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Curso pré-vestibular da Unicentro está com inscrições abertas

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A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) está com inscrições abertas para a edição de 2026 do curso pré-vestibular. Ao todo, são ofertadas 50 vagas destinadas a estudantes que cursaram todo o ensino médio na rede pública, que estejam na terceira série ou na quarta série do ensino médio técnico. As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de maio, pelo Sistema de Gestão de Eventos da universidade.

O curso terá um processo de seleção para classificar os candidatos a partir de uma entrevista socioeconômica de forma presencial. A lista de convocados para essa fase será divulgada no dia 14 de maio, no site da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec). As entrevistas estão marcadas para o dia 18 de maio, das 19h às 21h. No ato da entrevista é preciso apresentar documentos que comprovem a renda e as despesas do grupo familiar (contas de luz, água e aluguel).

O resultado será publicado no dia 25 de maio, com a classificação dos candidatos convocados e uma lista de espera. A matrícula deve ser realizada no dia 28 de maio com a apresentação do histórico escolar para alunos concluintes do Ensino Médio ou a declaração de matrícula para alunos do Ensino Médio. É necessário a presença de um responsável no ato da matrícula para menores de 18 anos.

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O projeto é promovido há 17 anos pela Diretoria de Extensão, vinculada à Proec. As atividades são realizadas por uma equipe de docentes, estudantes, bolsistas e voluntários com o objetivo de inserir jovens em situação de vulnerabilidade social de Guarapuava e região no contexto universitário. Além das aulas, o projeto oferece oficinas, seminários, debates e atividades culturais que contribuem para a preparação dos participantes para vestibulares e para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

De acordo com a diretora de Extensão da Unicentro, Vania Gryczak, a troca de conhecimentos e a reflexão de temas acadêmicos e culturais possibilita a ampliação dos conhecimentos complementares à escola, enquanto a comunidade acadêmica aplica os saberes adquiridos na formação universitária. “Integrar jovens com estudantes de graduação e pós-graduação, com professores egressos e titulares da Unicentro, contribui para a formação acadêmica, científica e cultural dos envolvidos”, afirma.

Segundo ela, é uma oportunidade de reconhecimento da identidade individual e coletiva, da expressividade, dos valores da cidadania e da inclusão social. “É uma perspectiva de ingresso no ensino superior com a construção de conhecimentos para a profissionalização e transformação da sociedade em que estão inseridos”, completa.

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O período das aulas será entre os dias 1º de junho e 9 de outubro, no Câmpus Santa Cruz, em Guarapuava, no período noturno, das 19h às 22h15. Mais informações podem ser obtidas no edital disponível no site da Proec ou pelo e-mail [email protected].

Fonte: Governo PR

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Combate às arboviroses no Paraná conta com monitoramento por sistema inteligente e de baixo custo

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O combate às arboviroses no Paraná ganhou um aliado tecnológico e estratégico que tem apresentado resultados práticos na saúde pública. Diferente das ações tradicionais de limpeza e monitoramento, a ovitrampa funciona como uma armadilha inteligente e de baixo custo. O sistema é formado por um vaso plástico preto preenchido com água, onde é inserida uma palheta de madeira áspera. Esse ambiente simula o local ideal para a reprodução do mosquito Aedes aegypti. Atraída pela água, a fêmea deposita seus ovos na palheta de madeira.

As armadilhas são instaladas em residências e comércios, distribuídas de forma homogênea, respeitando a distância de 300 a 400 metros entre elas. Após um período de cinco a sete dias, a equipe técnica municipal recolhe o material para análise.

“Desde 2019, a Sesa capacita as equipes de combate a endemias para utilizar e fazer o trabalho com as ovitrampas e, desta forma, fomos o primeiro Estado a estar 100% capacitado para o método que tem apresentado resultados bastante significativos”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

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“A ovitrampa não elimina o mosquito diretamente. Na prática, ela funciona como um sensor que possibilita o cálculo de índices mais precisos quanto à presença e quantidade do mosquito naquela região”, explicou o secretário.

Na análise das palhetas, que é feita em laboratório, é possível calcular a positividade, ou seja, a indicação da presença do mosquito, a densidade de ovos, que mede a quantidade de fêmeas depositando ovos na região e ainda determina a média geral de infestação do território. Com essas informações, é possível direcionar, com maior precisão, as ações práticas de controle vetorial.

MUDANÇA – O sistema de ovitrampas substitui o LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti) como principal metodologia de monitoramento do Aedes aegypti.

A diferença do LIRAa e das ovitrampas é que o LIRAa era realizado no máximo em ciclos de monitoramento bimestrais e a abrangência ocorria por amostragem de sorteio, o que levava a resultados momentâneos. Já a frequência das ovitrampas é quinzenal e abrange 100% do território urbano, gerando dados constantes.

Porém, o LIRAa permanece, com aplicação uma vez ao ano (entre outubro e novembro), como atividade complementar para identificar os tipos de criadouros predominantes no município, uma vez que esta metodologia busca encontrar de larvas do vetor nos depósitos presentes no ambiente.

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CONTROLE – O monitoramento e controle dos mosquitos do gênero Aedes (A. aegypti e A. albopictus) previnem a circulação dos vírus que causam dengue, chikungunya, zika e até febre amarela urbana. Por isso, o monitoramento sistemático com as ovitrampas permite ao município determinar quais são as áreas de maior risco vetorial e assim priorizar as ações de controle do mosquito, que é a principal forma de prevenção das arboviroses.

Esta conduta inclui, no ambiente privado (residências, comércios, edifícios públicos, entre outros), a eliminação dos criadouros e, no domínio público, a oferta de coleta de lixo, saneamento e abastecimento regular de água. Monitoramento e controle do vetor, dentre outras ações, quando bem implementadas e executadas, permitem reduzir o número de casos de arboviroses.

Fonte: Governo PR

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