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Paraná

Estação de tratamento de Foz do Iguaçu é premiada como melhor planta de saneamento do País

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A Estação de Tratamento de Esgoto Ouro Verde, de Foz do Iguaçu, foi premiada como a melhor planta sustentável de saneamento do País, durante o 5º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, realizado em Foz, entre 18 e 20 de abril. A unidade da Sanepar trata o esgoto coletado dos moradores da região sul da cidade de forma sustentável e inovadora. Os projetos desenvolvidos na ETE têm foco na microgeração de energia distribuída híbrida, que é a aplicação conjunta de biogás, energia solar e hidroenergia.

“A Sanepar tem tradição na utilização do biogás e um potencial muito grande de aumentar esse uso devido ao alto volume de biogás que já produzimos nas estações de todo o Paraná. Isso traz benefícios ao meio ambiente e também contribuirá para a modicidade tarifária, como preconiza o marco do saneamento”, afirma o diretor-presidente da empresa, Claudio Stabile.

A Companhia é pioneira em fazer o aproveitamento energético do gás gerado nas estações de tratamento de esgoto. A ETE Ouro Verde foi a primeira do país a aderir ao sistema de compensação de energia elétrica, certificada pela Aneel, com energia movida a biogás.

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Além dela, a ETE Belém, em Curitiba, gera energia elétrica a partir do lodo de esgoto que é processado na CS Bioenergia. E, na Estação Atuba Sul, também em Curitiba, um gasômetro armazena o biogás que é utilizado para a secagem do lodo que posteriormente será utilizado como biomassa.

“Todo trabalho reflete um projeto de inovação com base no conceito de eficiência energética e economia circular”, explicou o gerente de Pesquisa e Inovação da Sanepar, Gustavo Possetti, durante apresentação dos projetos da Sanepar no Fórum.

Com financiamento do banco alemão KfW, a Sanepar está ampliando o uso da tecnologia de aproveitamento de biogás na geração de energia em mais oito estações de esgoto no Estado.

VISITA TÉCNICA – Nesta quinta-feira (20), como parte da programação do Fórum de Biogás, cerca de 40 profissionais da área de bioenergia de várias regiões do país visitaram a ETE Ouro Verde para conhecer o processo de tratamento aliado à produção de energia limpa. A estação tem capacidade de tratar até 70 litros por segundo de esgoto doméstico, atendendo 35 mil habitantes.

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Na Ouro Verde, há o aproveitamento de dois subprodutos da estação. No processo de geração de energia elétrica, a partir do biogás, o sistema tem um conjunto de motor, com 25 kW de potência nominal, combinado com placas solares. A energia gerada e não consumida na ETE vai para a rede pública. Entre 2020 e 2022, foram compensados mais de 18,5 MWh de energia.

O outro subproduto é o lodo do esgoto, que é higienizado e entregue à agricultura como fertilizante.

PROFISSIONAL PREMIADO – O gerente de Pesquisa e Inovação da Sanepar, Gustavo Collere Possetti, também foi premiado no 5º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano. Possetti conquistou o terceiro lugar entre os melhores profissionais do setor no País.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Reta final: pavimentação entre Mandirituba e São José dos Pinhais chega a 84,19%

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A pavimentação da ligação metropolitana em concreto que conecta os municípios de Mandirituba e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entrou em sua reta final de execução. Uma nova medição oficial aponta que o projeto atingiu 84,19% de conclusão, consolidando o avanço definitivo de uma das principais intervenções de infraestrutura viária do Estado.

Com investimento de R$ 111,8 milhões do Governo do Estado, coordenado pela Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), a obra de 26 quilômetros de extensão começa a desenhar seu cenário definitivo. A escolha pelo pavimento rígido de concreto — que assegura maior durabilidade, alto desempenho estrutural e baixa necessidade de manutenção — já transforma a realidade local à medida que os trabalhos se aproximam da entrega, prevista para agosto de 2026.

Com a obra concentrada nesta etapa final, os serviços que antes se dividiam entre terraplenagem, drenagem e base já dão lugar, na maior parte do traçado, ao acabamento: lançamento de concreto, sinalização horizontal e vertical, e os dispositivos de segurança que vão acompanhar a rodovia. A proximidade entre os percentuais de execução dos diferentes trechos mostra um cronograma que avança de forma equilibrada ao longo de toda a extensão.

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A ciclovia, prevista desde o início do projeto como parte das melhorias de funcionalidade da via, ganha corpo justamente nos segmentos que ficam entre o trecho central, já quase pronto, e as duas extremidades da obra, reforçando o caráter da via como uma rodovia pensada também para a mobilidade de quem usa bicicleta no dia a dia entre os municípios da região.

Para o diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, o estágio atual da obra demonstra a evolução consistente do empreendimento e permite vislumbrar a entrega de uma importante demanda regional. “Estamos entrando na reta final de uma obra estratégica para a mobilidade metropolitana. Com mais de 84% dos serviços executados, já é possível perceber a transformação que essa nova ligação proporcionará, melhorando a circulação de pessoas, impulsionando o desenvolvimento regional e fortalecendo a integração entre os municípios”, destaca.

Mais do que aproximar duas importantes cidades, a nova rodovia funcionará como um estratégico corredor logístico para o Sul da RMC, conectando diretamente duas das principais rodovias federais do país: a BR-116 e a BR-376.

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Quando inaugurada, a estrutura vai otimizar o escoamento de produção e a mobilidade urbana, beneficiando diretamente não apenas Mandirituba e São José dos Pinhais, mas todo um ecossistema regional que inclui os municípios de Quitandinha, Agudos do Sul, Piên, Campo do Tenente e Rio Negro. Com o cronograma mantido e ritmo intenso, a ligação metropolitana se prepara para abrir novos caminhos para o desenvolvimento paranaense em agosto.

Fonte: Governo PR

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