Connect with us


Agro

VLI bate recorde histórico de movimentação no Corredor Sudeste e reforça eficiência logística no agronegócio

Publicado em

A VLI, companhia de soluções logísticas que atua em ferrovias, portos e terminais, registrou em maio a maior movimentação mensal de cargas de sua história no Corredor Sudeste. O desempenho reforça o papel estratégico da infraestrutura ferroviária no escoamento da produção do agronegócio brasileiro.

O volume transportado no período alcançou 1,14 bilhão de TKU (toneladas por quilômetro útil), indicador que considera tanto a quantidade de carga quanto a distância percorrida. O corredor conecta importantes regiões produtoras do Centro-Oeste aos portos da Baixada Santista, utilizando a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) como principal eixo de operação.

Segundo a companhia, o resultado reflete o avanço da integração entre ferrovia, terminais e operações portuárias, além de investimentos contínuos em eficiência e aumento de capacidade logística.

“Esse recorde reflete a consistência da nossa operação no Corredor Sudeste. A integração entre ferrovia, terminais e porto, aliada a decisões de investimento bem direcionadas e à disciplina operacional, tem elevado os níveis de produtividade e confiabilidade”, destacou Marcelo Cardoso, diretor de Operações do Corredor Sudeste da VLI.

Corredor Sudeste é peça-chave no escoamento do agronegócio

O Corredor Sudeste é um dos principais sistemas logísticos do país para exportação de commodities agrícolas. A estrutura atende fluxos de importação e exportação por meio do Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam), no Porto de Santos.

Leia mais:  Soja no Tocantins: Fazenda de cooperado da Castrolanda atinge 76 sacas por hectare na safra 2025/26

Pelo corredor, a VLI movimenta grãos como milho e soja, além de farelo, açúcar e fertilizantes, essenciais para o abastecimento da cadeia produtiva nacional. A operação também conta com terminais integradores estratégicos localizados em Uberaba (MG) e Guará (SP), responsáveis pelo transbordo das cargas para o sistema ferroviário.

Investimentos ampliam capacidade operacional

O recorde de movimentação ocorre em meio a um ciclo recente de investimentos em infraestrutura logística. Em 2024, a VLI concluiu a implantação de uma nova linha férrea no Tiplam, com 2 km de extensão e aporte de R$ 38 milhões.

A ampliação permite aumento de até 30% na capacidade de carregamento ferroviário de fertilizantes, insumo fundamental para a produção agrícola, especialmente nas regiões do Mato Grosso.

No ano anterior, o terminal também passou por obras de ampliação do calado dos berços 2, 3 e 4 e do canal Piaçaguera, com investimento próximo de R$ 35 milhões. A intervenção elevou o calado máximo de 13,35 metros para 14,10 metros, permitindo maior capacidade de carga dos navios e ganho estimado de cerca de 10% na eficiência operacional.

Leia mais:  Mercado de trigo no Sul do Brasil perde força com pressão de importados
Logística mais eficiente e sustentável

A empresa destaca que o avanço operacional no Corredor Sudeste contribui não apenas para ganhos de produtividade, mas também para uma logística de menor intensidade de carbono, ao ampliar o uso do transporte ferroviário em substituição ao modal rodoviário em longas distâncias.

Com o novo recorde, a VLI reforça sua posição como um dos principais operadores logísticos do país no escoamento da produção do agronegócio brasileiro para o mercado externo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook

Agro

Galinhas soltas e felizes, ovos caipiras, orgânicos: Mapa acompanha diversificação do mercado

Published

on

Happy eggs, galinhas livres, ovos orgânicos, caipiras, com ômega 3, líquidos ou em pó, brancos, vermelhos e até azulados. O mercado de ovos no Brasil oferece uma variedade de produtos e sistemas de produção. As diferentes denominações estão relacionadas às características do sistema de criação, à composição ou ao processamento do alimento e devem observar as regras previstas para produção e rotulagem.

De acordo com o Instituto Ovos Brasil, o consumo por habitante passou de 120 ovos por ano, em 2010, para 310 ovos em 2026. O país é o sexto maior consumidor e o quarto maior produtor mundial.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) acompanha a evolução do setor, estabelece normas para a produção e fiscaliza estabelecimentos e produtos de origem animal, dentro de suas competências. Os produtos podem ser identificados conforme a espécie de origem e as características do sistema de produção. No caso de ovos de outras aves, como codornas, patos e avestruzes, a espécie deve ser informada na embalagem. Denominações como “caipira” e “orgânico” também devem observar regras específicas de produção e rotulagem.

