Polícial
PCPR prende suspeitos de homicídio e lesão corporal em Palmas
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deflagrou uma operação, nesta terça-feira (15), para cumprimento de três mandados de prisão preventiva, em Palmas, na região Sudoeste do Estado. Na ação, um homem, de 52 anos, foi preso por homicídio, e outros dois indivíduos, de 41 e 50, por lesão corporal.
A delegada da PCPR Alini Simadon explica que o primeiro mandado está relacionado ao crime de homicídio, ocorrido no dia 23 de maio, na área rural de Coronel Domingos Soares.
“O crime foi praticado em uma área privada, no interior de uma madeireira. Apuramos que os seguranças do local teriam disparado contra supostos caçadores. Continuamos com as investigações a fim de localizar o segundo suspeito e esclarecer os fatos”, afirma a delegada.
Na sequência, as equipes policiais cumpriram mandados de prisão em desfavor de dois homens suspeitos de lesão corporal contra as companheiras. Os crimes ocorreram nos dias 8 e 10 de agosto, em Palmas.
Ainda segundo a delegada, as duas vítimas solicitaram medidas protetivas, deferidas pelo judiciário. Porém, ambos os suspeitos descumpriram as ordens judiciais.
Os três indivíduos foram encaminhados ao sistema penitenciário.
DENÚNCIAS – A PCPR solicita a colaboração da população com informações que auxiliem na localização do suspeito de homicídio. As denúncias podem ser feitas de forma anônima, pelos números 197, da PCPR, 181 do Disque-Denúncia ou (46) 3262-3802, diretamente à equipe de investigação.
Fonte: PJC PR
Polícial
PCPR realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil com agentes de sete forças de segurança
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para polícia judiciária. A formação contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do país.
O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (TIGRE) e pela Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).
Segundo o delegado-chefe do TIGRE, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático-policial.
Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária.
“A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.
O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.
As instruções foram ministradas por policiais do TIGRE da PCPR e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.
Durante a capacitação, os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.
A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão da doutrina para outras forças de segurança pública no país.
“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.
Ele ainda ressalta que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.
Fonte: PJC PR
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