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Detentos de Foz do Iguaçu confeccionam bonecos de crochê para crianças carentes

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A Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu 1 – Extensão está promovendo uma ação beneficente em prol de crianças carentes de várias instituições de atendimento a menores de idade da cidade. Trata-se do Projeto Amigurumi, que põe a mão de obra de pessoas privadas de liberdade (PPL) para a confecção de bonecos de crochê. A primeira fase prevê a entrega de 400 amigurumis no Dia das Crianças. A segunda etapa será no Natal.

Para o diretor-geral da Polícia Penal do Paraná, Osvaldo Messias Machado, esta atividade traz uma série de benefícios. “Nós temos pessoas privadas de liberdade que aprendem a arte da confecção, o que ajuda com a remição de pena e a fazer o tempo passar dentro da unidade, e ao mesmo tempo beneficia as crianças”, destaca. 

“A ideia sempre foi fazer algo relevante, algo que trouxesse à pessoa privada de liberdade a sensação de estar fazendo algo importante, um ato de bondade, no sentido mais primário da palavra”, complementa o policial penal José Roberto de Morais, idealizador do projeto.

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A PEF 1 destaca-se pela grande quantidade de detentos que realizam alguma atividade laboral. Com uma visão voltada para a reinserção, há um intenso programa de promoção de trabalho, educação e conscientização do valor desses dois instrumentos de promoção social.

Atualmente são 509 alojados. Desses, 493 realizam remição pela leitura, 141 estão matriculados em curso de Teologia, 100 estão matriculados no Ensino Médio, 29 participam de um curso bíblico, 46 se dedicam a atividades de qualificação profissional e 150 custodiados realizam atividades artesanais, como os amigurumis.

Fonte: Governo PR

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Em Palmital, MPPR oferece denúncia criminal e pede o afastamento das funções de escrivão e sua esposa, que teriam cobrado taxas indevidas ao longo de 15 anos

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Em Palmital, no Centro-Sul do estado, o Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça da comarca, ofereceu denúncia criminal contra um escrivão e sua esposa, que teriam cobrado taxas indevidas no cartório em que trabalhavam ao longo de pelo menos 15 anos. São apontados os crimes de prevaricação (art. 319 do Código Penal), falsidade ideológica (art. 399) e excesso de exação, relacionado à cobrança de tributos (art. 316). O MPPR requereu o afastamento do casal do exercício das funções públicas por 180 dias, o que foi acatado pelo Judiciário.

Áudio do Promotor de Justiça Frederico Augusto Gomes

Conforme a denúncia, os acusados, “servidores da serventia judicial da Comarca de Palmital – sendo o primeiro escrivão titular e a segunda servidora do setor – teriam, em comunhão de esforços, praticado irregularidades funcionais de forma reiterada e sistemática ao longo de extenso período (ao menos entre 2010 e julho de 2025), consistentes, em síntese, na cobrança indevida ou em desacordo com tabelas oficiais de custas processuais, inclusive em feitos acobertados pela gratuidade da justiça, bem como na manutenção indevida de processos para cobrança de valores prescritos”.

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Ao receber a denúncia, o Juízo determinou cautelarmente o afastamento dos acusados, com a proibição expressa de ingresso, permanência ou frequência às dependências do cartório cível e anexos, salvo prévia autorização judicial, bem como a entrega das chaves, crachás, senhas e acessos físicos ou eletrônicos eventualmente vinculados ao exercício funcional. Eles também estão proibidos de contato direto ou indireto, por qualquer meio, com as testemunhas arroladas na denúncia e com servidores diretamente vinculados aos fatos investigados.

Processo 0000477-10.2026.8.16.0125

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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