30
Local: Associação Vovô Vitorino (Rua Tenente-Coronel Manoel Eufrásio de Assumpção, 375)
Bairro Sítio Cercado
Dia 07/11/2023 – 18h a 20h
Local: Rua da Cidadania Bairro Novo (Rua Tijucas do Sul, 1.700)
Cidade Industrial de Curitiba
Dia 17/11/2023 – 14h às 16h30
Local: Associação de Moradores Jardim Gabineto (Rua Adari Fernando Visinoni, 390)
Dia 28/11/2023 – das 14h às 16h
Dia 30/11/2023 – das 14h às 16h
Local: Associação Vila Verde F (Rua Ney Pacheco, s/n)
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4409
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024
O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.
Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz
As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.
A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.
Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.
Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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