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Evento no auditório da sede do Ministério Público do Paraná em Curitiba celebra os 35 anos da Constituição Federal de 1988

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O Ministério Público do Paraná sediou na tarde desta quinta-feira, 26 de julho, parte do Seminário “35 anos da Constituição Federal”. Promoção coletiva de integrantes do Comitê Estadual Memória, Verdade e Justiça do Paraná, Lume: Lugar de Memória, Tribunal de Justiça do Paraná, Secretaria de Justiça e Cidadania do Paraná e MPPR (a partir do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos e do Centro de Preservação da Memória), o evento reuniu diversos palestrantes que falaram sobre temas relacionados à Constituição nas três décadas e meia de sua vigência.

Falando em nome do MPPR na mesa de abertura, composta por diversas autoridades, o procurador de Justiça Olympio de Sá Sotto Maior Neto destacou a importância de se efetivarem as promessas de cidadania inscritas na Lei Maior do país – cujas disposições, se integralmente cumpridas, ajudariam na construção de uma sociedade mais justa e igual.

Além do procurador de Justiça Olympio de Sá Sotto Maior Neto, compuseram a mesa de abertura do evento a desembargadora Maria Aparecida Blanco de Lima; o coordenador do Núcleo da Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública Estadual, Antonio Vitor Barbosa de Almeida; a diretora-geral da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania, Rubia Rossi (representando o secretário Santin Roveda); a subprocuradora-geral de Justiça para Assuntos de Planejamento Institucional, coordenadora-geral da Escola Superior do MPPR e presidente do Centro de Preservação da Memória, Samia Saad Gallotti Bonavides; a coordenadora do Comitê Estadual de Verdade, Memória e Justiça, Ivete Caribé da Rocha; a coordenadora do Lume: Lugar de Memória, Claudia Cristina Hoffmann; a procuradora regional eleitoral, Mônica Dorotea Bora; a coordenadora das Promotorias Eleitorais, procuradora de Justiça Rosane Cit; o diretor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, Sérgio Said Staut Júnior; e o deputado estadual Goura.

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Constituinte – A palestra magna esteve a cargo do deputado constituinte Nelton Friedrich, que tratou dos desafios na elaboração daquela que se qualificou como “a Constituição mais avançada da história do país”. Ele falou da “pré-história” da Assembleia Nacional Constituinte, a partir dos diversos movimentos que preconizaram a necessidade de criação de uma constituição posterior ao período ditatorial – e que tiveram oposição dos militares que logo deixariam o poder. Friedrich destacou o fato de a Constituinte contar com diversas emendas populares e assinalou que uma Constituição tão avançada – ainda que, certamente, com lacunas e defeitos – só foi possível graças à articulação dos setores progressistas. “Com a Constituição Federal de 88, o Brasil estabeleceu pela primeira vez a arquitetura de um Estado de bem-estar social, dentro da proposta de um Estado Democrático de Direito”, declarou, lamentando, entretanto, a falta de regulamentação de muitas disposições constitucionais e a dificuldade de se efetivarem diversos direitos previstos na Carta Magna. O deputado constituinte destacou ainda que foi a primeira vez que uma Constituição no período posterior à 2ª Grande Guerra estabeleceu que “todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes ou diretamente”. E, novamente, lastimou o fato de a representatividade  não estar atualmente sendo exercida na sua essência. “A Constituição tem sido muito mais criticada por seus acertos do que por seus erros”, afirmou.

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Em seguida, o procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia, falou sobre a importância do evento, que comemora a estabilidade do pacto social brasileiro. Num cenário internacional de recrudescimento de conflitos, Giacoia lembrou que a Constituição brasileira tem o princípio da fraternidade como cláusula pétrea. “A Constituição é um processo de debate público em que uma sociedade estabelece uma pauta de valores que deve reger o seu processo civilizatório. E a nossa Constituição é um pacto para transformar a sociedade em algo mais igual e justo”, ressaltou. O procurador-geral de Justiça destacou ainda que “a Democracia, na sua essência, é uma forma de vivência harmoniosa das diferenças, das nossas segmentações no tecido social. O princípio da tolerância, base do nosso pacto social, é o dever ético que temos de aceitar a visão do outro”.

Justiça de transição – Seguiu-se debate com o tema “Justiça de Transição 35 anos depois da Constituição de 1988”. Falaram sobre o tema a professora Vera Karam, da Universidade Federal do Paraná, o procurador de Justiça do Ministério Público de São Paulo Eduardo Valério, e o professor da Universidade Federal de Minas Gerais Emílio Peluso Neder Meyer.