DIFERENÇAS

Os ovos convencionais, brancos ou vermelhos, apresentam a mesma composição nutricional. A principal diferença entre eles está relacionada à linhagem ou raça das galinhas: ovos brancos geralmente vêm de aves de penas brancas, enquanto os de casca vermelha são produzidos por linhagens de penas mais escuras. A cor da casca, por si só, não determina diferenças nutricionais.

Na produção convencional, as aves podem ser criadas em diferentes sistemas, inclusive em gaiolas, conforme as normas aplicáveis.

A produção de ovos caipiras prevê requisitos específicos para a criação das aves, incluindo acesso a áreas externas de pastejo. As áreas destinadas às aves devem observar medidas de biosseguridade para reduzir riscos sanitários, inclusive relacionados ao contato com aves silvestres.

Leia mais:  Açúcar fecha semana em alta nas bolsas internacionais e reforça tendência de valorização

Já as galinhas criadas em sistemas livres de gaiolas ficam soltas em galpões. Conforme o sistema adotado, podem ter ou não acesso a áreas externas. As condições de criação e a densidade das aves devem observar os requisitos previstos para o sistema de produção.

Expressões como “galinhas felizes” ou “happy eggs” podem ser utilizadas como estratégia de comunicação ou marketing. Elas, no entanto, não substituem as denominações e informações exigidas pela legislação. Quando a embalagem apresenta uma característica diferenciada, a informação deve corresponder às condições efetivamente verificadas na produção.

Também existem ovos cuja composição é associada à presença de nutrientes específicos, como ômega 3, selênio ou vitamina E. Nesses casos, a alimentação fornecida às aves pode ser formulada para influenciar a composição do produto final. As informações e alegações apresentadas na embalagem devem observar as regras aplicáveis à rotulagem de alimentos.

O ovo orgânico segue a legislação de produção orgânica em vigor no país, que estabelece requisitos específicos para alimentação, manejo das aves e utilização de insumos. O sistema também prevê restrições específicas para medicamentos, insumos e componentes utilizados na alimentação.

Ovos líquidos e em pó são produtos obtidos a partir do processamento dos ovos. Podem ser utilizados pela indústria de alimentos, por padarias e também em preparações destinadas ao consumidor. A apresentação facilita a manipulação e o uso do produto, e clara e gema podem ser comercializadas separadamente.

No Brasil, os ovos de diferentes cores ainda são menos comuns, mas existem variedades com casca azulada e outras tonalidades. A cor da casca está relacionada à linhagem ou raça da galinha e, por si só, não indica diferença nutricional. Quando essa característica estiver associada à origem genética da ave, a informação deve observar as regras de identificação e rotulagem.

Leia mais:  PIB da soja e do biodiesel bateu recorde em 2022: R$ 673,7 bilhões

CURIOSIDADES

A diversificação dos produtos não é, por si só, uma exigência legal. No entanto, quando o produtor declara uma condição diferenciada, como “caipira” ou “orgânico”, é necessário atender aos requisitos correspondentes.

Cabe aos serviços de inspeção competentes verificar o cumprimento dessas condições dentro de suas atribuições. Assim, as características declaradas na embalagem devem corresponder ao produto efetivamente produzido e comercializado.

VENDAS

A fiscalização da produção de ovos nos estabelecimentos produtores envolve os serviços de inspeção competentes, conforme o tipo de estabelecimento e o âmbito de comercialização. O estabelecimento deve estar registrado no serviço de inspeção correspondente – municipal, estadual ou federal – de acordo com as regras aplicáveis à comercialização do produto.

No varejo, a fiscalização também envolve as vigilâncias sanitárias municipal ou estadual, conforme suas atribuições.

De acordo com o Instituto Ovos Brasil, cerca de 20% da produção nacional de ovos chega às grandes redes de supermercados. Os demais são comercializados por outros canais, como pequenos estabelecimentos, feiras e diretamente à indústria.

O Brasil também exporta ovos. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações em 2025 somaram 40.894 toneladas, aumento de 121% em relação ao ano anterior. Entre os principais destinos estiveram Estados Unidos, Japão, Chile, México e Emirados Árabes Unidos.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262