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Paraná

Bolsistas Débora e Beatriz fazem dobradinha no Mundial e se preparam para Paris 2024

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As atletas paranaenses Débora e Beatriz Carneiro brilharam nas piscinas do Mundial Paralímpico de Natação, que aconteceu em Manchester, na Inglaterra. As irmãs de Maringá são bolsistas do programa Geração Olímpica e Paralímpica, maior programa em nível estadual de incentivo ao esporte na modalidade bolsa-atleta, desde 2015. As atletas também recebem o incentivo do programa Proesporte.

Débora conquistou o ouro e bateu o recorde das Américas com o tempo de 1:15.10 na prova dos 100 metros peito na classe S14. Beatriz ficou em 2º lugar e garantiu a prata com o tempo 1:15.72, sua melhor marca pessoal. Beatriz ainda conquistou duas medalhas de bronze nos revezamentos 4×100 metros livre misto e 4×100 metros medley misto. O Brasil terminou o Mundial Paralímpico em 4º lugar no quadro de medalhas, com 46 medalhas (16 de ouro, 11 de prata e 19 de bronze).

“Desde o começo do ano elas estavam treinando focadas nesse Mundial e nos Jogos Parapan-Americanos, e elas fizeram as melhores marcas da vida. As duas nadaram abaixo do recorde, o que é bem expressivo”, comemora André Yamazaki, técnico das atletas há 10 anos e também bolsista do Geração Olímpica e Paralímpica na categoria técnico EAD. 

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Yamazaki diz que o apoio da família e de diversos profissionais tem sido primordial para a evolução das irmãs. “Nosso objetivo é conquistar o topo do mundo, e elas são dedicadas, tem o fator familiar que ajuda no controle das ações e também uma equipe multidisciplinar que acompanha elas com o trabalho de recuperação, fisioterapia, preparação física e nutricionista”, afirma.

Denise Golfieri, coordenadora do Geração Olímpica e Paralímpica, conta sobre o carinho e a convivência com as gêmeas no últimos anos. “Conheci elas em 2015, a primeira vez delas como bolsistas do programa, e de lá pra cá temos acompanhado a dedicação delas ao esporte e também as conquistas. Elas nos encantam e nos enchem de orgulho”, afirma.

“Elas são meninas de ouro que vem conquistando cada vez mais espaço em competições internacionais”, complementa o coordenador do programa Proesporte, Otávio Taguchi.

PRÓXIMOS PASSOS – O foco delas agora são os Jogos Parapan-Americanos de 2023, que acontecem entre os dias 17 e 26 de novembro em Santiago, no Chile, e depois a seletiva para os Jogos de Paris 2024.

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GERAÇÃO OLÍMPICA E PARALÍMPICA – O Geração Olímpica e Paralímpica é o maior programa de bolsa-atleta entre todos os estados do País. O programa já investiu cerca de R$ 50 milhões, em 12 edições, com o patrocínio exclusivo da Copel, para atletas e técnicos vinculados a instituições paranaenses (federações e escolas), atendendo desde jovens promessas a estrelas de renome internacional. No edital de 2023 são mais de 1.200 atletas e técnicos contemplados com a bolsa.

PROESPORTE – O Proesporte é financiado pelo contribuinte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que pode destinar parte do valor devido para projetos na área. O edital de 2024 e 2025 é de R$ 50 milhões, o maior volume de recursos para fomento e incentivo na história do esporte do Paraná.

Fonte: Governo PR

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Professor de jiu-jitsu de Faxinal denunciado pelo Ministério Público do Paraná é condenado a 13 anos, 3 meses e 22 dias de prisão por estupro de vulnerável

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Um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná em Faxinal, no Norte Central do estado, pelo crime de estupro de vulnerável foi condenado a 13 anos, 3 meses e 22 dias de prisão em regime fechado. Os fatos denunciados ocorreram entre julho e agosto de 2025, quando a vítima, de apenas 12 anos de idade, era aluna de jiu-jitsu do autor.

Áudio do promotor de Justiça Gabriel Thomaz da Silva

De acordo com as apurações, durante uma aula, a vítima se queixou de dores no joelho a um dos professores, momento em que o acusado, que era líder na academia, aproveitando-se da posição de autoridade que possuía entre os alunos, praticou atos libidinosos contra a vítima – ele a tocou indevidamente, sob o pretexto de massagear seu joelho. Após o ocorrido, ele passou a enviar mensagens de cunho sexual à jovem por meio de aplicativo de mensagens, inclusive com a intenção de marcar um encontro.  Ao tomar conhecimento dos fatos, o pai da ofendida levou o caso às autoridades policiais, sendo requerida e concedida a prisão preventiva do professor, que seguirá detido para o cumprimento da pena.

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Além da pena de prisão, o réu também foi condenado ao pagamento de R$ 5 mil de indenização por danos morais causados à vítima. O MPPR recorrerá da decisão buscando o aumento da pena.

Processo 2141-48.2025.8.16.0081

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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