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Com aumento da gasolina e etanol, GNV fica mais competitivo no Paraná

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Os recentes reajustes nos preços da gasolina e do etanol nas últimas semanas tornaram o Gás Natural Veicular (GNV) ainda mais competitivo no Paraná. Ao contrário dos combustíveis líquidos que já tiveram alta de mais de 10% ao longo de 2023, o GNV acumula queda de 25% desde o início do ano no Estado.

O GNV pode ser encontrado nos postos da capital paranaense a partir de R$ 4,99/m³ e os preços mais baixos de etanol e gasolina consultados nesta segunda-feira (21) em Curitiba foram R$ 4,3/L e R$ 6,19/L, respectivamente. Como o rendimento do GNV é muito maior, a Compagas estima uma economia de 42% com a utilização de GNV no custo por quilômetro rodado (R$ 0,36 de GNV contra R$ 0,62 de etanol e R$ 0,63 de gasolina).

Para o CEO da Compagas, Rafael Lamastra Jr, com a redução do preço do gás natural abre-se uma nova janela de oportunidade para que motoristas e frotistas tenham mais economia no seu dia a dia. “O objetivo da Compagas é implementar condições que permitam a ampliação do mercado de GNV no Estado e proporcione maior competitividade aos usuários, garantindo maior economia, melhor rendimento e ganhos ambientais, em especial aos frotistas, motoristas de aplicativo e taxistas que são o público-alvo deste segmento”, destaca.

Lamastra também ressalta que a Compagas repassa todas as condições comerciais obtidas ao revendedor de combustíveis, mas a definição do preço de venda ao usuário final acaba sendo uma liberalidade dos postos, que atuam em livre comércio. “A nossa expectativa é que o preço ao consumidor seja sempre reduzido na mesma proporção dos repasses da distribuidora aos revendedores para garantir maior economia aos motoristas que rodam com GNV”, completa.

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Uma das principais vantagens do uso do GNV é o maior rendimento. Isso se justifica pela maior capacidade média de rodagem – com o GNV é possível percorrer 14 quilômetros (km) por m³, já com o etanol essa distância é de 7 km por litro e com a gasolina, o motorista faz, em média, 10 km por litro.

Os motoristas paranaenses que possuem o kit GNV instalado e a documentação em dia também têm um desconto de 70% no IPVA, pagando alíquota de 1% sobre o valor do veículo, enquanto para os demais é de 3,5%.

No quesito ambiental, ainda que o GNV tenha origem fóssil, ele emite menos poluentes do que os combustíveis líquidos, especialmente por ter uma queima mais limpa, com menos fuligem e menor geração de dióxido de carbono (o gás que mais contribui para o efeito estufa no planeta). Comparado à gasolina, por exemplo, com o uso do GNV a emissão chega a ser até 30% menor. Também é de fácil dispersão na atmosfera, o que reduz os riscos de acidentes e vazamentos.

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CONVERSÃO – Qualquer veículo movido a gasolina ou etanol pode fazer a conversão para o GNV. O processo deve começar com um pedido de autorização para o Detran. Com o documento em mãos, o consumidor pode instalar um kit em uma oficina credenciada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). No site da Compagas é possível conferir a lista de oficinas credenciadas.

Após a conversão, que tem custo médio de R$ 5 mil, é necessário realizar uma inspeção técnica e manter a rotina de vistorias anuais para emitir o Certificado de Segurança Veicular (CSV), o Selo GNV e obter o licenciamento anual.

COMPAGAS – A Compagas é uma empresa que tem como acionista majoritária a Companhia Paranaense de Energia – Copel, com 51% das ações, a Mitsui Gás e Energia do Brasil, com 24,5%, e a Commit Gás, com 24,5%. Com uma rede de distribuição de mais de 870 quilômetros de extensão, atende clientes dos segmentos industrial, comercial, residencial, veicular e de geração elétrica, instalados em 15 municípios do Estado. Os mais de 54 mil usuários consomem diariamente cerca de 1 milhão de metros cúbicos de gás natural.

Fonte: Governo PR

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Estado vai defender na Justiça compra de 26 robôs para agilizar combate a incêndios

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O Governo do Estado vai recorrer da decisão liminar que impede a Defesa Civil de continuar o processo de compra de até 26 robôs de combate a incêndios de grandes proporções. A defesa está amparada por um despacho do Tribunal de Contas de março deste ano que já tinha negado processo similar movido por uma empresa do Espírito Santo que não possui equipamento com as características exigidas no estudo técnico.

O processo de compra teve início com uma ata de registro de preço (e não compra efetiva) da Defesa Civil para aquisição de robôs para enfrentar incêndios em áreas industriais, portos e aeroportos. O projeto faz parte do Plano de Auxílio Mútuo (PAM), desenvolvido pela pasta para enfrentar o aumento de registro de ocorrências desse tipo. Uma empresa alemã ganhou a concorrência porque tem o melhor produtor do mercado.

Esse robô é usado por países de primeiro mundo no combate a grandes incêndios. Ele funciona acoplado a uma mangueira e tem capacidade para gerar fluxo imenso de água para combater grandes incêndios logo no início, o que ajuda também a preservar o trabalho de bombeiros militares diante de cenários muito extremos. O Estado desenvolve essa compra de maneira pioneira no Brasil.

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Nessa semana, no entanto, uma decisão liminar da 2ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba suspendeu a licitação e já comprometeu o calendário de aquisição dos equipamentos. A Procuradoria-Geral do Estado vai entrar com um agravo contra a decisão no Tribunal de Justiça do Paraná e apresentar a documentação técnica que embasa o procedimento. 

E essa aquisição se mostra cada vez mais urgente. Nesta semana o novo relatório do Monitor de Secas da Agência Nacional de Águas apontou para a existência de estiagem em todo o Paraná, o que aumenta o risco de incêndios, principalmente diante da temporada de seca do inverno.

Fonte: Governo PR

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