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Walking Tour: quase 1.500 estudantes de ensino médio conhecem câmpus da Unicentro

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Quase 1.500 estudantes de ensino médio de escolas de municípios da região Centro-Sul e Campos Gerais, que integram os Núcleos Regionais de Educação de Irati e Ponta Grossa, conheceram os cursos, a estrutura e as formas de ingressar na Unicentro nesta semana. Em sua segunda edição, o “Walking Tour Unicentro” promoveu uma apresentação da vida acadêmica para quem está bem próximo de fazer parte dela, no câmpus Irati.

A ação faz parte do projeto “A Unicentro na escola e a escola na Unicentro”. Segundo a coordenadora da iniciativa, Loide Salache, a intenção é fomentar a democratização do ensino superior por meio dessa aproximação com os colégios. “É uma forma para que esses estudantes possam vivenciar a universidade no seu dia a dia, com todos os professores e as professoras, os acadêmicos e as acadêmicas, os agentes universitários, as agentes universitárias”, afirmou.

“Eles aproveitam essa oportunidade para se inteirar, saber quais cursos existem na Unicentro, mas também visitaram os laboratórios, os espaços físicos, conheceram a vivência dentro da instituição”, complementou o pró-reitor de Planejamento da Unicentro, Maurício Atamanczuk.

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Para muitos estudantes, caminhar pelo câmpus foi uma forma interessante de conhecer o que a universidade tem a oferecer. “Muitos não têm noção do que é uma universidade, ficam com muita dúvida e medo se vai dar certo ou não. Então conhecer a universidade é uma oportunidade para decidir o futuro”, afirmou Paulo Henrique Cardoso, aluno do Colégio Estadual Julio Cesar, de Rebouças, que quer fazer o vestibular na Unicentro, entre Administração e Ciências Contábeis.

Rebeca Aparecida de Jesus, do Colégio Florestal de Irati, já decidiu que quer cursar Medicina Veterinária. Ela relata que a escolha pela universidade já vem de família. “A minha prima conseguiu entrar no Unicentro e ela falou para mim sobre os cursos. Fiquei muito interessada na Unicentro, porque ela é pública”, afirmou.

Professora do Colégio Getúlio Vargas, de Fernandes Pinheiro, Rosimara Halila Jenzura Kopp acompanhou o evento pela segunda vez e destacou que sempre orienta os alunos a participarem dos processos seletivos da Unicentro. “Eu procuro fazer um trabalho com eles, mostrando o que é o PAC (Programa de Avaliação Continuada), o vestibular, a instituição. Ano passado eu já trouxe alunos para o Walking Tour e já tivemos vários resultados, com alunos que atualmente estão estudando aqui na Unicentro neste ano”, salientou.

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Além das visitas guiadas, os estudantes foram recepcionados com música ao vivo e com um acolhimento da reitoria. “A importância que a nossa universidade tem para a região tem uma dimensão econômica e uma social. Então nós sempre pensamos no que podemos fazer para melhorar e para aprimorar ainda mais esse contato e essa visibilidade”, ressaltou a diretora do câmpus Irati, Andrea Nogueira Dias.

O reitor da Unicentro, professor Fábio Hernandes, reforçou o convite para que os alunos se inscreverem nos processos seletivos. “Esta universidade, pelo ranking do MEC, é a 9º melhor universidade estadual do País”, complementou.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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