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Está sem água? Sanepar tem canais disponíveis 24 horas por dia para atendimento

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Está sem água? Avise a Sanepar. Este é o procedimento mais importante para que a Companhia resolva a situação de forma mais ágil e efetiva. O registro ajuda a empresa a identificar a causa do desabastecimento e sanar o problema mais rápido.

Ao perceber o desabastecimento, o cliente pode consultar o aplicativo ou o site da Sanepar e verificar se há alguma ocorrência que justifique a falta de água em seu endereço. Se não houver nenhum aviso, o cliente pode registrar a falta de água no próprio aplicativo (Sanepar Mobile) ou no site www.sanepar.com.br – Fale Conosco e mandar mensagem. Além disso, é possível avisar pelo telefone 0800 200 0115 e pelo whatsapp (41 – 99544-0115), opção 2. Todos esses canais de atendimento e o serviço de manutenção de rede funcionam 24 horas por dia.

Se houver algum serviço programado para aquele endereço, o atendente do 0800 informa o cliente sobre a ocorrência. Caso não conste nada cadastrado, a reclamação será registrada e repassada à área de programação. Como essa situação é considerada prioridade 1, imediatamente é enviado um Aviso de Serviço para a área operacional da Sanepar. A partir deste momento, uma equipe sai em campo e tem até quatro horas para identificar e resolver o problema.

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Um fiscal da Companhia segue um procedimento padrão para encontrar o que está causando falta de água. Confere a pressão e a vazão no hidrômetro do cliente e do vizinho. A partir disso, consegue saber se é um problema interno do imóvel ou no ramal da Sanepar ou, ainda, na rede de distribuição.

O profissional percorre e revisa todos os registros de água naquela região e verifica se há algum indício de vazamento na rua – água empoçada, por exemplo. Na suspeita de vazamento oculto, em que a água não aflora na superfície, solicita o serviço de geofonamento para fazer a pesquisa em campo.

Assim que for identificado o local do vazamento, a programação recebe a informação e emite ordem de serviço para a empreiteira que faz a manutenção da rede. Quando for identificada a causa da falta de água é feito o registro no sistema e, então, quando o próximo cliente ligar ele já vai ter a resposta do que está ocorrendo. Sem a identificação da causa, o atendente do 0800 continuará recebendo as reclamações e enviando à programação.

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“Quando a reclamação chega por meio dos canais oficiais da Sanepar, vamos armazenando essas informações no banco de dados e conseguimos, inclusive, identificar se é um problema em uma região maior, um bairro todo, uma quadra ou um problema pontual do próprio imóvel”, afirma o gerente da Sanepar na Região Metropolitana de Curitiba, Fabio Basso.

CAUSAS – As causas mais comuns de falta de água são rompimentos de redes, de forma natural ou provocados por obras de terceiros, falta de energia em unidades, problemas em equipamentos e corte no abastecimento por falta de pagamento.

Fonte: Governo PR

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Estado homologa decreto que permite atendimento célere a Rio Bonito do Iguaçu por mais seis meses

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Seis meses após o tornado que atingiu a cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do Paraná, o Governo do Estado homologou nesta quinta-feira (7) um novo decreto de estado de calamidade pública para o município. O documento teve como base o parecer da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, com aval da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, e dá lugar ao antigo decreto, que tinha validade de 180 dias.

Válido pelo mesmo período, o novo decreto facilita as contratações para dar continuidade à reconstrução da cidade, que teve 90% de sua área urbana afetada pelo tornado. O documento também permite que o município acesse recursos estaduais e federais para esse trabalho, já que, sozinho, não consegue arcar com todas as despesas.

Além de atender as necessidades do município, o estado de calamidade pública permite a execução de despesas durante o período eleitoral. “A legislação eleitoral traz muitas restrições administrativas à União e ao Estado, que não podem implementar ações que envolvam a transferência de recursos, o que pode limitar a execução de obras no município. A lei eleitoral, porém, não impede o auxílio em situações emergenciais”, explicou o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig.

Segundo o parecer do órgão, mesmo com a mobilização de recursos e a adoção de medidas emergenciais desde a data do desastre, os impactos do evento persistem no município. Ainda há registro de danos em edificações públicas que prestam serviços essenciais e residências danificadas.

O documento diz ainda que há comprometimento dos serviços públicos, especialmente nas áreas de assistência social, educação e atendimento à população, além de prejuízos expressivos nos setores de agricultura, pecuária, comércio, indústria e serviços, com reflexos diretos na economia local. Soma-se a isso a ocorrência de danos ambientais relevantes, como a destruição de vegetação, áreas de preservação permanente e degradação de ecossistemas, além das dificuldades de acesso a algumas comunidades, principalmente na zona rural.

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HISTÓRICO – No dia 7 de novembro de 2025, Rio Bonito do Iguaçu foi atingido por um tornado com índice F3 na escala Fujita, recebendo essa classificação por conta dos danos e da intensidade dos ventos, que ultrapassaram 250 km/h. O evento atingiu cerca de 90% das residências e prédios comerciais da cidade e provocou cinco mortes.

O Governo do Estado montou uma força-tarefa para dar uma resposta rápida à população da cidade, com ações em diversas áreas. Já foram investidos mais de R$ 60 milhões na cidade. A prefeitura recebeu R$ 11,5 milhões do Fundo Estadual para Calamidades Públicas (Fecap) para a compra de materiais de construção e aquisição de ônibus escolares e pela Fomento Paraná foram R$ 18,6 milhões para empresas atingidas pelo tornado.

O governo também enviou projetos para a Assembleia Legislativa do Paraná para alterar as regras do Fecap, permitindo o repasse direto de recursos para famílias e empresas afetadas por desastres. O fundo também recebeu um aporte de R$ 50 milhões para auxiliar na reconstrução da cidade.

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O Fecap custeou, por exemplo, o programa Reconstrução, que liberou de R$ 20 mil a R$ 50 mil a mais de 830 famílias que tiveram suas residências destruídas ou danificadas pelo tornado. Esse valor pode ser utilizado na reconstrução das moradias e na compra de materiais de construção. Outra ação é o programa Superação, que prevê o pagamento de R$ 1 mil mensais por seis meses para auxiliar as famílias afetadas pelo desastre.

Até maio, o programa destinou R$ 10,9 milhões aos moradores, beneficiando 1.983 famílias: 1.369 receberam seis parcelas, 268 cinco parcelas e 346 quatro parcelas.

As empresas do município que também tiveram perdas materiais vão contar com uma subvenção do Estado por meio do Fecap, que vai destinar R$ 10 milhões a cerca de 300 empreendimentos de diferentes portes do comércio, prestadores de serviços e indústria.

Outras frentes de trabalho envolveram a reconstrução de prédios públicos danificados pelo tornado, como o Pronto Atendimento Municipal (PAM), unidades básicas de saúde, ginásio, escolas e o centro municipal de educação infantil, além da construção de moradias pré-fabricadas pela Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) – além das casas entregues, o Estado assinou um convênio de R$ 10,4 milhões com a cidade para a construção de mais 80 moradias.

Fonte: Governo PR

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