Paraná
Gaeco desencadeia segunda fase da Operação Subterrâneo, com o cumprimento de mandados em Barracão e Marechal Cândido Rondon
O núcleo de Francisco Beltrão (Sudoeste do estado) do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou nesta quinta-feira, 17 de novembro, a segunda fase da Operação Subterrâneo, que apura a possível prática de crimes de fraude em licitação, corrupção ativa e corrupção passiva. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nos municípios de Barracão e Marechal Cândido Rondon, tendo como alvo o ex-prefeito de Barracão (gestão 2017-2020). Foram apreendidos documentos, celulares e dispositivos eletrônicos em geral.
A investigação apura o possível direcionamento de uma licitação realizada pelo Município de Barracão, em 2020, no valor aproximado de R$ 700 mil. Conforme a investigação, o ex-pregoeiro do Município, em conluio com empresários, teria inserido cláusulas restritivas no edital do certame, impedindo a participação de outras empresas. Além disso, há indícios de pagamento de propina durante a execução do contrato administrativo.
O nome da operação faz alusão ao objeto da licitação: a aquisição de tubos de concreto para escoamento de águas pluviais.
Texto anterior sobre o caso:
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(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro
A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:
O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.
O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.
Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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