Economia
Cadastro no Armazém da Família agora é digital
A partir deste mês de junho, o cadastro no Armazém da Família passa a ser feito por autoatendimento online. O processo é rápido e simples, pode ser realizado a qualquer hora e lugar, usando o portal da Secretaria Municipal do Abastecimento ou o aplicativo Curitiba App.
Para quem precisar, na Rua da Cidadania Fazendinha/Portão, na sala 38, da Secretaria Municipal do Abastecimento há um computador com acesso à internet e um scanner, para a digitalização dos documentos, disponível para uso do cidadão.
Ficou com dúvida e não consegue fazer? Informações são repassadas pelo telefone (41) 3350-3890 ou pelo email [email protected].
Outra forma de suporte à população são as associações de moradores, igrejas e instituições assistenciais que foram orientadas e vão ajudar no cadastramento online. São entidades próximas das comunidades que atuarão como ponto de apoio para ajudar no processo de modernização do serviço, tornando-o totalmente online. Agora, as pessoas podem se inscrever sem precisar ir até Rua da Cidadania.
Até então, para fazer cadastro nos Armazéns da Família – que oferecem gêneros alimentícios e de higiene e limpeza a preços, em média, 30% mais baratos que no varejo tradicional – as pessoas precisavam comparecer aos núcleos da Secretaria Municipal do Abastecimento, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17 horas.
Autoatendimento
O cadastro é realizado pelo site https://portalsmab.curitiba.pr.gov.br ou pelo aplicativo Curitiba App, no ícone “Armazém da Família”. Os cadastros com vencimento em 2019 serão renovados automaticamente por um ano. Dúvidas podem ser tiradas pelo telefone (41)3350-3890 ou pelo email [email protected].
Economia
Investigações do MDIC e da Receita interrompem fraudes em importações de vários produtos
Investigações conduzidas pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Fazenda (MF) interromperam, nos últimos meses, diversas operações de importação que burlavam regras de comércio exterior com práticas como subdeclaração de valor e classificação indevida de mercadorias.
Foram 50 denúncias recebidas entre agosto de 2024 e dezembro de 2025. Em 21 desses casos, as investigações confirmaram os indícios de irregularidades, que alcançavam empresas e produtos dos setores têxtil, siderúrgico, de linha branca, autopeças, químico, eletroeletrônicos e produtos esportivos, além de itens como pneus, secadoras de roupa, redes de pesca e vestuário, entre outros.
Para três dos 50 casos, as denúncias se mostraram improcedentes. Outras 26 denúncias ainda estão sob investigação.
“A atuação do governo busca coibir práticas indevidas na importação, que prejudicam empresas que cumprem as regras. Ao fortalecer os mecanismos de controle e fiscalização, ampliamos a previsibilidade e garantimos um ambiente mais equilibrado para quem atua de forma regular”, afirmou a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres.
Os dados sobre as investigações constam de relatório do Grupo de Inteligência de Comércio Exterior (GI-CEX), elaborado conjuntamente pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB).
Constatado o indicativo de conduta irregular, a Secex adota medida de controle prévio sobre as importações da empresa, em relação ao produto alvo da investigação. Conhecida como licenciamento não automático, a ação permite, com base em gestão de riscos, a verificação da autenticidade, veracidade e exatidão das informações prestadas pelos importadores antes do despacho aduaneiro.
A exigência de licenciamento mais rigoroso tem se mostrado eficaz. De acordo com o relatório, entre 19% e 79% das licenças de importação, a depender da empresa e do produto, são canceladas pelo próprio importador ou indeferidas enquanto a medida está em vigor.
A atuação do Grupo de Inteligência também conta com o reforço da fiscalização aduaneira pela Receita Federal, com ações realizadas tanto antes quanto após o desembaraço das mercadorias. O grupo tem como atribuição identificar indícios de infração à legislação de comércio exterior, propor medidas para sua prevenção e repressão, além de articular cooperação com outros órgãos da administração pública federal.
“Com essa atuação coordenada, o GI-CEX contribui para assegurar isonomia competitiva, fortalecer o ambiente de negócios e coibir práticas irregulares no comércio exterior brasileiro, sem aumento de burocracia”, destaca Renato Agostinho da Silva, diretor do Departamento de Operações de Comércio Exterior da Secex.
Mais informações, incluindo a íntegra do relatório e orientações para envio de denúncias, estão disponíveis em:
https://www.gov.br/siscomex/pt-br/informacoes/combate-a-praticas-ilegais
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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