História – A última mesa do dia tratou do tema “O papel da história na formação de políticas públicas”. Os convidados foram a professora-adjunta da Universidade Federal Fluminense Samantha Quadrat, pesquisadora de lugares de memória no Cone Sul, o professor da Universidade Estadual de Maringá Delton Felipe e a professora da Universidade Federal do Paraná Roseli Boschilia.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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Excelência ambiental: Aterro da Sanepar mantém selo internacional ISO 14.001

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Operado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte alcançou um marco de excelência ao renovar a certificação NBR ISO 14.001:2015, com registro de zero não conformidades em auditoria externa. A ISO 14.001 se refere a uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca o compromisso ambiental como fundamento da sua atuação em todas as áreas da Companhia. “As atividades da Sanepar são pautadas no compromisso com a conservação ambiental. A gestão dos processos é feita com respeito e cumprimento de todas normas que têm o objetivo de promover a sustentabilidade”, diz. 

O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter essa certificação internacional. “Isto significa um resultado perfeito em relação às exigências da certificação. Também demonstra a maturidade e a alta competência da gestão ambiental no local, que mantém a certificação ISO 14.001, alcançada pela primeira vez em 2013 e mantida desde então”, explicou o gerente de Gestão Ambiental da Sanepar, Ronald Gervasoni.

ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RISCOS – Para Gervasoni, o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da Sanepar aplicado no aterro é a chave para a excelência na operação. “O SGA é o framework da Companhia, sendo essencial para a sua sustentabilidade. Sua implementação vai além dos escopos certificados, sendo um alinhamento estratégico que blinda o negócio contra riscos operacionais e fortalece nossa governança ambiental em toda a Sanepar”, detalhou o gerente.

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A metodologia do SGA proporciona a identificação e o gerenciamento de riscos ambientais, além de promover a conscientização dos empregados sobre a preservação ambiental. O resultado reflete diretamente a competência técnica e o empenho da equipe em zelar pela excelência operacional e pelo desenvolvimento responsável das atividades.
O desempenho foi reconhecido pelo Auditor Líder da QMS Certification, Neimar Ricardo. “O resultado de zero não conformidades nesta auditoria é de extrema importância e serve como um poderoso indicador da maturidade do SGA. Isso demonstra também, de forma inequívoca, a eficácia dos controles implementados pela Sanepar, o alto nível de excelência da equipe e a robustez do SGA do Aterro de Cianorte”, comentou Ricardo.
 

ENGAJAMENTO – Para os empregados do aterro, a manutenção da certificação ISO 14001 é garantia de que todos os processos operacionais sejam padronizados e acompanhados por sistemas de controle ambiental, em conformidade com as normas legais, promovendo segurança à população e respeito ao meio ambiente.
“Ela não apenas valida nossos padrões rigorosos de engenharia e controle ambiental, mas também assegura a prevenção contínua de contaminações, refletindo nosso compromisso com a excelência operacional”, afirmou o gerente da Sanepar que integra a alta direção do Comitê do Sistema de Gestão Ambiental do Aterro, Marcos Moretto.
Lutero Eduardo Lucio, químico responsável pela implementação do SGA no Aterro, reforça que a excelente performance na auditoria externa é mérito, em especial, da equipe operacional que trabalha no local e que conta com empregados dedicados como Marcio Benitz, Paulo Cesar Martins, José Jadir Correia Barros, Marcio Santos e Pedro Fortunato. “A excelência na gestão é resultado direto do envolvimento e da dedicação da equipe. Este resultado de zero não conformidades, após 13 anos de certificação, é um testemunho da responsabilidade e da competência”, comentou Lutero.

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GESTÃO DO LIXO – O aterro de Cianorte é operado pela Sanepar desde 2002, por meio de concessão entre a Companhia e o município de Cianorte. O aterro trata ainda, com contratos específicos, os resíduos sólidos urbanos coletados nos municípios de Terra Boa, São Tomé, Indianópolis e Guaporema.

Além do Aterro de Cianorte, a Sanepar opera mais dois aterros no estado: em Apucarana, no Vale do Ivaí, e em Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, ambos operados com a mesma metodologia de gestão ambiental. Em Cornélio Procópio, assim como em Cianorte, a Sanepar atua também na coleta dos resíduos.

CERTIFICAÇÃO – Neste ano, a auditoria externa foi realizada pela QMS Brasil, na última semana de maio, com a participação de auditores externos, dos empregados do aterro, das áreas de gestão ambiental da Sanepar e do coordenador Industrial, Ismael Vasquez.

A QMS Certification é um organismo de certificação em processos de qualidade que teve origem na Austrália, atualmente com a matriz nos Estados Unidos e forte atuação global com presença em mais de 30 países.

Fonte: Governo PR

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