Paraná
Cisne Branco vira atração do Porto de Paranaguá neste final de semana
O Porto de Paranaguá recebeu nesta sexta-feira (19) o Navio Veleiro Cisne Branco, da Marinha do Brasil. A embarcação está em missão de treinamento e fica atracada até a próxima quarta-feira (24). No sábado (20) e domingo (21), haverá visitação pública gratuita. A visitação será das 13h30 até 17h30, e é obrigatório trazer um documento com foto e usar calçado fechado e sem salto.
A ação é uma parceria com a Portos do Paraná, que têm o objetivo de integrar a comunidade e permitir que os moradores conheçam o navio e também a estrutura portuária.
“Toda a população está convidada a visitar e conhecer esse navio tão importante da Marinha. O porto está aberto aos parnanguaras e aos litorâneos para que as pessoas possam conhecer a nossa estrutura”, destaca André Pioli, diretor de Desenvolvimento Empresarial da empresa pública.
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Desde que chegou ao berço 205, a embarcação virou atração para todos que trabalham na faixa portuária. “Convidamos todas as famílias a conhecer, interagir com a tripulação e tirar dúvidas sobre a carreira na Marinha e a missão do navio”, avisa Arthur Janeiro, capitão-tenente e responsável pela Comunicação Social do Cisne Branco.
O Navio Veleiro foi entregue à Marinha do Brasil no dia 9 de março de 2000, no Rio Tejo, mesma data e local da partira de Pedro Álvares Cabral ao Brasil. “A primeira regata foi nas comemorações dos 500 anos de descobrimento do Brasil e desde então o Cisne Branco participa de grandes eventos náuticos representando a Marinha e o País”, explica Janeiro. A embarcação também cumpre a missão de treinamento para novos marinheiros.
Serviço:
Visitação ao Cisne Branco
Data: sábado, dia 20, e domingo, dia 21
Horário: 13h30 às 17h30
Local: Porto de Paranaguá – Palácio Dom Pedro II – Avenida Portuária S/N
Ingresso: Gratuito
Observação: obrigatório uso de calçado fechado como tênis, botas ou sapatos sem salto
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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