Paraná
Com apoio da Sanepar, Maratona de Curitiba deve reunir mais de 10 mil atletas de todo país
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) é patrocinadora da Maratona de Curitiba, a mais importante do Paraná e uma das cinco maiores do Brasil. A edição deste ano, que acontecerá em 19 de novembro, deve reunir mais de 10 mil atletas de todos os estados brasileiros, além de representantes de 10 países.
Para garantir a hidratação e o bem-estar físico dos atletas durante a corrida, a Sanepar fornecerá toda a água que será distribuída aos corredores. Serão cerca de 140 mil copos de água potável disponíveis em 14 postos de hidratação, além da Arena de Chegada. Ao todo, serão 27.800 litros que estarão à disposição dos corredores. Se os copos fossem colocados lado a lado, o volume seria suficiente para cobrir o traçado do circuito da modalidade de 10 quilômetros. A água que será distribuída poderia encher 55 caixas de 500 litros.
Com opções de circuitos de 42, 21, 10 e 5 quilômetros, a prova tem um percurso que passa por mais de 20 bairros e pelos principais pontos turísticos da capital paranaense. A largada será na Praça Nossa Senhora de Salete, no Centro Cívico. Além da presença dos corredores, a organização tem a expectativa que mais de 30 mil visitantes circulem na Expo Maratona, feira de produtos esportivos que acontece no Museu Oscar Niemeyer durante os três dias que antecedem as provas de corrida.
VANGUARDA DE ENVENTOS ESPORTIVOS – A Maratona de Curitiba 2023 vai adotar tratamento exemplar com a certificação Aterro Zero, em que 100% dos resíduos gerados serão enviados para reciclagem ou para coprocessamento. Plásticos, papéis e papelões serão reciclados para servirem novamente de matéria-prima.
Já os resíduos orgânicos serão encaminhados para compostagem. Os rejeitos que não puderem ser reciclados serão processados para que sejam uma alternativa aos insumos utilizados na produção de cimento. Dessa forma, será evitado que mais de uma tonelada de resíduos tenham como destino final os aterros sanitários. As inscrições podem ser feitas até 8 de novembro.
Fonte: Governo PR
Paraná
Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro
O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.
Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César
Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.
A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.
Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.
Processo 0016498-43.2025.8.16.0013
Notícia anterior:
26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga
Assessoria de Comunicação
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(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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