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Abel chega a 11ª final e se isola como técnico com mais decisões pelo Palmeiras em toda história

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Atuando novamente no Allianz Parque, o Palmeiras superou o Ituano por 1 a 0, neste domingo (19), e avançou à final do Campeonato Paulista pela quarta vez consecutiva – o Verdão, inclusive, é o atual campeão do torneio estadual. Após a classificação, o técnico Abel Ferreira analisou o duelo com o time do interior de São Paulo.

“Este jogo teve um sentido único. Teve um jogador deles que fez toda a diferença. Se fizéssemos um gol nas duas ou três oportunidades que tivemos (no começo do jogo), seriam três ou quatro. O goleiro deles estava muito bem, mas o jogo é isso e acabamos ganhando o jogo com toda a justiça, na minha opinião”, declarou. “Hoje nós só estivemos em baixa na eficácia das oportunidades que criamos, e é fundamental abrir o placar do jogo até os 30 minutos contra essas equipes, senão elas acreditam (na vitória)”, completou.

Com a ida à decisão do Paulista mais uma vez, Abel Ferreira se isolou como o treinador com mais finais pelo Palmeiras em toda a história: disputará a 11ª, superando Luiz Felipe Scolari, com dez. Atualmente, o treinador soma seis títulos (Libertadores 2020 e 2021, Recopa Sul-Americana 2022, Copa do Brasil 2020, Paulista 2022 e Supercopa do Brasil 2023) e quatro vices (Supercopa do Brasil 2021, Recopa Sul-Americana 2021, Paulista 2021 e Mundial 2021) pelo Maior Campeão do Brasil.

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“Há pessoas que dizem que não precisa provar mais nada a ninguém, eu penso exatamente o contrário. Eu penso que preciso provar todos os dias, não é suficiente o que eu faço. Nunca estou satisfeito com o que eu faço, sempre há espaço para melhorias e estou sempre aprendendo com os outros treinadores. Eu tenho as minhas inseguranças, tenho de provar que mereço estar no lugar onde estou”, afirmou o treinador.

Confira abaixo a entrevista coletiva do técnico Abel Ferreira:

Fonte: Agência Esporte

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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